26 de abril de 2026 - 14:50

Sabia que seu nome tem poder? E a Psicogenealogia pode te explicar isso!

Não recebemos nosso nome por acaso! Cada letra é como um código. O mundo foi criado pela palavra. O idioma de criação do mundo é o Hebraico. São letras com uma frequência vibratória elevada. O alfabeto hebraico é um dos aportes da Psicogenealogia, para a decodificação de nomes.
Ter um nome é ter um sentido. Nomear um bebê é dar-lhe um projeto, uma direção de existir. Nosso nome carrega toda a história da nossa família e muitas vezes, condiciona mecanismos de lealdade e repetição.
Quem escolhe seu nome, também lhe entrega um mandato inconsciente, que são como uma procuração (que um antepassado lhe “entrega” para realizar algo que ficou inconcluso por ele).
Ao decodificar nosso nome, podemos tomar consciência do quanto estamos próximos ou distantes do “para quê” viemos nesse sistema familiar e se estamos repetindo ou reparando aos mandatos familiares.
Mas afinal, o que é a Psicogenealogia?
É uma ciência inter e transdisciplinar que procura compreender o ser humano a partir da sua própria história familiar. Uma análise e investigação minuciosa sobre a caminhada e vivências de cada personagem da nossa árvore genealógica.
Explicamos o funcionamento da mente com base na Neurociência, Epigenética, Física Quântica, Programação Neuroliguística, Grafologia e Cabalá (Estudo das Leis Cosmogônicas do Universo).
Trabalhamos com a análise da simetria (que são os vínculos na árvore genealógica de datas, nomes, ordem de nascimento, semelhança física entre outros pontos), para compreender os desequilíbrios que se manifestam na vida do cliente por repetição pela busca da homeostase.
O significado do seu nome, revela sua função na família e seu propósito de alma.
As lealdades são leis internas da teia familiar que cumprimos inconscientemente para pertencer a nosso grupo.
Pelo estudo do transgeracional, podemos identificar as criptas que passam através das gerações carregando segredos, calados, eventos traumáticos irresolutos, que buscam serem abertas. “Toda verdade será revelada”, já nos ensinou Jesus. “Portanto, não há nada oculto que não venha a ser revelado, e nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz (Lucas 8:17).
(*Advogada, fez Doutorado em Psicologia e Professora emérita da Universidade de Nice, França. Dirigiu por mais de vinte anos, o laboratório de psicologia clínica e social. Co-fundadora da Associação Internacional de Psicoterapia de Grupo. Desenvolveu a técnica do Genossociograma: Árvore genealógica, que leva em conta, além dos laços familiares existentes a recorrência de traumas psicológicos e físicos passados de geração para geração.
Iniciou seus estudos de psicologia na Universidade de Paris, após a Segunda Guerra Mundial. Seus estudos aprofundaram a importância da transmissão inconsciente e não intencional das lealdades invisíveis e os traumas transgeracionais.
Por volta de 1970, Anne desenvolveu os principais conceitos de Psicogenealogia e foi pioneira no campo clínico e acadêmico da Terapia Transgeracional.
Afinal, o que determina a lealdade invisível a um antepassado que nunca conhecemos, e a repetição transgeracional de padrões e acontecimentos disfuncionais?
Eventos traumáticos não processados encontram uma maneira de se manifestar nas gerações subsequentes e de ressurgir no presente. Quanto a isso, não temos escolha e iremos repetir os eventos e traumas experimentados por nossos antepassados que agem por nós em vida através do inconsciente familiar, lembra que somos 5% conscientes e 95% inconscientes? Repetimos o que não resolvemos. *Anne Ancelin Schützenberger, mãe da Psicogenealogia).

Segundo Letícia Baccin, psicogenealogista, escritora e CEO do Instituto LIZ e Academia de Psicogenealogia no Brasil, que sempre faz questão de frisar, a Psicogenealogia nada tem a ver com a Constelação Familiar. Explica que ambas são ferramentas e cada uma tem a sua importância e seu próprio campo de atuação que se diferem completamente. “São por assim dizer “primas”, porém a Psicogenealogia é anterior a Constelação. A Psicogenealogia, NÂO é terapia, mas, tem um forte impacto terapêutico, equivalente há 10 anos de terapia”, ressaltou.
Psicogenealogia também ensina sobre a autorresponsabilidade e o que de fato transforma é a tomada de consciência de cada um. Podemos sim, quebrar os ciclos de repetição dolorosa, lidar com os traumas não resolvidos e sanar feridas emocionais.
Anne Ancelin escreveu em seu livro best-seller, Os Meus Antepassados (1998): “Uma doença transgeracional às vezes é criada nas famílias quando as emoções são suprimidas e quando existem segredos”.
Questões proibidas podem surgir através de um olhar evitado ou explosões repentinas de raiva.
Histórias traumáticas que se repetem no clã familiar através das gerações, envolvendo conflitos de relacionamentos, desordens financeiras, desordens de saúde, depressão, ansiedade e vícios.
O fato é que todos que nascem, têm importância e uma função específica dentro do clã. Nascemos por uma necessidade de trazer equilíbrio e homeostase ao nosso sistema familiar.
E você? Já sabe qual é a sua função dentro da sua família? A transcendência que você busca está na dor que você evita. Transforme a sua dor em potência!
*Cristiane Celina é formada em Comunicação/Radialismo pela UFMT. Instrutora de Hatha Yoga. Formação em Psicogenealogia e Alinhamento Biossistêmico com base nas 5 Leis Biológicas do Dr. Hamer.

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