{"id":14045,"date":"2026-05-03T05:00:56","date_gmt":"2026-05-03T09:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdacondessa.com.br\/blog\/?p=14045"},"modified":"2026-05-02T17:49:35","modified_gmt":"2026-05-02T21:49:35","slug":"por-que-o-sal-tem-um-efeito-tao-poderoso-em-nosso-cerebro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdacondessa.com.br\/blog\/saude\/por-que-o-sal-tem-um-efeito-tao-poderoso-em-nosso-cerebro\/","title":{"rendered":"Por que o sal tem um efeito t\u00e3o poderoso em nosso c\u00e9rebro?"},"content":{"rendered":"<p>Como voc\u00ea vai entender ao longo dessa reportagem, a resposta para essa pergunta tem a ver com dois fatores: primeiro, com o paladar, j\u00e1 que o sal altera e real\u00e7a o sabor da comida. Segundo, com uma necessidade b\u00e1sica de manter o equil\u00edbrio do nosso organismo, j\u00e1 que o s\u00f3dio \u00e9 fundamental para o funcionamento das c\u00e9lulas.<\/p>\n<p>Mas por que gostamos tanto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/c1mrj017dddo\">sal<\/a>? E como ele deixa a nossa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/topics\/cr50y51yy55t\">comida<\/a>\u00a0t\u00e3o saborosa?<\/p>\n<p>Ele est\u00e1 presente em quase todas as\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/clyj0y5j9gzo\">culin\u00e1rias<\/a>\u00a0do mundo, seja na forma de min\u00fasculos gr\u00e3os ou como parte de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/c154lx348q4o\">temperos<\/a>\u00a0b\u00e1sicos de algumas regi\u00f5es \u2014 o molho de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-62718299\">soja<\/a>, por exemplo, pode conter entre 14% e 18% de sal.<\/p>\n<p>Quimicamente, falamos do cloreto de s\u00f3dio. Ele \u00e9 composto por \u00edons de s\u00f3dio e cloro.<\/p>\n<p>O que acontece quando um desses min\u00fasculos cristais toca nossa l\u00edngua?<\/p>\n<p>&#8220;O\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/cndrj7e3l1wo\">paladar<\/a>\u00a0\u00e9 um sentido que, atrav\u00e9s das papilas gustativas, nos permite detectar subst\u00e2ncias qu\u00edmicas em nosso ambiente que podem ser ben\u00e9ficas ou prejudiciais&#8221;, explica a especialista em paladar Courtney Wilson, da Faculdade de Medicina da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>&#8220;Essas papilas gustativas s\u00e3o pequenos aglomerados de c\u00e9lulas no formato de um dente de alho, espalhadas por toda a l\u00edngua. Essas c\u00e9lulas possuem receptores que evolu\u00edram para reagir a certos tipos de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas&#8221;, acrescenta ela.<\/p>\n<p>No caso do sal, temos receptores que reagem especificamente ao s\u00f3dio.<\/p>\n<p>&#8220;Eles s\u00e3o essencialmente poros min\u00fasculos na superf\u00edcie da c\u00e9lula que permitem apenas a passagem de certos \u00edons. Assim, quando os \u00edons de s\u00f3dio est\u00e3o presentes, eles podem fluir por esse min\u00fasculo canal. A c\u00e9lula \u00e9 alertada para a presen\u00e7a de s\u00f3dio e envia esse sinal el\u00e9trico pelo nervo at\u00e9 o c\u00e9rebro&#8221;, diz Wilson.<\/p>\n<p><strong>Mas por que o sal tem um gosto t\u00e3o bom?<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Nem sempre&#8230; Basicamente, temos dois sistemas: um que nos diz quando o sabor \u00e9 agrad\u00e1vel e outro que nos avisa que \u00e9 demais e que provavelmente dever\u00edamos cuspir&#8221;, afirma a especialista.<\/p>\n<p>&#8220;Se voc\u00ea tiver a concentra\u00e7\u00e3o certa de sal, a quantidade que manter\u00e1 seu corpo num n\u00edvel ideal, ter\u00e1 um gosto realmente delicioso.&#8221;<\/p>\n<p>Essa sensa\u00e7\u00e3o, ensina Wilson, acontece porque o corpo sempre tenta manter o teor de sal dentro de uma faixa estreita.<\/p>\n<p>Embora a presen\u00e7a de sal seja essencial para o funcionamento do organismo, o excesso dele pode ser prejudicial.<\/p>\n<p>&#8220;Manter a quantidade certa de s\u00f3dio no nosso corpo \u00e9 extremamente importante. Os sinais el\u00e9tricos que as c\u00e9lulas cerebrais enviam umas \u00e0s outras e aos m\u00fasculos, e que recebem dos sistemas sensoriais \u2014 e at\u00e9 mesmo os pensamentos \u2014 dependem do s\u00f3dio.&#8221;<\/p>\n<p>Mas o sal faz mais do que &#8220;salgar&#8221;: ele pode real\u00e7ar outros sabores.<\/p>\n<p>E n\u00f3s sabemos como esse mecanismo funciona?<\/p>\n<p>&#8220;A resposta simples \u00e9 n\u00e3o&#8221;, admite Wilson.<\/p>\n<p>&#8220;A resposta mais complexa \u00e9 que existem algumas evid\u00eancias de que as c\u00e9lulas gustativas se comunicam entre si, o que afetaria a intensidade da resposta a um determinado est\u00edmulo na boca, seja ele doce, amargo ou salgado. Portanto, adicionar sal poderia afetar a resposta das papilas gustativas \u00e0s outras dimens\u00f5es&#8221;, explica ela.<\/p>\n<p>&#8220;Mas isso tamb\u00e9m pode estar acontecendo mais adiante nessa via de informa\u00e7\u00e3o. Pode acontecer no tronco encef\u00e1lico ou no c\u00f3rtex gustativo, onde a informa\u00e7\u00e3o chega e as c\u00e9lulas podem estar interagindo para modular a nossa percep\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Assim, o poder m\u00e1gico e transformador do sal \u2014 aquele que faz com que os doces tenham um sabor melhor com apenas uma pitada salgada \u2014 permanece um mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Talvez ele altere o comportamento das nossas c\u00e9lulas gustativas, ou talvez a forma como percebemos os sinais disso no c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Mas o sal n\u00e3o \u00e9 apenas um condimento.<\/p>\n<p>Como diz Wilson, ele \u00e9 vital para o bom funcionamento do nosso organismo.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que isso explica, em parte, por que achamos esse ingrediente t\u00e3o atraente?<\/p>\n<p><strong>Sem sal, n\u00e3o h\u00e1 vida<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Os animais, incluindo n\u00f3s, usam s\u00f3dio para uma variedade de fun\u00e7\u00f5es. Ele \u00e9 essencial para a vida&#8221;, constata Joel Geerling, professor associado de neurologia da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>&#8220;Cerca de um ter\u00e7o do nosso gasto energ\u00e9tico di\u00e1rio est\u00e1 relacionado ao bombeamento de s\u00f3dio de dentro para fora da c\u00e9lula&#8221;, enfatiza ele.<\/p>\n<p>&#8220;Cada c\u00e9lula do corpo possui uma bomba de s\u00f3dio-pot\u00e1ssio em seu revestimento externo, que funciona o dia todo, e bombeia \u00edons de s\u00f3dio para fora da c\u00e9lula.&#8221;<\/p>\n<p>Quando esse s\u00f3dio est\u00e1 fora das nossas c\u00e9lulas, ele tenta voltar rapidamente, num mecanismo parecido ao que acontece com a \u00e1gua represada por uma barragem.<\/p>\n<p>Nossas c\u00e9lulas controlam o movimento do s\u00f3dio atrav\u00e9s de canais especiais.<\/p>\n<p>Quando esses canais se abrem, o s\u00f3dio entra em grande quantidade, e nossas c\u00e9lulas aproveitam a energia desse movimento para diversos processos.<\/p>\n<p>&#8220;Cerca de um ter\u00e7o do nosso gasto energ\u00e9tico di\u00e1rio \u00e9 gasto bombeando s\u00f3dio de dentro para fora da c\u00e9lula&#8221;, repete ele.<\/p>\n<p>&#8220;Os \u00edons de s\u00f3dio invadem a c\u00e9lula e causam uma mudan\u00e7a r\u00e1pida e acentuada na voltagem da membrana, conhecida como potencial de a\u00e7\u00e3o no neur\u00f4nio \u2014 n\u00e3o apenas no c\u00e9rebro, mas tamb\u00e9m nas c\u00e9lulas do m\u00fasculo card\u00edaco, aquelas que nos mant\u00eam vivos, batimento ap\u00f3s batimento&#8221;, detalha o especialista.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos s\u00f3dio, nossas c\u00e9lulas simplesmente n\u00e3o funcionariam.<\/p>\n<p>Geerling tem pesquisado o c\u00e9rebro para tentar entender por que sentimos tanta necessidade de sal.<\/p>\n<p>&#8220;Os animais que vivem no mar t\u00eam muito s\u00f3dio ao redor e, na verdade, t\u00eam o problema oposto ao dos animais terrestres: eles precisam reter parte do s\u00f3dio e manter o equil\u00edbrio interno.&#8221;<\/p>\n<p>Nos animais terrestres, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 oposta.<\/p>\n<p>&#8220;O s\u00f3dio \u00e9 muito escasso na terra. Se voc\u00ea mora longe do mar, e principalmente se n\u00e3o come carne, ter\u00e1 muito pouco s\u00f3dio na dieta&#8221;, explica o especialista.<\/p>\n<p>&#8220;Os carn\u00edvoros comem outros tecidos animais, que t\u00eam cerca de 0,9% de cloreto de s\u00f3dio, ent\u00e3o geralmente consomem sal suficiente. Mas os herb\u00edvoros, se comerem apenas plantas, ter\u00e3o um teor muito alto de pot\u00e1ssio e praticamente nenhum s\u00f3dio&#8221;, compara ele.<\/p>\n<p>&#8220;Os elefantes s\u00e3o um exemplo famoso. Existem manadas desses animais na \u00c1frica que se lembram da localiza\u00e7\u00e3o de cavernas com sal nas paredes, de onde extraem esse composto com as presas.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Os cervos procuram dep\u00f3sitos de sal, e os ca\u00e7adores, para atra\u00ed-los, usam blocos de sal [como chamariz].&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Animais cuja dieta \u00e9 puramente vegetariana precisam de uma fonte de sal e tendem a apresentar um apetite maior por sal, mesmo na natureza&#8221;, acrescenta Geerling.<\/p>\n<p>&#8220;Os humanos s\u00e3o on\u00edvoros, ent\u00e3o precisamos garantir que obtemos sal suficiente na dieta, e talvez seja por isso que o desejamos tanto.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Como fazem os elefantes<\/strong><\/p>\n<p>Hoje em dia, a maioria das pessoas consome sal suficiente na dieta.<\/p>\n<p>Mas, para nossos ancestrais, encontrar esse ingrediente era vital.<\/p>\n<p>E, assim como os elefantes, os humanos antigos eram atra\u00eddos por fontes naturais desse precioso mineral.<\/p>\n<p>S\u00e3o lugares como a mina de sal em funcionamento mais antiga do mundo, localizada em uma montanha em Hallstatt, na \u00c1ustria.<\/p>\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias de que as pessoas come\u00e7aram a extrair sal ali j\u00e1 em 5 mil a.C. e, surpreendentemente, o sal ainda \u00e9 extra\u00eddo comercialmente de l\u00e1 hoje em dia.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 250 milh\u00f5es de anos, este lugar era a parte rasa de um grande mar, que depois se separou. A \u00e1gua come\u00e7ou a evaporar e, ao longo de milhares de anos, grandes camadas de sal-gema se acumularam. Quando os Alpes se formaram, o calc\u00e1rio foi deslocado sobre essas camadas de sal&#8221;, diz Daniel Bradner, arque\u00f3logo do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Viena, tamb\u00e9m na \u00c1ustria.<\/p>\n<p>A mina de Hallstatt estava localizada a 200 quil\u00f4metros do mar, portanto, seus vastos dep\u00f3sitos naturais de sal t\u00eam sido um recurso incrivelmente valioso para as pessoas por milhares de anos.<\/p>\n<p>&#8220;A minera\u00e7\u00e3o come\u00e7ou aqui h\u00e1 7 mil anos, no per\u00edodo Neol\u00edtico. Os primeiros agricultores e colonizadores descobriram o dep\u00f3sito de sal atrav\u00e9s de nascentes naturais de \u00e1gua salgada na superf\u00edcie e, ent\u00e3o, come\u00e7aram a escavar&#8221;, explica Bradner.<\/p>\n<p>&#8220;Na Idade do Bronze, por volta de 3,5 mil anos atr\u00e1s, j\u00e1 existia uma opera\u00e7\u00e3o de minera\u00e7\u00e3o profunda totalmente desenvolvida, estendendo-se a mais de 250 metros abaixo da superf\u00edcie, com estruturas organizacionais, ferramentas especializadas e um sistema de transporte.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Eles se dedicavam \u00e0 minera\u00e7\u00e3o de sal-gema em larga escala e eram os principais fornecedores para grande parte da Europa Central&#8221;, acrescenta ele.<\/p>\n<p>&#8220;O sal \u00e9 uma necessidade para a sobreviv\u00eancia a longo prazo em um local, por isso era essencial para o estabelecimento [humano] nos Alpes.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Os &#8216;neur\u00f4nios do sal&#8217;<\/strong><\/p>\n<p>As pessoas que viveram nos Alpes no per\u00edodo pr\u00e9-hist\u00f3rico tamb\u00e9m usaram o sal para conservar alimentos e manter os animais vivos durante o inverno.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o tivessem o suficiente, as consequ\u00eancias eram terr\u00edveis.<\/p>\n<p>&#8220;Os \u00f3rg\u00e3os, e todas as c\u00e9lulas, incham&#8221;, explica o neurologista Geerling.<\/p>\n<p>&#8220;Esse \u00e9 um problema s\u00e9rio, especialmente no c\u00e9rebro porque, se inchar demais, ele come\u00e7a a se projetar atrav\u00e9s do orif\u00edcio na parte inferior do cr\u00e2nio, o que \u00e9 muito perigoso. Portanto, n\u00e3o se pode deixar a concentra\u00e7\u00e3o de s\u00f3dio cair muito&#8221;, complementa o pesquisador.<\/p>\n<p>Parte da pesquisa de Geerling sobre como regulamos a concentra\u00e7\u00e3o de sal envolve o controle do conte\u00fado de \u00e1gua no corpo \u2014 e a subst\u00e2ncia respons\u00e1vel por isso \u00e9 o horm\u00f4nio antidiur\u00e9tico (ADH).<\/p>\n<p>&#8220;Ele informa aos rins quanta \u00e1gua reter, e isso \u00e9 rigorosamente regulado minuto a minuto, ao longo do dia.&#8221;<\/p>\n<p>Mas essa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica maneira pela qual nosso corpo controla os n\u00edveis de sal. Na verdade, em seu trabalho, Geerling descobriu mecanismos no c\u00e9rebro que impulsionam a busca por esse mineral precioso.<\/p>\n<p>&#8220;Em meu laborat\u00f3rio, estudamos um grupo espec\u00edfico de neur\u00f4nios \u2014 os HSD2 \u2014 que detectam os n\u00edveis de um horm\u00f4nio chamado aldosterona. Ele \u00e9 produzido nas gl\u00e2ndulas suprarrenais [que ficam acima dos rins] quando o volume de sal e \u00e1gua no corpo \u00e9 insuficiente e o cora\u00e7\u00e3o come\u00e7a a ter dificuldade para manter a press\u00e3o arterial&#8221;, explica ela.<\/p>\n<p>&#8220;Nesses casos, os n\u00edveis de aldosterona aumentam, e isso leva os neur\u00f4nios a induzir o animal a buscar e consumir mais sal&#8221;, acrescenta ele.<\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 agora, identificamos esses neur\u00f4nios em camundongos, ratos, porcos e humanos. N\u00e3o fizemos um estudo cuidadoso e deliberado em outras esp\u00e9cies, mas parece que eles est\u00e3o presentes em mam\u00edferos em geral.&#8221;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, temos neur\u00f4nios em nossos c\u00e9rebros que n\u00e3o s\u00e3o apenas dedicados a monitorar a quantidade de sal que consumimos, mas tamb\u00e9m a nos impulsionar a procur\u00e1-lo se necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>&#8220;Sim, \u00e9 fascinante. \u00c9 um comportamento muito espec\u00edfico. N\u00e3o descobrimos nenhuma outra fun\u00e7\u00e3o desses neur\u00f4nios. Ainda estamos investigando, mas parece que o que eles causam especificamente \u00e9 o aumento do consumo de sal pelos animais.&#8221;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, voltamos \u00e0 pergunta do in\u00edcio da reportagem: por que gostamos tanto de sal?<\/p>\n<p>Por um lado, porque ele altera o sabor das coisas, embora n\u00e3o saibamos exatamente como.<\/p>\n<p>Por outro, porque ele \u00e9 vital para nossas c\u00e9lulas \u2014 ent\u00e3o evolu\u00edmos para desej\u00e1-lo e ach\u00e1-lo saboroso nas quantidades certas.<\/p>\n<p>Na verdade, temos at\u00e9 neur\u00f4nios no c\u00e9rebro sintonizados que nos levam a procur\u00e1-lo. Trata-se de um sistema incr\u00edvel, projetado com grande precis\u00e3o para criar o nosso apetite por sal. (Fonte: BBC News)<\/p>\n<p><em>Este texto \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio Por que o sal tem um gosto t\u00e3o bom? da s\u00e9rie da BBC CrowdScience, dispon\u00edvel nas plataformas de podcasts.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como voc\u00ea vai entender ao longo dessa reportagem, a resposta para essa pergunta tem a ver com dois fatores: primeiro, com o paladar, j\u00e1 que o sal altera e real\u00e7a o sabor da comida. 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