{"id":11671,"date":"2025-05-05T05:00:49","date_gmt":"2025-05-05T09:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/blogdacondessa.com.br\/blog\/?p=11671"},"modified":"2025-05-04T12:21:45","modified_gmt":"2025-05-04T16:21:45","slug":"o-que-a-cera-do-ouvido-pode-revelar-sobre-sua-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdacondessa.com.br\/blog\/saude\/o-que-a-cera-do-ouvido-pode-revelar-sobre-sua-saude\/","title":{"rendered":"O que a cera do ouvido pode revelar sobre sua sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 alaranjada, \u00e9 grudenta, e provavelmente \u00e9 a \u00faltima coisa sobre a qual voc\u00ea gostaria de falar em uma conversa. Ainda assim, a cera do ouvido tem atra\u00eddo cada vez mais a aten\u00e7\u00e3o dos cientistas, que querem us\u00e1-la para aprender mais sobre doen\u00e7as e outras condi\u00e7\u00f5es como c\u00e2ncer, doen\u00e7as card\u00edacas e dist\u00farbios metab\u00f3licos, como diabetes do tipo 2.<br \/>\nO nome correto dessa subst\u00e2ncia pegajosa \u00e9 cer\u00famen, e trata-se de um misto de secre\u00e7\u00f5es de dois tipos de gl\u00e2ndulas \u2014 as ceruminosas e as seb\u00e1ceas \u2014 que revestem o canal auditivo externo. Essas secre\u00e7\u00f5es se misturam aos pelos, c\u00e9lulas mortas da pele e outros detritos at\u00e9 atingir a consist\u00eancia de uma cera que todos n\u00f3s conhecemos.<br \/>\nUma vez formada no canal auditivo, a subst\u00e2ncia \u00e9 transportada por um tipo de mecanismo semelhante ao de uma esteira, agarrando-se a c\u00e9lulas da pele enquanto se move de dentro para fora do ouvido, algo que acontece em uma velocidade extremamente baixa, de aproximadamente um vig\u00e9simo de mil\u00edmetro por dia.<br \/>\nA fun\u00e7\u00e3o principal da cera do ouvido ainda \u00e9 debatida, mas \u00e9 mais prov\u00e1vel que ela sirva para manter o canal auditivo limpo e lubrificado. No entanto, ela tamb\u00e9m funciona como uma armadilha eficaz, impedindo que bact\u00e9rias, fungos e outros visitantes indesejados, como insetos, encontrem o caminho at\u00e9 nossas cabe\u00e7as.<br \/>\nAt\u00e9 aqui, tudo soa um pouco nojento. E, talvez por causa de sua apar\u00eancia n\u00e3o t\u00e3o agrad\u00e1vel, a cera do ouvido tenha sido menos estudada por pesquisadores quando comparada a outras secre\u00e7\u00f5es corporais.<br \/>\nMas isso est\u00e1 come\u00e7ando a mudar, gra\u00e7as \u00e0 uma s\u00e9rie de descobertas cient\u00edficas surpreendentes.<br \/>\nA primeira delas \u00e9 que a cera do ouvido pode conter uma quantidade enorme de informa\u00e7\u00f5es sobre uma pessoa, algumas triviais e outras mais importantes.<br \/>\nPor exemplo, a grande maioria de pessoas com ascend\u00eancia europeia ou africana tem uma cera de ouvido \u00famida, na cor amarela ou laranja, e com aspecto pegajoso.<br \/>\nJ\u00e1 95% das pessoas do leste asi\u00e1tico t\u00eam uma cera de ouvido seca, na cor cinza, e que n\u00e3o \u00e9 grudenta.<br \/>\nO gene respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o da cera \u00famida e seca \u00e9 chamado ABCC11, que tamb\u00e9m est\u00e1 ligado a um outro tra\u00e7o curioso: o odor das axilas. Cerca de 2% das pessoas, principalmente as com cera seca, t\u00eam uma vers\u00e3o desse gene que faz com que suas axilas n\u00e3o tenham cheiro.<br \/>\nContudo, talvez a descoberta mais \u00fatil relacionada \u00e0 cera do ouvido \u00e9 o que ela pode revelar sobre a nossa sa\u00fade.<br \/>\nEm 1971, Nicholas L Petrakis, professor de medicina da Universidade da Calif\u00f3rnia, em S\u00e3o Francisco, descobriu que mulheres caucasianas, afro-americanas e alem\u00e3s nos Estados Unidos, todas com &#8220;cera de ouvido \u00famida&#8221;, tinham aproximadamente quatro vezes mais chances de morrer de c\u00e2ncer de mama do que as japonesas e taiwanesas que tinham a cera do ouvido seca.<br \/>\nMais recentemente, em 2010, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de T\u00f3quio coletaram amostras de sangue de 270 pacientes mulheres com c\u00e2ncer de mama invasivo, e 273 volunt\u00e1rias que n\u00e3o tinham a doen\u00e7a. Eles descobriram que as japonesas com c\u00e2ncer de mama tinham at\u00e9 77% mais chances de ter o gene associado \u00e0 cera do ouvido \u00famida do que as volunt\u00e1rias saud\u00e1veis.<br \/>\nApesar disso, as descobertas permanecem controversas, e estudos em grande escala na Alemanha, Austr\u00e1lia e It\u00e1lia n\u00e3o encontraram diferen\u00e7as no risco de c\u00e2ncer de mama entre pessoas com cera \u00famida e seca, embora o n\u00famero de pessoas que t\u00eam cera de ouvido seca nesses pa\u00edses seja muito pequeno.<br \/>\nO que est\u00e1 mais bem estabelecido \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre algumas doen\u00e7as sist\u00eamicas e as subst\u00e2ncias encontradas na cera do ouvido.<br \/>\nTome como exemplo a leucinose, mais conhecida como &#8220;doen\u00e7a da urina de xarope de bordo&#8221;, um dist\u00farbio gen\u00e9tico que impede o corpo de quebrar certos amino\u00e1cidos encontrados na comida. Isso leva a um ac\u00famulo de compostos vol\u00e1teis no sangue e na urina, dando \u00e0 urina um cheiro caracter\u00edstico de xarope.<br \/>\nA mol\u00e9cula respons\u00e1vel pelo cheiro adocicado da urina \u00e9 o sotolon, e ela tamb\u00e9m pode ser encontrada na cera do ouvido de pessoas com essa condi\u00e7\u00e3o. Isso significa que a doen\u00e7a poderia ser diagnosticada por meio de um cotonete no ouvido, uma forma muito mais barata e simples do que um teste gen\u00e9tico.<br \/>\n&#8220;A cera do ouvido realmente cheira a xarope de bordo, ent\u00e3o, dentro de 12 horas ap\u00f3s o nascimento do beb\u00ea, quando voc\u00ea sente esse cheiro distinto, ele indica que h\u00e1 um problema no metabolismo&#8221;, diz Rabi Ann Musah, qu\u00edmica ambiental da Universidade do Estado da Louisiana.<br \/>\nA covid-19 tamb\u00e9m pode ser detectada, em alguns casos, por meio da cera do ouvido, e essa subst\u00e2ncia tamb\u00e9m pode indicar se uma pessoa tem diabetes do tipo 1 ou 2.<br \/>\nEstudos iniciais sugerem que \u00e9 poss\u00edvel dizer se uma pessoa tem uma doen\u00e7a card\u00edaca atrav\u00e9s da cera do ouvido, embora ainda seja mais f\u00e1cil diagnosticar essa condi\u00e7\u00e3o por meio de exames de sangue.<br \/>\nH\u00e1 ainda a doen\u00e7a de M\u00e9ni\u00e8re, um dist\u00farbio no ouvido interno que faz com que a pessoa tenha vertigens e perda da audi\u00e7\u00e3o. &#8220;Esses sintomas podem ser muito debilitantes&#8221;, afirma Musah.<br \/>\n&#8220;Incluem n\u00e1useas intensas e vertigens, o que torna imposs\u00edvel dirigir ou ir a lugares desacompanhado. Eventualmente, a pessoa perde completamente a audi\u00e7\u00e3o no ouvido afetado.&#8221;<br \/>\nRecentemente, Musah liderou um grupo que descobriu que a cera do ouvido dos pacientes com a doen\u00e7a de M\u00e9ni\u00e8re tinha n\u00edveis mais baixos de tr\u00eas \u00e1cidos graxos do que a de pessoas saud\u00e1veis. Essa \u00e9 a primeira vez que se encontra algum tipo de biomarcador para a condi\u00e7\u00e3o, que geralmente \u00e9 diagnosticada por exclus\u00e3o \u2014 um processo que pode levar anos.<br \/>\nA descoberta aumenta a esperan\u00e7a de que, no futuro, a cera do ouvido possa ser usada pelos m\u00e9dicos para diagnosticar essa condi\u00e7\u00e3o de forma mais r\u00e1pida.<br \/>\n&#8220;Nosso interesse na cera do ouvido como indicadora de doen\u00e7as est\u00e1 voltado para aquelas doen\u00e7as muito dif\u00edceis de diagnosticar usando fluidos como sangue e urina, e que demoram muito tempo para serem diagnosticadas por serem raras&#8221;, destaca Musah.<br \/>\n<strong>O &#8216;segredo&#8217; da cera do ouvido<\/strong><br \/>\nMas o que a cera do ouvido tem que faz dela um verdadeiro tesouro de informa\u00e7\u00f5es sobre a sa\u00fade?<br \/>\nA resposta, ao que parece, est\u00e1 na capacidade das secre\u00e7\u00f5es cerosas de refletirem as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas que acontecem dentro do nosso corpo, ou seja, o metabolismo de uma pessoa.<br \/>\n&#8220;Muitas doen\u00e7as em organismos vivos s\u00e3o metab\u00f3licas&#8221;, diz Nelson Roberto Antoniosi Filho, professor de qu\u00edmica da Universidade Federal de Goi\u00e1s. Ele lista diabetes, c\u00e2ncer, Parkinson e Alzheimer como exemplos.<br \/>\n&#8220;Nesses casos, as mitoc\u00f4ndrias \u2014 organelas celulares respons\u00e1veis por converter lip\u00eddios, carboidratos e prote\u00ednas em energia \u2014 passam a funcionar de maneira diferente das c\u00e9lulas saud\u00e1veis. Elas come\u00e7am a produzir diferentes subst\u00e2ncias qu\u00edmicas e podem at\u00e9 parar de produzir outras.&#8221;<br \/>\nO laborat\u00f3rio de Antoniosi Filho descobriu que a cera do ouvido concentra essa grande diversidade de subst\u00e2ncias mais do que outros fluidos biol\u00f3gicos, como sangue, urina, suor e l\u00e1grimas.<br \/>\n&#8220;Isso faz muito sentido porque n\u00e3o h\u00e1 muita renova\u00e7\u00e3o na cera do ouvido&#8221;, diz Bruce Kimball, qu\u00edmico no Monell Chemical Senses Centre, um instituto de pesquisa na Filad\u00e9lfia.<br \/>\n&#8220;Ela acaba se acumulando e, por isso, h\u00e1 uma raz\u00e3o para se pensar que pode ser um bom lugar para identificar as mudan\u00e7as do metabolismo a longo prazo.&#8221;<br \/>\n<strong>Diagn\u00f3sticos dif\u00edceis<\/strong><br \/>\nCom isso em mente, Antoniosi Filho e seu grupo est\u00e3o desenvolvendo um &#8220;cerumenograma&#8221;, um instrumento de diagn\u00f3stico que, segundo eles, \u00e9 capaz de prever com precis\u00e3o se uma pessoa tem certos tipos de c\u00e2ncer a partir da sua cera do ouvido.<br \/>\nEm um estudo publicado em 2019, o grupo coletou amostras de cera do ouvido de 52 pacientes com linfoma, carcinoma ou leucemia. Os pesquisadores tamb\u00e9m coletaram cera do ouvido de 50 pessoas saud\u00e1veis para compara\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEles ent\u00e3o analisaram as amostras usando um m\u00e9todo capaz de detectar com precis\u00e3o a presen\u00e7a de compostos org\u00e2nicos vol\u00e1teis COVs) \u2014 subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que evaporam facilmente no ar.<br \/>\nOs pesquisadores identificaram 27 compostos na cera do ouvido que funcionam como uma esp\u00e9cie de impress\u00e3o digital no diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer. Em outras palavras, o grupo conseguiu prever com 100% de precis\u00e3o se algu\u00e9m tinha c\u00e2ncer (linfoma, carcinoma ou leucemia) baseado nas concentra\u00e7\u00f5es dessas 27 mol\u00e9culas.<br \/>\nCuriosamente, o teste n\u00e3o conseguiu distinguir entre diferentes tipos de c\u00e2ncer, sugerindo que essas mol\u00e9culas s\u00e3o produzidas pelas c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, ou em resposta a elas, em todos esses tipos da doen\u00e7a.<br \/>\n&#8220;Embora o c\u00e2ncer consista em centenas de doen\u00e7as, do ponto de vista metab\u00f3lico, o c\u00e2ncer \u00e9 um \u00fanico processo bioqu\u00edmico, que pode ser detectado em qualquer est\u00e1gio por meio da avalia\u00e7\u00e3o de COVs espec\u00edficos&#8221;, explicou Antoniosi Filho.<br \/>\nApesar de em 2019 o grupo ter identificado 27 COVs, atualmente os pesquisadores est\u00e3o focando em um n\u00famero pequeno deles que s\u00e3o produzidos exclusivamente por c\u00e9lulas cancer\u00edgenas como parte de seu metabolismo \u00fanico.<br \/>\nEm um estudo ainda n\u00e3o publicado, Antoniosi Filho diz que tamb\u00e9m demonstrou que o cerumenograma \u00e9 capaz de detectar as altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas que ocorrem nos est\u00e1gios pr\u00e9-c\u00e2ncer, quando as c\u00e9lulas exibem mudan\u00e7as anormais que podem potencialmente levar ao c\u00e2ncer, mas que ainda n\u00e3o s\u00e3o cancer\u00edgenas.<br \/>\n&#8220;Considerando que a medicina indica que a maioria dos c\u00e2nceres diagnosticados no est\u00e1gio 1 tem at\u00e9 90% de taxa de cura, \u00e9 conceb\u00edvel que o sucesso no tratamento seja muito maior com o diagn\u00f3stico em est\u00e1gios pr\u00e9-c\u00e2ncer.&#8221;<br \/>\nO grupo de pesquisa tamb\u00e9m est\u00e1 estudando se as altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas causadas pelo in\u00edcio de doen\u00e7as neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, poderiam ser detectadas por esse tipo de dispositivo, embora esse trabalho ainda esteja em est\u00e1gio inicial.<br \/>\n&#8220;No futuro, esperamos que o cerumenograma se torne um exame cl\u00ednico de rotina, feito preferencialmente a cada seis meses, que permita, com uma pequena por\u00e7\u00e3o de cera do ouvido, diagnosticar simultaneamente doen\u00e7as como diabetes, c\u00e2ncer, Parkinson e Alzheimer, al\u00e9m de avaliar as mudan\u00e7as metab\u00f3licas decorrentes de outras condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade&#8221;, afirma Antoniosi Filho.<br \/>\nRecentemente, o hospital Amaral Carvalho, em S\u00e3o Paulo, adotou o cerumenograma como uma t\u00e9cnica de diagn\u00f3stico e monitoramento para o tratamento de c\u00e2ncer.<br \/>\nMusah tamb\u00e9m acredita que a pesquisa dela vai um dia ajudar pessoas que sofrem da doen\u00e7a de M\u00e9ni\u00e8re, uma condi\u00e7\u00e3o para a qual atualmente n\u00e3o h\u00e1 cura. Ela espera validar seus testes em uma amostra maior de pacientes na cl\u00ednica, antes de produzir um teste diagn\u00f3stico que possa ser usado pelos m\u00e9dicos em seus consult\u00f3rios.<br \/>\n&#8220;Estamos atualmente trabalhando no desenvolvimento de um kit de testes muito similar ao que tivemos durante a Covid-19, que as pessoas podiam comprar e testar nelas mesmas&#8221;, detalhou Musah.<br \/>\n<strong>Entendendo a cera do ouvido<\/strong><br \/>\nSegundo Musah, a simples observa\u00e7\u00e3o de que os n\u00edveis de tr\u00eas \u00e1cidos graxos est\u00e3o muito baixos em compara\u00e7\u00e3o ao de uma cera normal pode nos dar algumas pistas do que pode ser investigado mais a fundo.<br \/>\n&#8220;Talvez isso nos ajude a entender o que causa a doen\u00e7a, ou mesmo sugerir maneiras para trat\u00e1-la&#8221;, afirma.<br \/>\nMusah diz que ainda \u00e9 preciso muito trabalho para entender a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de uma cera de um ouvido saud\u00e1vel, e como ela muda em diferentes estados da doen\u00e7a. Mas ela espera que que um dia isso possa ser usado em hospitais para diagnosticar doen\u00e7as, assim como \u00e9 feito com o sangue atualmente.<br \/>\n&#8220;A cera do ouvido \u00e9 uma matriz realmente incr\u00edvel para se usar porque \u00e9 rica em lip\u00eddios, e h\u00e1 v\u00e1rias doen\u00e7as que s\u00e3o um consequ\u00eancia da desregula\u00e7\u00e3o do metabolismo de lip\u00eddico.&#8221;<br \/>\nPerdita Barran, qu\u00edmica e professora na Universidade de Manchester, na Inglaterra, n\u00e3o estuda a cera do ouvido especificamente, mas faz an\u00e1lise biol\u00f3gica de mol\u00e9culas e investiga se elas pode ser usada para diagnosticar doen\u00e7as.<br \/>\nEla concorda que, em teoria, faz sentido que a cera do ouvido possa ser usada para detectar sinais de doen\u00e7as.<br \/>\n&#8220;Os compostos que voc\u00ea encontra no sangue tendem a ser sol\u00faveis em \u00e1gua, enquanto a cera do ouvido \u00e9 rica em lip\u00eddio, e lip\u00eddios n\u00e3o gostam de \u00e1gua&#8221;, disse Barran.<br \/>\n&#8220;Ent\u00e3o, se voc\u00ea estudar apenas o sangue, voc\u00ea vai obter metade de um quadro. Os lip\u00eddios s\u00e3o como um can\u00e1rio em uma mina de carv\u00e3o. Eles s\u00e3o os que come\u00e7am a mudar primeiro.&#8221; (F0nte: BBC Future)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 alaranjada, \u00e9 grudenta, e provavelmente \u00e9 a \u00faltima coisa sobre a qual voc\u00ea gostaria de falar em uma conversa. 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