Meio Ambiente

“Só temos que aperfeiçoar as políticas de conservação”

Deputado estadual Ulysses Moraes participa da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. 

A COP25 trata do combate ao aquecimento global.

 Deputado Ulysses Moraes participa da Conferência realizada pela ONU e cobra compensação maior pela conservação ambiental de Mato Grosso

 Por Beatriz Girardi

Segundo a Organização das Nações Unidas  – ONU, a meta de redução de emissões de gases de efeito estufa ainda não foi atingida. A Conferência de Mudanças Climáticas, titulada de COP25 (Conferência das Partes) acontece desde o início do mês e termina agora dia 13 de dezembro. O Órgão Supremo da ONU reúne países em conferencias mundiais para tratar das mudanças climáticas e seus efeitos. Neste ano, o encontro realizado em Madri, na Espanha, conta com a participação do deputado estadual por Mato Grosso, Ulysses Moraes, juntamente com outros representantes do governo que irão divulgar os projetos internacionais executados no estado e definir novas regras para comercialização do carbono do Brasil.

Para o deputado mato-grossense, as novas regras devem contribuir para aumento da receita de comercialização de créditos de carbono brasileiro, gerando maior lucro para o estado.

“O Brasil precisa receber as devidas compensações de capital pelos serviços ambientais que continuam sendo executados. Mato Grosso contribui de forma grandiosa pela riqueza de seu ecossistema, tanto, que na última Conferência o estado foi responsável por pelo menos 200 milhões de arrecadação a partir dos investimentos ambientais. Só temos que aperfeiçoar as políticas de conservação, para que amanhã possamos utilizar esses recursos na melhoria e persistência destes recursos naturais, contribuindo para redução do desmatamento”, comenta Ulysses.

Neste ano, um novo estudo entre governantes do Peru, localizado na América do Sul, que abriga uma parte da Floresta da Amazônia e autoridades brasileiras manifestaram a remodelação para transformar a floresta em pé em uma nova forma de Commodities, que são produtos que funcionam como matéria prima, produzidos em ampla escala.

A COP25 trata do combate ao aquecimento global, substituindo o antigo Protocolo de Kyoto, idealizado pelo Japão em 1997, que estipulou um acordo entre países desenvolvidos para a missão de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (aquecimento térmico da terra). No encontro estiveram expostas novas modalidades de conservação de Dióxido de Carbono, sendo o Brasil referencia mundial de práticas sustentáveis, de acordo com a organização. 

Conforme  relatório, 78% das emissões de CO2 do planeta – que em 2018 atingiram 55,3 bilhões de toneladas – se concentram nos países do G20. Só que sete deles não estão cumprindo nem mesmo suas modestas NDCs, as promessas de redução que fizeram em Paris. São eles: Austrália, Canadá, Japão, Coreia, África do Sul, EUA, que está de saída do acordo e o Brasil.

Cerca de 29 mil pessoas devam passar pelo encontro que reúne 195 países para discutir os detalhes técnicos e legais do Acordo de Paris para o clima. Ambientalistas, cientistas, representantes indígenas e organizações ligadas à área ambiental do Brasil estiveram juntamente participando para fortalecimento da defesa de políticas públicas voltadas a sustentabilidade.  (Fonte: Secom ALMT)

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O Acordo de Paris tem o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável. O compromisso é manter o aumento da temperatura média global em menos de 2°C e envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C.

As principais metas do Brasil são reduzir 37% nas emissões de gases de efeito estufa até 2025 (tendo como ponto de partida as emissões de 2005) e a possível redução de 43% das emissões até 2030. Para atingir os objetivos, o país se comprometeu a aumentar a participação de bioenergia sustentável na sua matriz energética para aproximadamente 18% até 2030; restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas; e alcançar uma participação estimada de 45% de energias renováveis na composição da matriz energética em 2030. (Fonte: Ascom MMA)

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