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	<description>Com Shirley de Souza O’Campos</description>
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	<title>Blog da Condessa</title>
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	<item>
		<title>Prospera MEI: em Mato Grosso, 270 mil microempreendedores poderão ser beneficiados por medidas de apoio ao setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 09:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No estado, quase 42% dos MEIs deixaram de pagar algum boleto mensal, enquanto 61% têm interesse em vender para o governo, segundo pesquisa do Sebrae O Governo Federal anunciou o Prospera MEI, um conjunto de medidas que beneficiarão mais de 17,6 milhões de microempreendedores individuais (MEIs) em todo o país, dos quais 7,8 milhões são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No estado, quase 42% dos MEIs deixaram de pagar algum boleto mensal, enquanto 61% têm interesse em vender para o governo, segundo pesquisa do Sebrae</em></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>O Governo Federal anunciou o Prospera MEI, um conjunto de medidas que beneficiarão mais de 17,6 milhões de microempreendedores individuais (MEIs) em todo o país, dos quais 7,8 milhões são mulheres. As iniciativas são voltadas à regularização de dívidas, ao acesso a recursos para investir, à ampliação do faturamento e à redução de burocracias. No Mato Grosso, estado que reúne pouco mais de 547 mil pequenos negócios, dos quais cerca de 270 mil são microempreendedores individuais, as ações do Prospera MEI chegam a um público que enfrenta desafios financeiros, mas também demonstra interesse em ampliar seus negócios.<br />
Segundo a pesquisa Perfil do MEI, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), quase 42% dos microempreendedores individuais mato-grossenses deixaram de pagar algum boleto mensal do MEI. Ao mesmo tempo, 61% têm interesse em vender para o governo, indicando uma oportunidade de ampliar a participação desses pequenos negócios nas compras públicas.<br />
Ainda de acordo com a pesquisa do Sebrae, 80% dos MEIs mato-grossenses acreditam que a formalização contribuiu para aumentar as vendas e o faturamento de seus negócios.<br />
<strong>PERDÃO DE DÍVIDAS COM A UNIÃO </strong>– O Prospera MEI reúne iniciativas para enfrentar dificuldades de acesso ao crédito e apoiar a continuidade e a expansão dos pequenos negócios. Sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (21/10), o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 186/2026 altera a Lei Complementar nº 123/2006, que estabelece as regras do Simples Nacional, e atualiza o limite de receita bruta anual, o número de empregados que podem ser contratados pelos MEIs e as condições para a remissão de créditos de titularidade da União.</p>
<p><strong>CONFIRA O QUE MUDA COM O PLP 186:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Perdão de dívidas –</strong> remissão integral dos débitos inscritos ou não na dívida ativa da União.</li>
<li><strong>Teto de faturamento – </strong>de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e para R$ 140 mil em 2028.</li>
<li><strong>Contratação de empregados – </strong>até dois funcionários, em vez de um.</li>
<li><strong>Compras públicas –</strong> limite das licitações exclusivas para micro e pequenas empresas sobe de R$ 80 mil para R$ 130,9 mil.</li>
<li><strong>Contrata+Brasil –</strong> teto de valor para contratações de MEIs subirá de R$ 13 mil para R$ 32,7 mil.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além das medidas aprovadas, o Prospera MEI inclui a renegociação de dívidas bancárias pelo Desenrola 3.0, com desconto mínimo de 90% na compra das carteiras de crédito pelas instituições financeiras; apoio não reembolsável de até R$ 5 mil para investimentos nos pequenos negócios, por meio do PixMEI (com limite de até 1 milhão de beneficiários entre 2027 e 2030); e dispensa da emissão de notas fiscais nas vendas de MEIs para pessoas físicas. Os nanomeis ficam dispensados de emitir nota em todas as vendas e também de criar CNPJ.</p>
<p><strong>PERDÃO DE DÍVIDAS COM A UNIÃO –</strong> A lei prevê a remissão integral dos débitos tributários federais dos MEIs de titularidade da União, inscritos ou não na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. O benefício abrange o valor original das contribuições previdenciárias em atraso, multas, juros e encargos de cobrança, inclusive dívidas ajuizadas ou parceladas.</p>
<p>A medida entra em vigor em 1º de janeiro de 2027 e prevê o perdão automático das dívidas, sem necessidade de solicitação pelo empreendedor à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Para manter o benefício, o MEI deverá pagar em dia as guias mensais do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) durante os seis meses seguintes à entrada em vigor da lei.</p>
<p>A remissão também alcança o saldo devedor de parcelamentos em andamento, mas não permite a devolução de valores já pagos. Os microempreendedores que tenham processos judiciais em andamento para contestar as dívidas deverão desistir das ações para obter a baixa definitiva, sem cobrança de honorários advocatícios pela desistência.</p>
<p>A medida poderá beneficiar mais de 3,6 milhões de microempreendedores, com o perdão de mais de R$ 18,7 bilhões em dívidas. O valor médio dos débitos é de aproximadamente R$ 3,4 mil.3</p>
<p><strong>AUMENTO DO TETO DE FATURAMENTO</strong> – O limite anual de faturamento do MEI passará dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. A proposta também permite a contratação de até dois empregados, em vez de um.</p>
<p>O teto de faturamento não é atualizado desde 2018. Com a mudança, o microempreendedor poderá aumentar sua receita sem precisar deixar o regime simplificado tão cedo, mantendo o pagamento mensal do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).</p>
<p>A mudança também pode beneficiar empresas do Simples Nacional com faturamento anual de até R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, que poderão voltar a se enquadrar como MEI, conforme as regras previstas na proposta.</p>
<p><strong>MAIS OPORTUNIDADES NAS COMPRAS PÚBLICAS</strong> – A proposta amplia as oportunidades de contratação de pequenos negócios pelo poder público. O valor das licitações exclusivas para microempresas e empresas de pequeno porte sobe de R$ 80 mil para R$ 130.984,20.</p>
<p>No Contrata+Brasil, plataforma digital que conecta a administração pública de todo o país à contratação direta de prestadores de serviços cadastrados como MEI, o limite por serviço passa de R$ 13.098,41 para R$ 32.746,06.</p>
<p>Até 13 de outubro de 2026, o programa havia registrado 8.356 contratos finalizados, que somavam R$ 47,9 milhões. Ao todo, eram 24.537 MEIs e 2.744 órgãos cadastrados, além de 245 oportunidades abertas. (Fonte: Secretaria de Comunicação Social)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Exposição Elementos destaca a arte em cerâmica e valoriza talentos</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/cidades/exposicao-elementos-destaca-a-arte-em-ceramica-e-valoriza-talentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 09:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O saguão principal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebe, de 3 a 6 de novembro, a exposição cultural Elementos, que reúne peças de cerâmica produzidas por alunos do Ateliê Tudo à Mão &#8211; Dalva Zulli e artistas convidados. A mostra integra a programação de feiras e exposições promovida pela Secretaria de Cultura e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O saguão principal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebe, de 3 a 6 de novembro, a exposição cultural Elementos, que reúne peças de cerâmica produzidas por alunos do Ateliê Tudo à Mão &#8211; Dalva Zulli e artistas convidados. A mostra integra a programação de feiras e exposições promovida pela Secretaria de Cultura e Memória da ALMT e busca valorizar a produção artística, o artesanato e os talentos locais.</p>
<p>A exposição apresenta peças utilitárias e decorativas, produzidas por meio de diferentes técnicas de modelagem, incluindo o trabalho manual e a utilização do torno. Os visitantes também podem conhecer a arte marajoara, manifestação de origem indígena que se caracteriza pelos desenhos e grafismos feitos à mão.</p>
<p>A ceramista Dalva Zulli explica que a proposta desta edição é dar protagonismo aos alunos do ateliê e mostrar que a produção artística pode ser aprendida por qualquer pessoa, desde que haja orientação e dedicação.</p>
<p>“Eu quero mostrar o que elas aprendem, o que é possível uma pessoa aprender. Tem pessoas que chegam ao meu ateliê e falam: ‘Ah, eu não consigo fazer nada’. Isso não existe. Existe técnica e uma sequência de aprendizado. Todo mundo aprende a fazer tudo o que quiser”, afirmou.</p>
<p>Dalva destaca que a exposição também representa uma oportunidade de apresentar a cerâmica a pessoas que ainda não tiveram contato com essa manifestação artística.</p>
<p>“O espaço aqui é ótimo, é maravilhoso. A gente tinha até cogitado fazer em um lugar particular, mas pensamos bem e resolvemos fazer aqui, porque dá a chance de as pessoas que nunca viram as cerâmicas conhecerem esse trabalho. Aqui tem público de todo jeito”, ressaltou.</p>
<p>Os expositores têm diferentes formações profissionais e trajetórias. Entre os participantes estão psicólogos, dentistas, decoradores e aposentados que encontraram na cerâmica uma forma de expressão artística e, em muitos casos, uma atividade terapêutica.</p>
<p>Além dos alunos, a mostra conta com a participação de artistas convidados, como Lígia Maciel, Carolina Teixeira e Luciana Wolf, que mantêm parcerias com Dalva em atividades relacionadas à cerâmica e às queimas das peças.</p>
<p>A exposição também reúne trabalhos do professor de torno Samuel Suniaga, que explica como funciona a técnica.</p>
<p>“O torno é uma ferramenta ancestral, muito antiga. Basicamente, colocamos o barro na roda e direcionamos o movimento para criar formas, geralmente redondas. A partir disso, fazemos intervenções para dar forma à peça”, explicou.</p>
<p>Para ele, a experiência artística vai além da produção de objetos. “Eu acho que as pessoas têm que experimentar isso pelo menos uma vez na vida, porque é um processo que te transforma. Você chega pensando que não é capaz, que não consegue, mas todos nós temos essa capacidade. É só dedicar um pouquinho que consegue”, afirmou.</p>
<p>O público pode conferir peças exclusivas, entre objetos utilitários e decorativos, com valores acessíveis. A produção artesanal exige tempo, cuidado e atenção a cada etapa, desde a modelagem até a secagem e a queima.</p>
<p>Segundo Dalva Zulli, uma peça pequena pode levar cerca de 20 dias para ficar pronta. Já uma xícara, por exemplo, não é entregue em menos de 30 dias, devido ao processo de secagem, que precisa ocorrer de maneira gradual para evitar rachaduras.</p>
<p>“Na cerâmica, nada se faz correndo. Você constroi a peça, modela, ela ainda está úmida e precisa deixar secar. Como Cuiabá é muito quente, temos que mantê-la plastificada, com pano e plástico, durante quatro ou cinco dias, para não secar de uma vez e rachar”, explicou, ao acrescentar que dependendo do tamanho e das características da peça, o processo pode levar meses.</p>
<p>Entre os artistas participantes está Célio Henrique dos Reis Gonçalves, conhecido como Pixote, que apresenta peças inspiradas na arte marajoara. O artista utiliza materiais cerâmicos reaproveitados, como tijolos, que são desmanchados e transformados em novas peças.</p>
<p>“Isso aqui é tudo na mão, é tudo desenhado. Eu pego o tijolo, a cerâmica, desmancho e faço a peça”, explicou.</p>
<p>O artista também produz vasos e fontes de diferentes tamanhos. A participação na exposição representa uma oportunidade de apresentar seu trabalho ao público e compartilhar a experiência artística com outros expositores.</p>
<p>O secretário do Instituto Memória do Poder Legislativo, Elias Santos, destacou que a realização das exposições no saguão principal atende a uma orientação da Mesa Diretora da ALMT, com o objetivo de ampliar a divulgação dos artistas e transformar o espaço em um ambiente de valorização cultural.</p>
<p>Segundo ele, o local recebe diariamente um grande fluxo de pessoas, entre servidores, visitantes, cidadãos que procuram os serviços do Espaço Cidadania e pessoas que circulam pelos gabinetes parlamentares.</p>
<p>“A gente quer tornar esse espaço do salão de entrada da Assembleia um local para divulgar os nossos artistas, de várias formas. Essa semana estamos divulgando o trabalho do Ateliê Dalva Zulli, dos alunos que aprendem a trabalhar com cerâmica e estão expondo seus trabalhos”, afirmou.</p>
<p>Elias também ressaltou a qualidade das peças produzidas pelos participantes e a importância do trabalho desenvolvido pelo ateliê na formação de novos artistas e artesãos.</p>
<p>“É um trabalho muito bonito, que demonstra a importância do ensinamento do ateliê. Os alunos conseguem ter uma qualidade muito boa nos seus produtos. Vale a pena conhecer e valorizar esse trabalho”, acrescentou.</p>
<p><strong>Programação cultural até dezembro &#8211; </strong>A programação cultural da ALMT segue ao longo dos próximos meses, ampliando as oportunidades para que artistas, artesãos e servidores apresentem seus trabalhos à sociedade.</p>
<p>De 9 a 13 de novembro, o saguão principal recebe a Exposição de Arte Sacra, dedicada a obras que retratam a fé, a espiritualidade e as tradições culturais. Já nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro, será realizada a exposição Prata da Casa, iniciativa que abre espaço para que servidores da Assembleia Legislativa apresentem seus talentos e produções artísticas.</p>
<p>A programação também prevê o lançamento de mais um selo comemorativo da ALMT, alusivo aos 190 anos do Parlamento estadual. A atividade contará com a exposição de objetos pessoais do piloto Ayrton Senna, como capacete e troféus.</p>
<p>“Ficamos um período com a utilização do espaço reduzida por causa das eleições e da presença do Tribunal Regional Eleitoral, que realizou a confecção de títulos. Agora, voltamos com força total, com uma programação que valoriza os artistas, o artesanato, o empreendedorismo e os talentos locais”, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Final do SuperChef da Educação reúne 13 merendeiros em Cuiabá e premia vencedores e escolas</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/final-do-superchef-da-educacao-reune-13-merendeiros-em-cuiaba-e-premia-vencedores-e-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Competição será realizada em 5 de novembro, em Cuiabá; escolas dos três primeiros colocados receberão R$ 20 mil cada para equipar as cozinhas Treze merendeiras e merendeiros vão preparar suas receitas ao vivo na final da quarta edição do SuperChef da Educação, em 5 de novembro, em Cuiabá. Os três primeiros colocados receberão R$ 9 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Competição será realizada em 5 de novembro, em Cuiabá; escolas dos três primeiros colocados receberão R$ 20 mil cada para equipar as cozinhas</em></p>
<p><em><br />
</em>Treze merendeiras e merendeiros vão preparar suas receitas ao vivo na final da quarta edição do SuperChef da Educação, em 5 de novembro, em Cuiabá. Os três primeiros colocados receberão R$ 9 mil, R$ 7 mil e R$ 5 mil, respectivamente.</p>
<p>As escolas dos vencedores também ganharão R$ 20 mil cada. Os recursos serão destinados à compra de máquinas, equipamentos e utensílios escolhidos para suas cozinhas.</p>
<p>Os finalistas foram selecionados entre 373 receitas inscritas nesta edição. Nutricionistas da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) fizeram a avaliação inicial. As preparações classificadas seguiram para votação da comunidade escolar e, em julho, disputaram as semifinais presenciais nas etapas regionais.</p>
<p>Na final, os participantes terão de reproduzir os pratos diante de uma banca com quatro jurados. Bruno Kimura avaliará organização, higiene e tempo de preparo. Ariani Malouf, Miguel Ângelo e Hélia Belmiro, merendeira da rede municipal de Colniza, julgarão criatividade, sabor, apresentação, aroma e textura.</p>
<p>As receitas precisam ser salgadas, inéditas no cardápio da alimentação escolar e incluir proteína de origem animal. Também devem priorizar alimentos in natura ou minimamente processados e valorizar produtos da agricultura familiar. A competição não permite ingredientes ultraprocessados nem determinados produtos, como maionese e temperos com glutamato monossódico.</p>
<p>A expectativa para o evento é grande, segundo a coordenadora de Alimentação Escolar da Seduc, Luana Leão. “Quero que nossos competidores tenham um dia maravilhoso, que possam mostrar todo o seu talento e, acima de tudo, se sintam valorizados e reconhecidos”, afirmou.</p>
<p>Para ela, o SuperChef é uma oportunidade de celebrar profissionais que, com dedicação e carinho, contribuem diariamente para a alimentação e o bem-estar dos estudantes. Os três grêmios estudantis com maior engajamento nas etapas de inscrição e votação receberão kits de mídia durante a cerimônia final.</p>
<p>“Quando os alunos se envolvem, ajudam a valorizar as receitas e a alimentação escolar. Esse contato também aproxima a comunidade da cozinha e mostra que os estudantes têm espaço para contribuir com a rotina da escola”, conclui Luana Leão.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>‘Retratos Negros’</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/cultura/retratos-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição fotográfica exalta identidade e abre os caminhos para a 6ª edição do projeto Mato Grosso Afro Fashion Está aberta ao público a exposição fotográfica &#8220;Retratos Negros&#8221;, iniciativa que marca a transição entre o encerramento do ciclo anterior e as ações da 6ª edição do projeto Mato Grosso Afro Fashion. Realizada como fruto do trabalho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exposição fotográfica exalta identidade e abre os caminhos para a 6ª edição do projeto Mato Grosso Afro Fashion</em><br />
Está aberta ao público a exposição fotográfica &#8220;Retratos Negros&#8221;, iniciativa que marca a transição entre o encerramento do ciclo anterior e as ações da 6ª edição do projeto Mato Grosso Afro Fashion. Realizada como fruto do trabalho coletivo da 5ª edição no ano passado, a mostra reúne registros marcantes assinados pelo fotógrafo Dizão, apresentando os alunos e modelos participantes das oficinas formativas em um mergulho na estética, na diversidade e na valorização da cultura afro-brasileira.</p>
<p>A exposição tem caráter itinerante e percorrerá diversos espaços e municípios mato-grossenses. As imagens refletem um percurso coletivo de criação e experimentação em que a fotografia e a moda se afirmam como linguagens de identidade, representatividade e pertencimento. Além disso, como legado dessa 5ª edição, foram produzidos três catálogos digitais com moda autoral e referências afrodiaspóricas, bem como uma zine coletiva fundamentada na poesia marginal, todos acessíveis ao público via QR Code durante a exposição.</p>
<p><strong>Moda como ferramenta de transformação social<br />
</strong><br />
Enquanto a exposição celebra a trajetória recente, a 6ª edição do Mato Grosso Afro Fashion já está sendo preparada. O ponto alto da programação desta nova edição será o tradicional desfile oficial, previsto para acontecer durante a Semana da Consciência Negra.</p>
<p>Muito além de um evento de passarela, o Mato Grosso Afro Fashion consolida-se como um projeto social de impacto, focado na inclusão e no empoderamento de jovens negros no estado.</p>
<p>&#8220;O Mato Grosso Afro não é só um desfile. É um projeto social de inclusão que coloca a pessoa negra como protagonista, não apenas como coadjuvante&#8221;, destaca o idealizador do projeto e diretor de desfile, Marcelo Rondon. &#8220;Nossa proposta utiliza a educação e a moda para transformar vidas. Queremos dar aos nossos jovens o primeiro degrau para que possam trilhar seus caminhos com orgulho e refinamento em qualquer espaço que ocuparem&#8221;.</p>
<p>Durante o ciclo formativo de 2026, os alunos participam de oficinas e aulas práticas que abrangem desde a valorização da identidade visual e ancestralidade com técnicas de tranças e maquiagem/automaquiagem para a pele negra até postura, etiqueta profissional, passarela e comportamento.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong><br />
Evento: Exposição Fotográfica Retratos Negros (Projeto Mato Grosso Afro / Afro Fashion Day)<br />
Local: Casa Cuiabana (Av. Gen. Valle, 181 &#8211; Bandeirantes, Cuiabá – MT)<br />
Entrada: Gratuita<br />
Acesso aos Catálogos Digitais e Conteúdos: Disponível via QR Code na exposição.<br />
Desfile Oficial da 6ª Edição: Programado para a Semana da Consciência Negra (Dat</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quem empreende não precisa caminhar sozinho</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/artigos/quem-empreende-nao-precisa-caminhar-sozinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 20:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma cidade não pode falar em desenvolvimento e deixar de olhar para quem abre uma pequena empresa, emprega uma ou duas pessoas e luta todos os dias para continuar de portas abertas. Conheço essa realidade como empresário. Empreender exige coragem, mas também preparo para administrar, vender, cuidar das pessoas e tomar decisões que podem definir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cidade não pode falar em desenvolvimento e deixar de olhar para quem abre uma pequena empresa, emprega uma ou duas pessoas e luta todos os dias para continuar de portas abertas.</p>
<p>Conheço essa realidade como empresário. Empreender exige coragem, mas também preparo para administrar, vender, cuidar das pessoas e tomar decisões que podem definir o futuro de um negócio. Para quem tem uma pequena empresa, cada dificuldade pesa, e nem sempre há tempo ou recursos para buscar a orientação necessária.</p>
<p>Há, ainda, uma questão importante: muitos pequenos comerciantes não se enxergam como empresários. Passam o dia cuidando das vendas, das contas, dos funcionários e dos problemas que surgem. Concentrados em manter o negócio funcionando, fazem como se diz no futebol: vivem cobrando escanteio e cabeceando. Nessa rotina, nem sempre conseguem olhar para a empresa de forma estratégica, buscar conhecimento e trocar experiências.</p>
<p>Ser pequeno no tamanho do negócio não significa ser menor como empresário. Quem empreende assume riscos, gera renda e movimenta a economia. Tem seu lugar e sua importância. E não precisa enfrentar todos os desafios sozinho.</p>
<p>À frente da CDL Cuiabá, tenho buscado ampliar os caminhos para que os empresários se preparem melhor para as exigências do mercado. O Efeito Líder, treinamento gerencial, e o Conecta Negócios, realizado em parceria com o Sebrae, aproximam os empreendedores de conhecimentos e experiências que podem fazer diferença na gestão de suas empresas. O Conecta Negócios reúne consultorias, oficinas, palestras e a imersão em São Paulo.</p>
<p>Também precisamos criar meios de vender mais. O Liquida CDL, e o Natal Premiado, que volta neste ano, buscam movimentar o comércio e fortalecer os negócios locais. São iniciativas que ajudam a transformar capacitação e representatividade em oportunidades concretas.</p>
<p>Mas o sucesso de uma empresa não depende apenas da capacidade e do esforço de quem empreende. Depende também do ambiente de negócios em que ela está inserida. Acesso a crédito, segurança, infraestrutura, mão de obra qualificada e regras claras fazem diferença na decisão de investir, contratar e crescer.</p>
<p>Não basta incentivar as pessoas a empreender. Precisamos criar condições para que elas mantenham seus negócios, gerem empregos e prosperem. Quando os obstáculos se acumulam, até uma empresa bem administrada enfrenta dificuldades para avançar.</p>
<p>Por isso, Cuiabá precisa olhar para as condições que oferece a quem empreende. Valorizar quem investe, trabalha e gera empregos significa buscar um ambiente mais favorável à atividade empresarial, com menos obstáculos e mais espaço para empresas de todos os portes.</p>
<p>A CDL Cuiabá deve ser um espaço também para o pequeno comerciante, o negócio familiar e quem está construindo sua trajetória. Não pode ser vista como uma entidade exclusiva para grandes empresas. Quanto mais empresários participarem, mais força teremos para defender os interesses de quem empreende e contribuir para a melhoria do ambiente de negócios.</p>
<p>Quando uma pequena empresa cresce, o impacto vai além do proprietário: pode significar mais empregos, renda para uma família e oportunidades para outras pessoas. Quando um negócio fecha, essas oportunidades também desaparecem.</p>
<p>Quero ver mais empresários próximos da CDL Cuiabá, participando das capacitações, trocando experiências e aproveitando o que construímos. E quero que quem ainda sonha em empreender encontre incentivo para se preparar e transformar seus planos em realidade.</p>
<p>Fortalecer os pequenos negócios é fortalecer Cuiabá. É valorizar quem trabalha, cria oportunidades e movimenta nossa economia. Uma cidade que oferece condições para seus empreendedores prosperarem amplia suas possibilidades de gerar empregos, renda e um futuro melhor para sua população.</p>
<p><strong><em>*Júnior Macagnam é empresário da moda em Cuiabá e Várzea Grandee atualmente é presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá)</em></strong></p>
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		<title>Cuiabá vistoria mais de 958 mil imóveis contra a dengue e reforça alerta para prevenção em casa</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/cidades/cuiaba-vistoria-mais-de-958-mil-imoveis-contra-a-dengue-e-reforca-alerta-para-prevencao-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), reforça o alerta à população sobre a importância de combater o mosquito Aedes aegypti dentro das residências. Com 931 casos autóctones de dengue em 2026, o município destaca que a eliminação de focos de água parada e a colaboração dos moradores são fundamentais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), reforça o alerta à população sobre a importância de combater o mosquito Aedes aegypti dentro das residências. Com 931 casos autóctones de dengue em 2026, o município destaca que a eliminação de focos de água parada e a colaboração dos moradores são fundamentais para evitar a proliferação do mosquito, transmissor também da chikungunya e da zika.</p>
<p>De acordo com o boletim epidemiológico atualizado em 29 de outubro, Cuiabá registrou seis novos casos de dengue na 42ª Semana Epidemiológica, além da inclusão de outros 41 referentes a semanas anteriores. No acumulado do ano, os registros representam um aumento de 4,2% em comparação com o mesmo período de 2025.</p>
<p>Em relação à chikungunya, são 65 casos autóctones confirmados, sem mortes. Já para zika, não houve novos registros na semana analisada, e o município permanece sem óbitos confirmados pela doença em 2026.</p>
<p>As equipes de Vigilância em Saúde Ambiental seguem realizando ações de combate ao vetor. Até o momento, foram vistoriados 958.373 imóveis, dos quais 100.614 receberam tratamento. Também foram tratados 114.317 depósitos e eliminados outros 29.015.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que o combate ao mosquito começa dentro de casa. A orientação é que os moradores verifiquem regularmente quintais e áreas externas, eliminem recipientes que possam acumular água, mantenham caixas d’água tampadas e façam a limpeza de calhas, vasos de plantas, pneus e garrafas.</p>
<p>Outro ponto fundamental é receber os agentes de combate às endemias durante as visitas domiciliares. Os profissionais são responsáveis por identificar possíveis criadouros, orientar os moradores e realizar as medidas necessárias de controle do mosquito.</p>
<p>A Prefeitura reforça que a participação da população é indispensável para interromper o ciclo de reprodução do Aedes aegypti. A prevenção deve ser feita diariamente, e não apenas durante períodos de maior incidência das doenças.</p>
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		<title>O teste simples de fitness que prevê o seu risco de morte</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/saude/o-teste-simples-de-fitness-que-preve-o-seu-risco-de-morte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 09:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o seu coração parece que vai sair pela boca quando você sobe as escadas ou você tem dificuldade de respirar ao correr para pegar o ônibus, talvez seja um sinal de que você não está no auge da sua forma física. Mas o que acontece depois que você termina o exercício pode ser igualmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o seu <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72m4mkgx60o">coração</a> parece que vai sair pela boca quando você sobe as escadas ou você tem dificuldade de respirar ao correr para pegar o ônibus, talvez seja um sinal de que você não está no auge da sua <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl9l79rp34o">forma física</a>.</p>
<p>Mas o que acontece depois que você termina o <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-58811111">exercício</a> pode ser igualmente revelador sobre o funcionamento interno do seu corpo.</p>
<p>O teste de <a href="https://my.clevelandclinic.org/health/articles/23490-heart-rate-recovery">recuperação da frequência cardíaca</a> (RFC) é a diferença entre o seu pulso quando o seu coração bombeia sangue a todo vapor durante o exercício e a velocidade dos seus batimentos cerca de um minuto depois.</p>
<p>A cardiologista Nieca Goldberg, da Faculdade de Medicina Grossman da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, explica que a RFC é um <a href="https://healthcare-bulletin.co.uk/article/study-of-recovery-heart-rate-as-an-indicator-of-cardiovascular-fitness-among-physically-active-and-inactive-students-3512/">bom indicador</a> da nossa saúde cardiovascular, que pode prever <a href="https://www.ahajournals.org/doi/full/10.1161/JAHA.117.005505">hipertensão arterial</a> e <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5524096/">eventos cardíacos</a>.</p>
<p>Mas a RFC é muito mais do que isso. Resultados ruins podem ser um sinal de alerta precoce. Eles ajudam a descobrir problemas ocultos com o restante do corpo, o que, fundamentalmente, inclui o nosso risco de morte em geral.</p>
<p>Em 1999, cientistas da Clínica Cleveland, no Estado americano de Ohio, publicaram um <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJM199910283411804">estudo surpreendente</a>. Eles examinaram a RFC de 2,4 mil adultos e os acompanharam por seis anos.</p>
<p>A equipe concluiu que as pessoas com baixa recuperação da frequência cardíaca apresentaram propensão a morrer cerca de quatro vezes maior que as demais, durante o período do estudo. E, desde então, outras equipes de várias partes do mundo encontraram <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10744592/">resultados similares</a>.</p>
<p>A RFC surgiu como um fator de previsão surpreendentemente eficiente da morte por qualquer causa, quer <a href="https://www.acpjournals.org/doi/abs/10.7326/0003-4819-132-7-200004040-00007">houvesse ou não algo de errado com o coração</a>. E, entre jovens adultos e pessoas na meia-idade, a RFC apresenta <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39894380/">relação ainda maior</a> com o risco de morte que a hipertensão arterial.</p>
<p>Aqui está uma forma simples e rápida de calcular a sua RFC, usando materiais que provavelmente você já tem em casa.</p>
<p><strong>Calculando a frequência cardíaca</strong></p>
<p><em>É importante consultar seu médico antes de começar um novo regime de exercícios.</em></p>
<p><em>Se você sofrer tontura, dor ou aperto no peito ou respiração curta desproporcional ao seu exercício, pare imediatamente. Este teste não é apropriado para pessoas com doenças cardíacas pré-existentes sem supervisão médica.</em></p>
<p>Antes de tudo, tenha à mão uma forma de anotar os seus dados e um cronômetro, disponível na maioria dos telefones celulares. Também seria útil um <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c70q208ey7ko">smartwatch</a> ou outro dispositivo vestível rastreador da atividade física.</p>
<p>Em seguida, você precisa calcular sua frequência cardíaca máxima. Se você tiver um smartwatch ou outro dispositivo similar, ele será capaz de responder. Caso contrário, ela é normalmente de cerca de 220 menos a sua idade.</p>
<p>Com isso, está na hora de fazer exercício. Sua intensidade deverá ser suficiente para elevar sua frequência cardíaca até 70 a <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3838873/">85% do máximo</a>: correr, andar de bicicleta ou remar, dependendo do seu grau de condicionamento físico.</p>
<p>Para calcular a RFC, tome seu pulso imediatamente depois que você terminar o exercício, quando ainda estiver no pico. A forma mais fácil é com um smartwatch ou um dispositivo de fitness.</p>
<p>Alternativamente, você também pode segurar um dos dedos contra o pescoço e contar os batimentos por 10 segundos. Multiplique o resultado por seis e você terá o número aproximado de batimentos por minuto.</p>
<p>Em seguida, descanse por um minuto, sentado ou deitado, e verifique novamente o pulso. Basta, então, subtrair o segundo número do primeiro e o resultado é a sua RFC.</p>
<p><strong>A RFC desejada</strong></p>
<p>O objetivo é que a sua frequência cardíaca retorne ao normal rapidamente após o término do exercício. Quanto mais rápido ela cair, melhor.</p>
<p>Uma boa recuperação da frequência cardíaca seria a queda em <a href="https://my.clevelandclinic.org/health/articles/23490-heart-rate-recovery">pelo menos 18 batimentos</a> no primeiro minuto.</p>
<p>Este número pode variar de um indivíduo para outro e depende de fatores como a idade. Mas uma RFC de menos de 12 batimentos pode colocar você em risco de <a href="https://www.sciencedirect.com/topics/medicine-and-dentistry/heart-rate-recovery">problemas de saúde</a> ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Alerta precoce</strong></p>
<p>Acredita-se que a relação entre a RFC e o risco de morte se <a href="https://thcabq.com/wp-content/uploads/2019/11/HEART-RATE-RECOVERY-IMMEDIATELY-AFTER-EXERCISE-AS-A-PREDICTOR-1.pdf">deva ao nervo vago</a>, uma ligação crítica entre o cérebro e o restante do corpo.</p>
<p>Ele retransmite sinais de e para o <a href="https://www.sciencefocus.com/the-human-body/vagus-nerve">coração, fígado, intestinos e outros órgãos</a>, controlando se você se encontra no modo mais estressante, de lutar ou fugir, ou no estado mais relaxado, de descansar e digerir.</p>
<p>&#8220;Temos estes dois sistemas que funcionam no coração, um freio e um acelerador&#8221;, explica a professora de exercício e ciências da saúde Lindsay Bottoms, da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido.</p>
<p>Quando nos exercitamos, o acelerador (também conhecido como <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK482280/">sistema nervoso simpático</a>) é ativado, fazendo o corpo entrar em modo &#8220;lutar ou fugir&#8221;. O coração bate com mais rapidez e os vasos sanguíneos se dilatam, permitindo o bombeamento de oxigênio para os músculos.</p>
<p>Quando encerramos o exercício, o nosso corpo precisa limpar os resíduos metabólicos criados durante a atividade física, como o ácido láctico e outros produtos residuais. E este processo exige oxigênio.</p>
<p>&#8220;Você precisa se livrar do oxigênio dos músculos&#8221;, explica Bottoms. &#8220;Por isso, você ainda precisa ter alto fluxo de sangue e é preciso manter sua frequência cardíaca alta.&#8221;</p>
<p>Ao final deste processo, o corpo aplica os freios e muda para o modo parassimpático. Este é o freio que coloca o corpo em modo de repouso e digestão.</p>
<p>À medida que melhora a nossa condição física, nosso corpo também melhora a alternância entre o acelerador e os freios. Isso é conhecido como tom vagal mais alto e é altamente benéfico.</p>
<p>Ele é relacionado à melhor <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12289630/">saúde mental</a> e <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39645073/">funções cognitivas</a>, além de melhor <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4082307/">saúde imunológica</a> e baixos níveis de inflamação, entre outros fatores. E inclui <a href="https://www.nejm.org/doi/abs/10.1056/NEJM199910283411804">menor risco de morte</a>.</p>
<p><strong>Espaço para melhorias</strong></p>
<p>Se você estiver preocupado com a sua RFC, Nieca Goldberg recomenda marcar uma consulta com um médico que possa realizar uma avaliação completa do seu risco cardíaco.</p>
<p>A boa notícia é que eventuais problemas que sejam identificados podem ser resolvidos. Pesquisas concluíram que é possível <a href="https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/circulationaha.110.005009">melhorar a RFC</a> com programas de exercícios, o que pode reduzir seu risco de morte para níveis normais.</p>
<p>Bottoms e Goldberg recomendam exercícios cardiovasculares regulares para manter o sistema cardiovascular em plena forma.</p>
<p>&#8220;Se você quiser melhorar sua recuperação da frequência cardíaca, tente caminhar a passos moderados, andar de bicicleta ou, se puder, correr lenta ou rapidamente ou nadar&#8221;, explica Goldberg. Você pode até tentar <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62e73lgv87o">dançar</a>, segundo ela.</p>
<p>E, se a sua RFC melhorar, você realmente terá um motivo para dançar e comemorar. (Fonte: BBC News)</p>
<p><strong><em>Importante:</em></strong><em> todo o conteúdo desta reportagem é fornecido apenas como informação geral e não deverá ser tratado como substituto ao aconselhamento de um médico ou outro profissional de saúde.</em></p>
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		<title>Experiência une conhecimento, descoberta e diversão</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/experiencia-une-conhecimento-descoberta-e-diversao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 16:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquário Municipal recebe 90 alunos em aula de campo sobre biodiversidade e cultura cuiabana Estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Antônia Tita Maciel de Campos participaram de uma experiência que uniu conhecimento, descoberta e diversão, durante aula de campo no Complexo Biocultural do Porto, localizado às margens do Rio Cuiabá, onde estão situados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aquário Municipal recebe 90 alunos em aula de campo sobre biodiversidade e cultura cuiabana</em></p>
<p>Estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Antônia Tita Maciel de Campos participaram de uma experiência que uniu conhecimento, descoberta e diversão, durante aula de campo no Complexo Biocultural do Porto, localizado às margens do Rio Cuiabá, onde estão situados o Aquário Municipal e Museu do Rio. Na oportunidade, conheceram diferentes espécies de peixes que compõem os Biomas de Mato Grosso e ampliaram os conhecimentos sobre a história e cultura regional, religiosidade e a vida dos povos ribeirinhos de Cuiabá.</p>
<p>A iniciativa é uma realização da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, visando transformar o espaço do antigo Mercado do Peixe e do Aquário Municipal em um centro educativo, cultural e ambiental, oferecendo atividades pedagógicas voltadas à compreensão da história da cidade, da cultura ribeirinha e da biodiversidade regional.</p>
<p>O projeto integra educação, cultura, patrimônio histórico e conservação ambiental, utilizando metodologias de aprendizagem em espaço não formal, especialmente por meio de visitas pedagógicas guiadas e oficinas educativas voltadas ao público escolar.</p>
<p>Ao todo, 90 estudantes participaram, sendo 45 no período matutino e 45 no vespertino. Desse total, 11 são pessoas com deficiência (PCD). A iniciativa proporcionou aos alunos um aprendizado mais dinâmico e significativo, considerando que as imagens marcam na memória.</p>
<p>Para a estudante Lara Martins, de 9 anos, foi uma oportunidade especial de aprender e se divertir. “Estou feliz e agradeço por terem nos liberado para essa aula de campo, gostei muito. Foi divertido e aprendemos muito”, declarou.</p>
<p>A coordenadora pedagógica da Emeb Antônia Tita Maciel de Campos, Sidnayra Gadelha explicou que a experiência foi marcada pela curiosidade e pela alegria das crianças. “Elas puderam vivenciar, fora da sala de aula, conteúdos que contribuem para a construção do conhecimento e a curiosidade estava explícita nos olhares, foi muito proveitoso. Gratidão a equipe do Aquário Municipal pela acolhida e atenção dedicadas aos estudantes”, frisou.</p>
<p>As visitações de escolas públicas ao Aquário Municipal, por meio das aulas de campo, seguem até o início de dezembro. A programação prevê a participação de outras 10 unidades educacionais com a perspectiva de ampliar o acesso dos estudantes a experiências educativas que integram conhecimento, cultura e preservação ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Gigantes do agro faturam R$ 2,1 trilhões e ampliam força na economia</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/uncategorized/gigantes-do-agro-faturam-r-21-trilhoes-e-ampliam-forca-na-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 09:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As 100 maiores empresas do agronegócio brasileiro alcançaram receita líquida conjunta de R$ 2,1 trilhões em 2025, crescimento de 13,45% em relação ao levantamento anterior. Desse total, R$ 1,24 trilhão ficou concentrado nas dez maiores companhias, responsáveis por aproximadamente 59% do faturamento do grupo. Os números integram o ranking Agro100, divulgado pela revista Forbes Brasil, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As 100 maiores empresas do agronegócio brasileiro alcançaram receita líquida conjunta de R$ 2,1 trilhões em 2025, crescimento de 13,45% em relação ao levantamento anterior. Desse total, R$ 1,24 trilhão ficou concentrado nas dez maiores companhias, responsáveis por aproximadamente 59% do faturamento do grupo. Os números integram o ranking Agro100, divulgado pela revista Forbes Brasil, e mostram a dimensão econômica das empresas que atuam no processamento, na comercialização e na exportação da produção agropecuária nacional.</p>
<p>O resultado foi impulsionado principalmente pelo comércio de produtos agrícolas e pela indústria de proteína animal. Entre os sete segmentos acompanhados pelo levantamento, seis registraram crescimento de receita superior à inflação de 2025. A expansão reflete o peso das cadeias de grãos, carnes, alimentos e energia na atividade econômica brasileira, embora o aumento do faturamento não signifique, necessariamente, crescimento equivalente dos lucros.</p>
<p>A liderança permanece com a JBS, que registrou receita líquida de R$ 480,58 bilhões. O valor corresponde a quase 39% do faturamento das dez primeiras colocadas e coloca a companhia em posição bastante superior à das demais empresas do ranking.</p>
<p>Na segunda posição aparece a MBRF, com R$ 163,96 bilhões, seguida pela Cargill Alimentos, com R$ 115,29 bilhões. Juntas, as três primeiras colocadas somaram aproximadamente R$ 760 bilhões, evidenciando a concentração de receitas nas cadeias de carnes e comercialização de alimentos.</p>
<p>O comércio de produtos agrícolas apresentou o maior crescimento percentual entre os segmentos avaliados, com expansão de 23,51%. O grupo reúne empresas que compram, armazenam, processam e comercializam commodities, especialmente soja e milho, além de operar na exportação de produtos brasileiros.</p>
<p>Para o produtor rural, a atuação dessas companhias tem influência direta sobre o escoamento das safras. Tradings e cooperativas participam da formação dos canais de comercialização, do financiamento de operações e da logística que liga as propriedades aos mercados consumidores. O crescimento dessas empresas amplia a dimensão econômica da cadeia, mas também reforça a importância da concorrência e da transparência nas relações comerciais.</p>
<p>O segmento de proteína animal registrou aumento de 16,37% na receita, segundo maior avanço do levantamento. O desempenho acompanha a importância da indústria frigorífica brasileira, que transforma a produção pecuária em alimentos destinados ao mercado interno e às exportações.</p>
<p>Além da JBS e da MBRF, a Minerva integra o grupo das dez maiores empresas, com faturamento de R$ 54,83 bilhões. As três companhias de proteína animal presentes na lista somaram aproximadamente R$ 699 bilhões, o equivalente a mais da metade da receita das dez líderes.</p>
<p>A concentração de receitas na indústria de carnes demonstra o tamanho da estrutura necessária para abate, processamento, distribuição e exportação. Também evidencia a dependência econômica entre frigoríficos e pecuaristas, uma relação em que os preços pagos pelos animais, os custos industriais e as condições de acesso aos mercados internacionais influenciam os resultados de toda a cadeia.</p>
<p>A agroenergia apresentou crescimento de 13,37%, impulsionada pelas atividades ligadas à produção de etanol e outros biocombustíveis. A Raízen Energia aparece na quinta posição do ranking, com receita de R$ 87,7 bilhões. O desempenho do segmento reforça a importância da transformação de matérias-primas agrícolas em energia, atividade que amplia a demanda por produtos como cana-de-açúcar e milho.</p>
<p>As empresas de alimentos e bebidas registraram expansão de 7,2%. Nesse grupo estão Cargill Alimentos, Ambev e Bunge Alimentos, que ocupam, respectivamente, a terceira, quarta e sexta posições. O segmento reúne operações de processamento e industrialização que agregam valor à produção agropecuária antes de sua chegada ao consumidor.</p>
<p>A celulose apresentou o desempenho mais fraco entre os sete setores acompanhados. A redução das cotações internacionais da matéria-prima pressionou as receitas das companhias, em um mercado sujeito às oscilações da demanda global e dos preços industriais. Mesmo nesse ambiente, a Suzano permaneceu entre as dez maiores empresas do agronegócio, com receita de R$ 50,12 bilhões.</p>
<p><strong>As dez maiores empresas do agronegócio em 2025</strong></p>
<table width="862">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Posição</strong></td>
<td><strong>Empresa</strong></td>
<td><strong>Receita líquida</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1ª</td>
<td>JBS</td>
<td>R$ 480,58 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2ª</td>
<td>MBRF</td>
<td>R$ 163,96 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>3ª</td>
<td>Cargill Alimentos</td>
<td>R$ 115,29 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>4ª</td>
<td>Ambev</td>
<td>R$ 88,24 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>5ª</td>
<td>Raízen Energia</td>
<td>R$ 87,70 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>6ª</td>
<td>Bunge Alimentos</td>
<td>R$ 76,01 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>7ª</td>
<td>Copersucar</td>
<td>R$ 65,78 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>8ª</td>
<td>Cofco International Brasil</td>
<td>R$ 61,63 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>9ª</td>
<td>Minerva</td>
<td>R$ 54,83 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>10ª</td>
<td>Suzano</td>
<td>R$ 50,12 bilhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Ranking Agro100, Forbes Brasil. Receitas líquidas referentes a 2025.</p>
<p>A presença de companhias de diferentes segmentos entre as líderes demonstra que o peso econômico do agronegócio vai muito além da produção dentro das propriedades. A atividade movimenta indústrias, sistemas de armazenagem, transporte, comércio exterior, processamento de alimentos e produção de energia.</p>
<p>O crescimento das receitas, entretanto, não permite concluir que todos os participantes dessas cadeias tenham registrado melhora equivalente de rentabilidade. O produtor rural continua sujeito às oscilações dos preços das commodities, aos custos dos insumos, às condições climáticas e às despesas financeiras, fatores que podem reduzir suas margens mesmo quando o faturamento das grandes empresas aumenta.</p>
<p>O levantamento também evidencia a importância de investimentos em infraestrutura e capacidade industrial. Com a produção brasileira de grãos projetada em aproximadamente 367 milhões de toneladas na safra 2026/27, a expansão da atividade agropecuária exigirá estruturas capazes de armazenar, transportar e transformar volumes cada vez maiores.</p>
<p>Os R$ 2,1 trilhões registrados pelas cem maiores empresas representam, portanto, a dimensão de uma cadeia econômica que se estende da propriedade rural ao mercado internacional. O desafio para os próximos anos será fazer com que o crescimento dessa estrutura também se traduza em maior eficiência, competitividade e oportunidades de renda para quem produz. ((Fonte: <a href="https://pensaragro.com.br/gigantes-do-agronegocio-faturam-r-21-trilhoes-e-ampliam-forca-na-economia-brasileira/#bd85e08e-9c85-488f-bf02-7338a16d3f22">Pensar Agro</a>)</p>
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		<title>Revitalização integra pacote destinado à recuperação de chafarizes em Cuiabá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2026 09:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Águas Cuiabá revitaliza chafariz do Museu da Caixa d’Água Velha Falta pouco para o chafariz na parte superior do Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, de Cuiabá, voltar ao pleno funcionamento. A reforma dessa estrutura arquitetônica, que compõe a beleza do cenário da área de contemplação de um dos mais importantes pontos histórico e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Águas Cuiabá revitaliza chafariz do Museu da Caixa d’Água Velha</em></p>
<p>Falta pouco para o chafariz na parte superior do Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, de Cuiabá, voltar ao pleno funcionamento. A reforma dessa estrutura arquitetônica, que compõe a beleza do cenário da área de contemplação de um dos mais importantes pontos histórico e cultural da Capital mato-grossense, entrou na segunda das três fases de revitalização realizada pela Águas Cuiabá, empresa do grupo Iguá Saneamento, em parceria com a Prefeitura Municipal.</p>
<p>O local, que era um antigo reservatório construído em estilo romano com duas galerias subterrâneas de pedra e abasteceu a cidade por quase 150 anos com a captação de mais de 1 milhão de litros de águas do Rio Cuiabá, por meio de um moderno sistema para a época, conta com uma queda d&#8217;água de aproximadamente 7 metros de altura em quase 20 metros de comprimento.</p>
<p>As atividades demandaram a reestruturação da alvenaria, retirada de todo o revestimento antigo, serviço de impermeabilização, além da colocação de uma pastilha cerâmica maior e mais resistente, a modernização e melhoria na parte hidráulica e elétrica.</p>
<p>“O serviço exige uma atuação integrada das equipes de eletromecânica, hidráulica e civil. Além da recuperação da estrutura, modernizamos os sistemas hidráulico e elétrico, com melhorias que contribuem para a durabilidade do equipamento e para a retomada de um espaço importante para a história e o lazer dos cuiabanos”, destaca o coordenador de Eletromecânica da Águas Cuiabá, Fabrício Martins.</p>
<p><strong>Espaço histórico e de convivência</strong> &#8211; O chafariz que já não funcionava há alguns anos, fica integrado ao deck de madeira na Área de Convivência que também está sendo toda reformada pela Prefeitura Municipal, para reativação completa que incluem um palco, sanitários e uma Ximbuva, que é uma árvore antiga usada pelos ribeirinhos para a produção de viola-de-cocho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aberto à visitação pública de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, o Museu da Caixa D’Água Velha reserva a exibição de objetos que foram fundamentais em seu funcionamento, como tubos de ferro fundido e registros usados para controlar a distribuição de água.</p>
<p>“Contribuir com a preservação de um marco de grande visibilidade histórica, no meio do saneamento, nos oferece a credibilidade de fazer parte das belezas culturais e riqueza histórica que se tem na Capital de Cuiabá. Ainda mais um espaço que promove um ambiente saudável e tem a preocupação com o bem-estar da população”, destaca o diretor operacional da Águas Cuiabá, Lucas Alves.</p>
<p><strong>Investimento &#8211;</strong> Os trabalhos, realizados em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, começaram pelas fontes das praças Alencastro e Ipiranga, com investimentos na recuperação dos sistemas operacionais, devolvendo vida aos chafarizes como parte do pacote de obras em comemoração ao aniversário da Capital.</p>
<p>A iniciativa foi ampliada para os chafarizes do Museu da Caixa D’Água Velha e do Parque das Águas. Com os investimentos, as estruturas estão sendo revitalizadas para restabelecer plenamente seu funcionamento e devolver à população o brilho e o encanto do espetáculo das águas.</p>
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