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	<description>Com Shirley de Souza O’Campos</description>
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	<title>Blog da Condessa</title>
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		<title>Para associações, normas ainda deixam pontos em aberto sobre cannabis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 22:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os avanços na regulamentação do uso de cannabis medicinal são reconhecidos pelas associações de pacientes, mas atualmente, no Brasil, cresce a necessidade de dar formas mais definidas a temas paralelos, como o cultivo, controle sanitário e o lugar da planta na agricultura familiar. O assunto foi debatido na sexta-feira (18), durante a 2ª edição da feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços na regulamentação do uso de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/cannabis-0">cannabis medicinal</a> são reconhecidos pelas associações de pacientes, mas atualmente, no Brasil, cresce a necessidade de dar formas mais definidas a temas paralelos, como o cultivo, controle sanitário e o lugar da planta na agricultura familiar.</p>
<p>O assunto foi debatido na sexta-feira (18), durante a 2ª edição da feira Febre de Arte, realizada em Fortaleza.</p>
<p>Nessa rodada inicial de debates, representantes das associações comentaram o clima de incerteza em que ainda têm atuado, e alguns citaram casos recentes de apreensões de encomendas e destruição pela polícia de plantações que serviam de insumo para medicamentos.</p>
<p>A paralisia de debates e andamentos concretos desde a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-da-diretoria-colegiada-anvisa-n-1.014-de-30-de-janeiro-de-2026-684839403">Resolução da Diretoria Colegiada </a>(RDC) 1.014 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem sido um empecilho para o setor, na avaliação de participantes do II Encontro Nacional Nordestino de Associações Canábicas (II Enac), organizado no âmbito da feira.</p>
<p>O diretor jurídico da Associação Canábica Florescer (Acaflor), de João Pessoa, Maurício Gomes, ressalta o prazo fixado para adaptação das associações ao novo cenário, de cinco anos, e entende que o Poder Judiciário jogou as questões a serem solucionadas no colo da Anvisa. &#8220;Quem está batendo na nossa porta não é a vigilância sanitária, é a polícia&#8221;, declarou.</p>
<p>O técnico da coordenadoria de vigilância sanitária do Ceará, Antônio Carlos Araújo Fraga, expressou preocupação com a relutância de colegas em fiscalizar adequadamente e concordou que há insegurança, pela falta de subsídios do órgão. Ele constata um vazio nas orientações práticas com o jogo de empurra-empurra. &#8220;Mesmo sem a regulamentação, não vai se saber o que fazer.&#8221;</p>
<p>Segundo ele, para a vigilância sanitária, este ano está sendo inovador, por conta do marco regulatório, que, segundo ele, é resultado dos movimentos sociais. &#8220;Não tem como fazer fiscalização sem diálogo [com tais movimentos]&#8221;, afirma, sugerindo às associações que acionem busquem apresentar suas reivindicações à Anvisa pelo <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2025/anvisa-lanca-novo-sistema-para-agendamento-de-audiencias">canal de agendamento de audiências</a>.</p>
<p>A Anvisa afirma ter garantido participação social no processo de elaboração das resoluções. O órgão informa um total de 29 consultas realizadas com associações de pacientes e a comunidade científica, além de analisadas experiências internacionais. Segundo a agência, foram recebidos e considerados 47 trabalhos científicos de 139 pesquisadores, sendo 41 do Brasil.</p>
<p><strong>Pesquisas</strong></p>
<p>A WeCann Academy é uma das redes internacionais de especialistas na área e um centro de formação, responsável também por organizar, em 2024, o maior Congresso de Medicina Endocanabinoide do mundo, o WeCann Summit, em Campinas. Além disso, consolidou quase 200 pesquisas no Mapa de Evidências da Cannabis Medicinal.</p>
<p>A comunidade canábica questiona os critérios de seleção dos materiais compilados. Uma das principais expoentes da difusão de dados sobre cannabis do Brasil, a Kaya Mind, criticou a falta de diversos aspectos: qual será o modelo definitivo de cultivo, quem poderá cultivar, quais serão os critérios técnicos, quais limites de THC deverão ser adotados e quando uma regulamentação efetivamente entrará em vigor.</p>
<p>De acordo com convidados dos painéis desta primeira fase do evento, um dos fatores desfavoráveis às associações e que podem explicar tais lacunas é a dificuldade das autoridades de delinear normas que abranjam todas as espécies de organizações do universo canábico, não somente a indústria.</p>
<p>Para Akemy Viana Pinheiro, colaboradora da Acura, não há interesse, por parte das associações, em evitar o acompanhamento de sua produção e distribuição. Ao contrário, a farmacêutica do terceiro setor defende que farmacêuticos e agrônomos se ajudem mutuamente e mantenham um controle extremamente rigoroso dos medicamentos.</p>
<p>&#8220;Não é preciso só pela legislação, mas pelo paciente&#8221;, justifica ela, mencionando a <a href="https://site.cff.org.br/noticia/noticias-do-cff/17/08/2026/cff-regulamenta-atuacao-do-farmaceutico-na-cadeia-produtiva-da-cannabis">Resolução nº 7/2026</a>, do Conselho Federal de Farmácia, feita para determinar como funções da categoria podem contribuir para se cumprir requisitos técnicos e atingir padrões de qualidade.</p>
<p><strong>Agricultura e condições de trabalho</strong></p>
<p>De acordo com o anuário da Kaya, o Instituto Tricomas, no Maranhão busca facilitar o acesso a medicamentos à base de cannabis por meio da agricultura familiar regenerativa e de sistemas agroflorestais.</p>
<p>Outra temática das mesas foram as condições em que atuam os trabalhadores das entidades. &#8220;A gente quer ter tudo regularizado, como qualquer outro prestador de serviço&#8221;, afirmou Isabela Luiza, porta-voz da Adapta.</p>
<p><strong>Potencial </strong></p>
<p>Um dos principais relatórios do país, o Anuário de Cannabis Medicinal 2025, da Kaya Mind, contabiliza 315 associações em atividade, seja pelo incentivo a pesquisas, pela sua especialidade em cuidados com animais de estimação, idosos e crianças, ajuste de dosagem ou assessoria jurídica para garantir direito ao uso dos produtos terapêuticos.</p>
<p>O documento registra ainda 27 hectares de cultivo pelas associações e um total de 47 associações com avanço judicial para possibilitar o plantio. Hoje são 873 mil pacientes canábicos no Brasil.</p>
<p><strong>Feira Febre de Arte</strong></p>
<p>A feira está sendo realizada no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, e conta com uma programação de atividades gratuitas que vão do campo da inovação ao da educação e da gastronomia.</p>
<p>O evento é organizado conjuntamente pela Agência Liamba 360º, a Ghost Produtora e a BTO.</p>
<p><strong>Ciclo regulatório da Anvisa</strong></p>
<p>A RDC 1.013/2026 traz os detalhes para a produção, com previsão de Autorização Especial (AE) exclusivamente para pessoas jurídicas e especifica como serão feitos o controle e a segurança dos locais, além de elencar sanções nos casos de irregularidade. Segundo a norma, os produtos para a pesquisa com Tetrahidrocanabinol (THC) acima de 0,3%, devem ser obtidos por meio de importação com autorização prévia da Anvisa e o cumprimento das exigências estabelecidas pela ONU.</p>
<p>A RDC 1.014/2026 estabelece o instrumento específico para associações de pacientes sem fins lucrativos e proíbe a comercialização de produtos, com a instituição do Ambiente Regulatório Experimental (Sandbox Regulatório) para testagem controlada. Fala sobre plano de monitoramento, indicadores e requisitos de controle de qualidade e rastreabilidade dos insumos e de produtos até chegarem aos pacientes.</p>
<p>Já a RDC 1.015/2026 atualiza o marco regulatório de fabricação e importação de produtos de cannabis instituído pela RDC 327/2019. Inclui pacientes que sofrem de doenças debilitantes graves, como fibromialgia e lúpus, no rol de pessoas autorizadas a fazerem uso medicinal de itens com concentração de THC (tetrahidrocanabinol) acima de 0,2%. Permitiu o uso de produtos de uso dermatológico, sublingual, bucal e inalatório. (Fonte: Agência Brasil)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuiabá lança Mutirão Fiscal com até 95% de desconto e parcelamento em 48x</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/cidades/cuiaba-lanca-mutirao-fiscal-com-ate-95-de-desconto-e-parcelamento-em-48x/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 09:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contribuintes de Cuiabá podem aproveitar o Mutirão Fiscal para regularizar débitos com descontos de até 95% sobre juros de mora e multa no pagamento à vista. A iniciativa também permite o parcelamento de débitos tributários em até 48 meses, com percentuais de desconto definidos conforme o número de parcelas. O maior abatimento é destinado aos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contribuintes de Cuiabá podem aproveitar o Mutirão Fiscal para regularizar débitos com descontos de até 95% sobre juros de mora e multa no pagamento à vista. A iniciativa também permite o parcelamento de débitos tributários em até 48 meses, com percentuais de desconto definidos conforme o número de parcelas.</p>
<p>O maior abatimento é destinado aos pagamentos à vista, desde que o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do exercício corrente também seja quitado nessa modalidade. Nos demais casos de pagamento integral, o desconto é de 90% sobre juros e multas.</p>
<p>A negociação contempla débitos do IPTU, do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e taxas municipais, além de débitos não tributários, como multas aplicadas pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), pelo Procon Municipal e pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.</p>
<p>O procurador-geral do município, Luiz Antônio Araújo Júnior, explica que a proposta é ampliar as possibilidades para que os contribuintes regularizem sua situação fiscal de acordo com sua capacidade de pagamento.</p>
<p>“O principal objetivo é oportunizar ao contribuinte a quitação dos débitos com descontos nos juros e na multa, inclusive de forma parcelada, para que possa regularizar sua situação de maneira mais facilitada e programada”, disse.</p>
<p>Para os débitos tributários, os descontos variam conforme o prazo escolhido. O contribuinte que optar pelo parcelamento entre 2 e 12 parcelas terá redução de 60% nos encargos. Para acordos de 13 a 24 parcelas, o desconto é de 50%; de 25 a 36 parcelas, 40%; e de 37 a 48 parcelas, 30%.</p>
<p>No caso dos débitos não tributários, o desconto chega a 50% sobre o valor da penalidade para pagamento à vista. Para quem escolher o parcelamento entre 2 e 48 meses, a redução varia de 10% a 35%.</p>
<p>Para os contribuintes, o Mutirão Fiscal representa uma oportunidade de regularização com diferentes condições de pagamento. Para o município, a medida contribui para a recuperação de créditos e a redução da judicialização das cobranças.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Por que a natureza te faz sentir mais calmo?</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/cotidiano/por-que-a-natureza-te-faz-sentir-mais-calmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com que frequência você sai ao ar livre e mergulha na natureza? Pesquisas mostram que conectar-se com ambientes naturais pode trazer diversos benefícios, desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Muitos de nós podemos confirmar que nos sentimos melhor depois de um passeio em meio à natureza. Mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com que frequência você sai ao ar livre e mergulha na natureza?</p>
<p>Pesquisas mostram que conectar-se com ambientes naturais pode trazer diversos benefícios, desde a redução da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknq462wt">ansiedade</a> e da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c5qvpqy94kvt">depressão</a> até a diminuição da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gl3zn4nyjo">pressão arterial</a>.</p>
<p>Muitos de nós podemos confirmar que nos sentimos melhor depois de um passeio em meio à natureza. Mas de onde vem essa afinidade com a <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c340q43x20wt">natureza</a>? E será que todos podem colher os mesmos benefícios?</p>
<p><strong>A natureza como medicina</strong></p>
<p>Há algum tempo, vêm sendo apontados os benefícios da natureza em ambientes de saúde.</p>
<p>Na década de 1980, um estudo constatou que pacientes submetidos a cirurgia de vesícula tinham condições de receber alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através de uma janela.</p>
<p>Pacientes que tinham vista para uma parede de tijolos não apenas precisavam de analgésicos mais fortes durante a recuperação, como também recebiam mais observações negativas por parte da equipe de enfermagem — como &#8220;abalado e choroso&#8221; ou &#8220;precisa de muito incentivo&#8221;.</p>
<p>Hoje, alguns hospitais e centros médicos estão ampliando essa ideia.</p>
<p>A organização beneficente de apoio a pacientes com câncer Maggie&#8217;s mantém centros voltados ao bem-estar em todo o <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknxvp53t">Reino Unido</a> e em locais como <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c2dwqdk4z8jt">Hong Kong</a> e <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c340q430wyvt">Japão</a>. Robin Muir é psicólogo clínico e dirige a unidade de Manchester, na Inglaterra.</p>
<p>Ele contou ao podcast da BBC <em>Why Do We Do That</em> que o prédio é cercado por um jardim de 360 ​​graus, com janelas do chão ao teto que trazem a natureza para dentro. Isso ajuda os visitantes a se sentirem tranquilos e conectados ao mundo exterior.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, as cidades podem, por vezes, carecer de ambientes naturais, vida selvagem e áreas verdes&#8221;, diz ele. Portanto, para alguém que passa por um tratamento contra o câncer, &#8220;o que aquele jardim e a natureza proporcionam é algo realmente terapêutico&#8221;.</p>
<p>E os benefícios da natureza não parecem se limitar à área da saúde.</p>
<p>Um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon (<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cdr56r2r88wt">EUA</a>), constatou que detentos que assistiam a vídeos da natureza de três a quatro vezes por semana cometiam 26% menos infrações violentas — o equivalente a 13 incidentes violentos ao longo de um ano.</p>
<p><strong>Como a natureza muda o corpo humano</strong></p>
<p>Uma ideia conhecida como hipótese da biofilia defende que os <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g67ljnj3lo">seres humanos</a> têm um impulso inato de estar próximos à natureza, uma vez que nossos ancestrais evoluíram em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso está codificado em nossos genes.</p>
<p>Embora existam evidências provenientes de estudos com gêmeos que sugerem um componente genético, até o momento não foi identificado nenhum gene — ou família de genes — que leve diretamente ao amor pela natureza.</p>
<p>No entanto, os cientistas têm algumas hipóteses sobre como passar tempo na natureza pode nos fazer sentir melhor, tanto em nível fisiológico quanto cognitivo.</p>
<p>Gregory Bratman, professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington (EUA), aponta a existência de duas teorias principais.</p>
<p>Uma delas é a hipótese da redução do <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c7vner4l96eo">estresse</a>, segundo a qual ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas em nosso organismo que diminuem os níveis de estresse.</p>
<p>Isso se manifesta por meio da ativação do sistema nervoso parassimpático — o chamado modo de &#8220;repouso e digestão&#8221;, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca.</p>
<p>Assim, segundo Bratman, o contato com a natureza poderia nos ajudar a nos preparar para eventos estressantes, neutralizar nossas reações ao estresse no momento em que ele ocorre e também auxiliar na recuperação posterior.</p>
<p>A outra ideia principal é a teoria da restauração da atenção, que defende que a natureza ajuda a fortalecer nossa capacidade de ignorar distrações e nos concentrar em algo — o que é chamado de atenção direcionada.</p>
<p>&#8220;Ambientes urbanos tendem a apresentar mais distrações, como desviar de <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxp00kg8kwo">carros</a> e do <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cr50y51g6pjt">trânsito</a>, além de ruídos&#8221;, diz Bratman. &#8220;Isso sobrecarrega nossa atenção direcionada. Ela acaba se esgotando.&#8221;</p>
<p>Por outro lado, muitos ambientes naturais estimulam nossa atenção indireta.</p>
<p>&#8220;Aquela sensação de estar em outro lugar, a sensação de sintonia com o ambiente. Quando esse aspecto da nossa atenção é acionado, cria-se uma oportunidade para que a atenção direcionada se recupere&#8221;, explica ele.</p>
<p>Pesquisas do próprio Bratman constataram melhorias na memória de <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cr50y51rk1vt">trabalho</a> de pessoas que fizeram uma caminhada na natureza, em comparação com aquelas que caminharam em ambiente urbano, durante 50 minutos.</p>
<p>Além de apresentarem redução em indicadores como a ansiedade, os participantes que caminharam na natureza tiveram um desempenho melhor em um teste que exigia memorizar uma sequência de letras aleatórias enquanto resolviam equações matemáticas simultaneamente.</p>
<p>Eles &#8220;lembraram, em média, cerca de nove ou dez letras a mais, mesmo levando em conta o desempenho na matemática&#8221;, recorda Bratman. &#8220;Já o desempenho de quem caminhou na área urbana permaneceu praticamente inalterado.&#8221;</p>
<p>É possível que a natureza nos afete tanto pela redução do estresse quanto pela restauração da atenção. &#8220;Não acho que sejam mutuamente exclusivos&#8221;, diz ele.</p>
<p><strong>Vegetação ou deserto?</strong></p>
<p>No entanto, é importante notar que nem todas as pessoas vivenciam a natureza da mesma maneira.</p>
<p>Em um estudo, pesquisadores japoneses compararam <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c7zp5z8xr9zt">jovens</a> que passavam tempo em florestas ou em ambientes urbanos.</p>
<p>Cerca de 80% daqueles que ficaram na floresta apresentaram um aumento em um indicador de atividade do sistema nervoso parassimpático. Os outros 20% mostraram uma redução.</p>
<p>Bratman afirma que uma questão para a qual os pesquisadores estão se voltando agora é como diferentes tipos de natureza podem exercer impactos distintos sobre diferentes pessoas.</p>
<p>Ele destaca um trabalho realizado com colegas dos EUA, em El Paso, no Texas, no qual submeteram os participantes a um desafio estressante e, em seguida, os expuseram a um de três ambientes em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório (como grupo de controle).</p>
<p>&#8220;Nossa hipótese era a de que o ambiente verde traria mais benefícios às pessoas&#8221;, diz ele, &#8220;com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual ambientes verdes ativam nosso sistema de &#8216;repouso e digestão&#8217;, pois oferecem condições para visualizar onde estão predadores, presas e fontes de água&#8221;.</p>
<p>Para surpresa da equipe, o ambiente desértico também pareceu promover a recuperação do estresse em um nível semelhante, diz Bratman, &#8220;embora, de acordo com a teoria psicoevolutiva, não haja água nem fontes de alimento ali&#8221;.</p>
<p>Os pesquisadores não sabem ao certo, mas é possível que isso tenha alguma relação com o fato de El Paso ser uma cidade desértica e de os participantes talvez se sentirem &#8220;mais seguros e familiarizados com o ambiente desértico&#8221;.</p>
<p>Bratman suspeita que nossas experiências de vida e preferências pessoais possam, de fato, moldar nossa resposta à natureza.</p>
<p>&#8220;Sinto que pertenço a este lugar? Quais são as minhas lembranças deste local ou deste tipo de natureza? Tudo isso desempenha um papel fundamental&#8221;, sugere ele.</p>
<p><strong>&#8216;Exposição repetida&#8217;</strong></p>
<p>O que o crescente corpo de pesquisas sugere é que alguma forma de contato com a natureza pode trazer benefícios à saúde para muitos de nós.</p>
<p>Hoje, mais de 80% da população mundial vive em vilas e cidades, segundo a <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cwr9jr0y464t">ONU</a>, e Bratman afirma que devemos considerar como &#8220;proporcionar algum tipo de acesso à natureza para todos — e especialmente para as crianças —, seja nos pátios das escolas, seja em seus bairros&#8221;.</p>
<p>Talvez você nem sempre tenha vontade de sair para caminhar, mas ele diz que, &#8220;mesmo que as mudanças de humor ou nos padrões de pensamento sejam pequenas, esses efeitos provavelmente se acumulam com o tempo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assim, exposições repetidas ao longo de dias, semanas, meses ou anos poderiam levar, potencialmente e em alguns casos, a diferenças bastante profundas no humor.&#8221; (Fonte: BBC News)</p>
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		<title>“Territórios”</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/cultura/territorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição revela olhar de Babu78 sobre memória, identidade e transformação. _São obras produzidas entre Cuiabá e São Paulo e apresenta fases dos 23 anos de trajetória do artista cuiabano no Museu de História Natural de Mato Grosso Cores vibrantes, carrancas, paisagens de Mato Grosso, referências aos quintais cuiabanos, elementos da periferia e até crânios bovinos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exposição revela olhar de Babu78 sobre memória, identidade e transformação. _São obras produzidas entre Cuiabá e São Paulo e apresenta fases dos 23 anos de trajetória do artista cuiabano no Museu de História Natural de Mato Grosso</em></p>
<p>Cores vibrantes, carrancas, paisagens de Mato Grosso, referências aos quintais cuiabanos, elementos da periferia e até crânios bovinos integram o universo da exposição “TERRITÓRIOS, por Babu78”, no Museu de História Natural de Mato Grosso (MHNMT). A mostra reúne um recorte da produção do artista visual e grafiteiro cuiabano Babu 78, realizada entre 2020 e 2026, em Cuiabá e São Paulo, e permanece em cartaz até 22 de novembro. O artista é um dos nomes da arte urbana com trajetória reconhecida em Mato Grosso e projeção no circuito brasileiro de graffiti e arte contemporânea.</p>
<p>Ao longo de 23 anos, Babu78 construiu um percurso que passa por Cuiabá, outras cidades brasileiras e experiências internacionais, sem romper com as referências que deram origem à sua produção. Da cultura urbana e dos muros do CPA às galerias, museus, festivais, projetos sociais e espaços dedicados à arte contemporânea, o artista ampliou sua pesquisa mantendo como elementos centrais a cidade, a memória, a identidade, a cultura negra, a periferia e as experiências do cotidiano.</p>
<p>Além das instalações e crânios bovinos, em “TERRITÓRIOS”, o público encontrará pinturas em acrílico sobre tela e trabalhos com técnicas mistas sobre placas de sinalização viária. O espaço físico aparece relacionado às experiências, lembranças e identidades construídas ao longo da vida, entre referências visuais e a trajetória pessoal do artista, com elementos da cultura popular, como as carrancas, associadas à proteção e às crenças populares.</p>
<p>As obras revelam uma produção que não abandona as raízes do graffiti, mas amplia suas possibilidades para diferentes materiais, técnicas e linguagens.</p>
<p><strong>*DO CPA PARA O BRASIL E O EXTERIOR*</strong></p>
<p>Babu 78 é o nome artístico de Adão Silva Segundo, nascido e criado em Cuiabá, com o bairro CPA como referência de formação, teve contato com a cultura urbana ainda na adolescência, no início dos anos 1990, influenciado pelo graffiti e pelo hip-hop.</p>
<p>Começou a experimentar a linguagem em ônibus e, posteriormente, levou sua produção para muros e espaços públicos, incorporando desenho, pintura e ilustração, estabelecendo diálogo entre poesia, cidade, universidade e graffiti.</p>
<p>Sua trajetória também passou pelo Acre e pela Bahia, onde viveu por períodos e ampliou seu repertório artístico. Em 2012, retornou a Cuiabá após oito anos fora e fortaleceu sua atuação como artista e arte-educador, realizando oficinas de graffiti e estêncil e projetos sociais, inclusive em espaços de ressocialização, como o Centro de Ressocialização de Cuiabá e unidades prisionais de Rio Branco.</p>
<p>Ao longo da carreira, Babu78 circulou por diferentes regiões do Brasil, participando de exposições, festivais, encontros e projetos de arte urbana em cidades como Rio Branco, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Palmas, Teresina, Macapá, Boa Vista e Curitiba, entre outras.</p>
<p>A trajetória também alcançou o circuito internacional de arte urbana. Em 2017, participou do Meeting of Style – Bolívia, em Santa Cruz de la Sierra.</p>
<p>Em 2018, foi indicado ao Prêmio PIPA, importante plataforma brasileira dedicada à arte contemporânea, que também mantém obras do artista em sua coleção. O reconhecimento acompanhou a ampliação de sua produção dos murais de rua para pinturas, desenhos e ilustrações desenvolvidos em estúdio. Em Mato Grosso, recebeu o Prêmio Jejé de Oyá, em 2022, na categoria relacionada às artes plásticas.</p>
<p><strong>*VIDA E OBRA NO CINEMA*</strong></p>
<p>A trajetória do artista foi registrada no documentário “Identidade Babu”, dirigido por Leonardo Sant’Ana e produzido pela Terra do Sol Filmes, com apoio de edital da Lei Federal Aldir Blanc em Cuiabá. Gravado entre 2020 e 2021, o filme reúne depoimentos de familiares, amigos, artistas e pesquisadores, além do próprio Babu. A produção teve estreia em 27 de outubro de 2022, no Cine Teatro Cuiabá, em programação associada a uma exposição e outras atividades sobre sua obra.</p>
<p><strong>*SERVIÇO*</strong></p>
<p>A exposição “TERRITÓRIOS, por Babu78” é uma realização é do Museu de História Natural de Mato Grosso, gerido pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (ECOSS), em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), com produção do Studio78. A foto de divulgação é de José Medeiros.</p>
<p>O Museu está localizado na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2000, Jardim Europa, em Cuiabá e desenvolve ações permanentes de pesquisa, educação patrimonial, preservação da memória e valorização da cultura mato-grossense, consolidando-se como um dos principais espaços culturais e ambientais do Estado.</p>
<p>Abre de terça a domingo, das 8h às 18h, com Feira Permanente todo domingo, das 9h às 17h. Os ingressos para visitação custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia), com entrada gratuita aos domingos e feriados. Mais informações pelo telefone (65) 99686-7701 ou pelo Instagram @museuhistorianaturalmt.</p>
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		<title>Aulas gratuitas ensinam mulheres a se defender e ganhar confiança</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/cotidiano/aulas-gratuitas-ensinam-mulheres-a-se-defender-e-ganhar-confianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 09:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com foco na defesa pessoal, as alunas do Programa Lutadoras do polo Beira Rio aprendem técnicas para se desvencilhar de uma possível agressão e, principalmente, criar uma oportunidade para fugir e buscar ajuda. A unidade tem vagas abertas e oferece aulas gratuitas de Jiu-Jitsu às segundas e quartas-feiras e às terças e quintas-feiras, das 16h [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com foco na defesa pessoal, as alunas do Programa Lutadoras do polo Beira Rio aprendem técnicas para se desvencilhar de uma possível agressão e, principalmente, criar uma oportunidade para fugir e buscar ajuda. A unidade tem vagas abertas e oferece aulas gratuitas de Jiu-Jitsu às segundas e quartas-feiras e às terças e quintas-feiras, das 16h às 17h20, no polo localizado na base da Polícia Militar, no Beira Rio. Faça sua inscrição no https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScirvMsubET3ezSNXi-KOaVLpe0Iwsxbzh0EcSQVv8sFRyx9A/viewform?pli=1</p>
<p>Executado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, com apoio do Núcleo da Primeira-Dama, o programa conta com 32 turmas, distribuídas em 17 polos nas regiões Sul, Norte, Leste e Oeste da capital.</p>
<p>Durante os treinamentos realizados no polo Beira Rio, as participantes aprendem técnicas como o armlock, conhecido como chave de braço. A aluna Nana Chara, moradora do Residencial Santa Terezinha, começou a participar do projeto há pouco mais de um mês e destaca a importância dos conhecimentos adquiridos nas aulas.</p>
<p>“Aprendemos Jiu-Jitsu e técnicas de defesa pessoal. Um exemplo é o armlock, uma chave de braço, que pode ser usado quando o agressor tentar te enforcar. Com o conhecimento da técnica, você consegue se defender, tirar o braço dele e aplicar a chave de braço. A ideia não é lutar contra o agressor, é aplicar uma técnica, criar uma oportunidade para se soltar e fugir. O mais importante é conseguir se defender e sair daquela situação em segurança”, explicou Nana Chara.</p>
<p>Para as alunas, o Lutadoras vai além do aprendizado de técnicas de luta. O programa também contribui para o fortalecimento da confiança, para os cuidados com a saúde por meio da prática esportiva e para a convivência entre as participantes. É o caso de Clarice Regina, moradora do bairro Grande Terceiro. “Para mim, as aulas têm sido muito boas porque eu sentia muitas dores nas articulações e agora está melhorando. As aulas fazem bem para a saúde e para a mente. Estou gostando muito”.</p>
<p>De acordo com a instrutora Camila Amorim Ferreira, diante de uma situação de agressão, o objetivo da defesa pessoal não é permanecer lutando, mas criar uma oportunidade para chegar a um local seguro e buscar ajuda.</p>
<p>“A defesa pessoal não começa só no contato. A defesa pessoal já começa quando você escaneia o ambiente. Se você está em um ambiente aberto, você jamais vai entrar em luta corporal com o seu agressor. Em vez de querer entrar em luta corporal, você vai aplicar uma técnica para conseguir se desvencilhar do agressor e sair correndo. É agir com sabedoria”, afirmou Camila.</p>
<p>A estratégia muda quando a mulher está em um ambiente fechado, sem uma rota de fuga imediata. Nessa situação, segundo a instrutora, é necessário utilizar mais recursos aprendidos durante os treinamentos, já que não há espaço para simplesmente se afastar do agressor.</p>
<p><strong>Como participar</strong></p>
<p>As interessadas em participar de um dos polos podem realizar a inscrição por meio do formulário eletrônico disponível no link. <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScirvMsubET3ezSNXi-KOaVLpe0Iwsxbzh0EcSQVv8sFRyx9A/viewform">O formulário também pode ser acessado na página principal da Prefeitura de Cuiabá.</a></p>
<p>Confira abaixo os locais e as modalidades:</p>
<p><strong>Região Sul</strong></p>
<p>Complexo do Passaredo: Judô, segunda e quarta, das 18h20 às 19h40; Capoeira, terça e quinta, das 18h20 às 19h40.</p>
<p>CRAS Osmar Cabral: Karatê, segunda e quarta, das 18h20 às 19h40; Capoeira, terça e quinta, das 19h20 às 20h40.</p>
<p>Centro Comunitário Tijucal: Taekwondo, segunda e quarta, das 16h às 17h20; Capoeira, terça e quinta, das 16h às 17h20.</p>
<p>Centro Comunitário Pedra 90: Capoeira, segunda e quarta, das 16h às 17h20; Capoeira, terça e quinta, das 16h às 17h20.</p>
<p><strong>Região Norte</strong></p>
<p>CRAS Dr. Fábio: Karatê, segunda e quarta, das 18h20 às 19h40; Capoeira, terça e quinta, das 18h20 às 19h40.</p>
<p>Centro Comunitário Florianópolis: Karatê, segunda e quarta, das 16h às 17h20; Muay Thai, terça e quinta, das 17h às 18h20.</p>
<p>CRAS CPA: Muay Thai, segunda e quarta, das 17h às 18h20; Capoeira, terça e quinta, das 17h às 18h20.</p>
<p>Secretaria Municipal de Cultura: Judô, segunda e quarta, das 19h às 20h20; Jiu-Jitsu, terça e quinta, das 17h às 18h20; Turma Avançada de Jiu-Jitsu da Secretaria da Mulher, segunda e quarta, das 18h às 19h20.</p>
<p><strong>Região Leste</strong></p>
<p>Creche Dom Aquino: Capoeira, segunda e quarta, das 18h20 às 19h40; Jiu-Jitsu, terça e quinta, das 18h20 às 19h40.</p>
<p>CRAS Pedregal: Capoeira, segunda e quarta, das 18h20 às 19h40; Jiu-Jitsu, terça e quinta, das 18h20 às 19h40.</p>
<p>Beira Rio: Jiu-Jitsu, segunda e quarta, das 16h às 17h20; Jiu-Jitsu, terça e quinta, das 16h às 17h20.</p>
<p>CRAS Planalto: Capoeira, segunda e quarta, das 19h às 20h20; Karatê, terça e quinta, das 17h às 18h20.</p>
<p><strong>Região Oeste</strong></p>
<p>CRAS Novo Colorado: Jiu-Jitsu, terça e quinta, das 18h20 às 19h40.</p>
<p>Canjica, EMEB Elza Luiza: Capoeira, segunda e quarta, das 18h20 às 19h20.</p>
<p>Guia, no SIMININA: Capoeira, terça e quinta, das 16h às 17h.</p>
<p>Centro de Referência da Mulher, temporariamente com aulas na Secretaria Municipal da Mulher devido à reforma: Jiu-Jitsu, segunda e quarta, das 16h às 17h20; Jiu-Jitsu, terça e quinta, das 16h às 17h20.</p>
<p>CRAS Jardim Araçá: Jiu-Jitsu, segunda e quarta, das 19h às 20h20; Muay Thai, terça e quinta, das 19h às 20h20.</p>
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		<title>Chegada da primavera pode agravar manifestações alérgicas</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/saude/chegada-da-primavera-pode-agravar-manifestacoes-alergicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do clima agradável, a primavera também pode ser um período de maior desconforto para quem tem alergias respiratórias. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), com o aumento da floração e maior quantidade de pólen disperso no ar, os sintomas como espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e nos olhos e congestão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do clima agradável, a primavera também pode ser um período de maior desconforto para quem tem alergias respiratórias. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), com o aumento da floração e maior quantidade de pólen disperso no ar, os sintomas como espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e nos olhos e congestão nasal podem se intensificar.</p>
<p>Embora o pólen seja um dos principais agentes relacionados às alergias sazonais, pessoas já sensibilizadas também podem apresentar sintomas provocados ou agravados por alérgenos presentes durante todo o ano. De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária do Grupo Sabin, ácaros presentes na poeira doméstica, por exemplo, também podem provocar sintomas persistentes ou agravá-los em pessoas já sensibilizadas.</p>
<p>Por isso, a ASBAI recomenda medidas de controle ambiental, como manter os ambientes limpos, reduzir o acúmulo de poeira e cuidar da ventilação, pois podem ajudar a diminuir a exposição aos agentes. Mesmo assim, caso os sintomas de alergia apareçam ou piorem durante a primavera, o médico reforça a importância de procurar avaliação médica para descobrir o possível gatilho.</p>
<p>A investigação pode ser complementada, quando indicada, por exames laboratoriais que avaliam a presença de anticorpos relacionados às reações alérgicas, como a dosagem de imunoglobulina E (IgE) total. “De todo modo, os resultados não devem ser interpretados isoladamente, já que precisam ser associados à avaliação clínica. A investigação deve considerar os sintomas, o histórico do paciente e a exposição a possíveis alérgenos”, alerta o médico.</p>
<p>Já a dosagem de IgE específica pesquisa anticorpos IgE dirigidos contra determinadas proteínas, frutas ou grãos, por exemplo. Além disso, os painéis de alérgenos avaliam 112 componentes alergênicos, e o diagnóstico molecular por componentes (CRD) é capaz de identificar qual molécula (proteína) causa a alergia e de diferenciá-la de reações cruzadas.</p>
<p>&#8220;Muitos pacientes que vivem com esses sintomas acabam utilizando frequentemente medicações para aliviar momentaneamente o incômodo, sem chegar à causa real. Por isso, para quem costuma apresentar sintomas nessa época do ano, observar quando e em quais ambientes eles aparecem pode ajudar a entender melhor o próprio quadro e, com isso, adotar medidas de prevenção mais direcionadas&#8221;, completa.</p>
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		<item>
		<title>“Etanolduto” de R$ 22 bilhões pode reduzir custos logísticos em 20%</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/agronegocio/etanolduto-de-r-22-bilhoes-pode-reduzir-custos-logisticos-em-20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um projeto de R$ 22 bilhões prevê a construção de dois dutos entre Sinop, em Mato Grosso, e Paulínia, em São Paulo, para transportar etanol ao Sudeste e levar derivados de petróleo no sentido contrário. A estrutura poderá ampliar o mercado para o milho produzido no Centro-Oeste, reduzir custos logísticos e retirar das rodovias cerca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um projeto de R$ 22 bilhões prevê a construção de dois dutos entre Sinop, em Mato Grosso, e Paulínia, em São Paulo, para transportar etanol ao Sudeste e levar derivados de petróleo no sentido contrário. A estrutura poderá ampliar o mercado para o milho produzido no Centro-Oeste, reduzir custos logísticos e retirar das rodovias cerca de 225 mil viagens de caminhão por ano.</p>
<p>A estrutura poderá ampliar o mercado para o milho produzido no Centro-Oeste, reduzir a dependência do transporte rodoviário e dar maior previsibilidade ao escoamento do etanol. Segundo a empresa, o sistema poderá retirar das estradas cerca de 225 mil viagens de caminhão por ano, mas a economia prevista com o frete ainda não foi divulgada.</p>
<p>Denominado Projeto Pascal, o empreendimento está sendo estruturado pela Inpasa e foi apresentado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para o início do licenciamento ambiental federal. A iniciativa ainda depende dos estudos ambientais, das autorizações e da definição do cronograma de implantação.</p>
<p>Os dois dutos serão instalados lado a lado em um corredor de aproximadamente 2,1 mil quilômetros. Uma das estruturas terá capacidade para levar 13,3 bilhões de litros de etanol por ano do Centro-Oeste até Paulínia, principal polo de distribuição de combustíveis do País.</p>
<p>A partir do interior paulista, o produto poderá ser distribuído para grandes centros consumidores e, posteriormente, encaminhado ao Porto de Santos. Essa conexão criaria uma alternativa para as usinas instaladas longe dos mercados de maior consumo e das estruturas de exportação.</p>
<p>O segundo duto será utilizado no sentido inverso. A capacidade projetada é de 6,6 bilhões de litros de derivados de petróleo por ano, transportados de Paulínia para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A operação aproveitaria a mesma estrutura para atender duas necessidades logísticas da região.</p>
<p>O Centro-Oeste ampliou rapidamente a produção de etanol de milho, mas continua dependente dos caminhões para movimentar grande parte do combustível. Em alguns casos, as usinas estão localizadas a até 1,7 mil quilômetros dos principais centros consumidores.</p>
<p>Segundo os dados apresentados no projeto, 15 usinas de etanol de milho foram construídas na região nos últimos cinco anos. Nesse período, a produção regional de etanol, incluindo diferentes matérias-primas, passou de 11,3 bilhões para 16,2 bilhões de litros e já representa quase metade do volume produzido no Brasil.</p>
<p>Para o agricultor, o avanço dessa indústria significa a consolidação de um comprador permanente de milho próximo às áreas produtoras. Diferentemente das exportações, que dependem da movimentação até os portos, as usinas recebem o cereal durante todo o ano e transformam a produção em etanol, óleo, farelos proteicos e energia.</p>
<p>Uma rota de grande capacidade para escoar o combustível pode dar suporte à instalação de novas unidades e à ampliação das fábricas existentes. Isso tende a fortalecer a demanda regional por milho e sorgo, ampliar as alternativas de comercialização e reduzir a dependência de poucos destinos. O efeito sobre os preços recebidos pelo produtor, entretanto, dependerá da capacidade efetivamente instalada, da concorrência entre compradores e do ritmo de execução do projeto.</p>
<p>A redução do transporte de etanol por rodovia também poderá liberar caminhões para outras atividades do agronegócio, principalmente durante os períodos de colheita. As 225 mil viagens que poderão ser retiradas das estradas por ano representam uma média superior a 600 deslocamentos por dia.</p>
<p>Parte dos veículos poderá ser direcionada ao transporte de grãos entre propriedades, armazéns, usinas, ferrovias e portos. A mudança não elimina a participação dos caminhões, que continuarão necessários nas etapas entre as lavouras, as indústrias e os terminais, mas reduz os percursos mais longos destinados ao transporte de combustíveis.</p>
<p>A estimativa da empresa é que a substituição de parte do modal rodoviário evite a emissão de aproximadamente 500 mil toneladas de carbono por ano quando os dutos estiverem operando em sua capacidade nominal. A projeção ainda dependerá do volume efetivamente transportado e da configuração definitiva do sistema.</p>
<p>O traçado deverá acompanhar a BR-163 entre Sinop e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. A partir desse ponto, os dutos seguirão em grande parte pela faixa de servidão do Gasoduto Bolívia-Brasil até Paulínia. O aproveitamento de corredores já utilizados busca diminuir a necessidade de abertura de novas áreas.</p>
<p>A análise preliminar identificou, porém, trechos que exigirão estudos mais detalhados, incluindo travessias de rios, zonas úmidas, áreas urbanizadas, remanescentes de vegetação nativa e locais próximos a residências. Essas condições deverão ser avaliadas no Estudo e no Relatório de Impacto Ambiental.</p>
<p>Se receber as autorizações, a construção poderá durar cinco anos. A previsão apresentada pela empresa é manter uma média de quatro mil trabalhadores durante as obras, com pico de até oito mil empregos nas etapas de maior atividade.</p>
<p>O Projeto Pascal ainda está em uma fase inicial e não há garantia de que será executado no formato apresentado. A entrada no licenciamento, contudo, mostra que a expansão do etanol de milho começou a exigir uma infraestrutura compatível com a escala alcançada pelo Centro-Oeste. Para o produtor de grãos, a proposta representa a possibilidade de aproximar a lavoura dos mercados de combustíveis do Sudeste e do comércio exterior sem depender exclusivamente das rodovias. (Fonte: <a href="https://pensaragro.com.br/etanolduto-de-r-22-bilhoes-pode-abrir-nova-frente-para-o-milho-do-centro-oeste/#2fb95cf3-cd21-4c60-8841-d13efb9340f6">Pensar Agro</a>)</p>
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		<title>Concurso O Quilo é Nosso reuniu 15 restaurantes de diferentes regiões do país</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/gastronomia/concurso-o-quilo-e-nosso-reuniu-15-restaurantes-de-diferentes-regioes-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Restaurante Maria Izabel, de Palmas (TO), é eleito o melhor restaurante a quilo do Brasil O concurso O Quilo é Nosso 2026 consagrou o restaurante Maria Izabel, de Palmas (TO), como o grande vencedor da edição. O primeiro lugar veio com a receita “Tocantins no Prato”, criado pela chef Regiane Cardoso, que reúne chambari com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Restaurante Maria Izabel, de Palmas (TO), é eleito o melhor restaurante a quilo do Brasil</em></p>
<p>O concurso O Quilo é Nosso 2026 consagrou o restaurante Maria Izabel, de Palmas (TO), como o grande vencedor da edição. O primeiro lugar veio com a receita “Tocantins no Prato”, criado pela chef Regiane Cardoso, que reúne chambari com mocotó, arroz branco na banha de porco, farofa de carne de sol e vinagrete de banana-da-terra. É a primeira vez que o estado conquista o título nacional.</p>
<p>O segundo lugar foi para o Vila Marian Restaurante e Pizzaria, de Barra dos Coqueiros (SE), com o prato “Filé de Peixe ao Molho de Camarão com Arroz de Castanha&#8221;, criado por Roseli Santos. A terceira colocação ficou com o Versá Restaurante e Eventos, de Brasília (DF), que apresentou o prato “Naco de anchovas negras em molho cearense”, assinado por Uedison Cunha.</p>
<p>Promovido pela Abrasel em parceria com o Mundo Mesa, o concurso O Quilo é Nosso reuniu 15 restaurantes de diferentes regiões do país na disputa pelo título nacional. A edição deste ano marcou os 10 anos da competição, criada para valorizar a gastronomia e o modelo de restaurante a quilo, um formato genuinamente brasileiro.</p>
<p>As receitas finalistas foram preparadas na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, na segunda-feira (14), diante de um júri técnico. Os pratos foram avaliados a partir de critérios definidos pelo concurso, e o resultado foi anunciado na manhã desta terça-feira (15), durante o Salão Abrasel, realizado no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera.</p>
<p>Na ocasião, Regiane Cardoso celebrou a conquista. “Ganhar esse prêmio está me trazendo a melhor sensação que já senti desde que abri o restaurante. Eu faço essa comida com muito amor. Cozinho desde os 9 anos para a minha família, por necessidade, e hoje tenho um restaurante que é um grande sucesso no Tocantins. Vim em busca desse prêmio sem muita expectativa, porque minha maior preocupação sempre foi oferecer o melhor aos meus clientes e às pessoas que amo, em forma de comida. Hoje posso dizer que esse prêmio foi muito merecido, justamente porque faço tudo com muito amor, dedicação e estou sempre buscando oferecer o meu melhor. Para mim, a comida é uma das maiores formas de demonstrar amor”, disse.</p>
<p><strong>*Sustentabilidade também ganha destaque na competição*</strong></p>
<p>Além da avaliação gastronômica, a edição de 2026 também contou com uma premiação voltada à sustentabilidade, uma iniciativa da Abrasel e da Pluxee para reconhecer práticas que contribuem para uma alimentação mais responsável e para a valorização dos recursos naturais. Três restaurantes foram destaque nessa frente.</p>
<p>O Versá Restaurante se destacou pelo aproveitamento de carcaças e aparas de peixe, prática que contribui para a redução de desperdícios e para o melhor aproveitamento dos ingredientes. O Raízes Zen foi reconhecido por uma receita baseada em proteína vegetal, que utiliza castanhas da sociobiodiversidade e reaproveita a água de cocção. Já o Sabor a Mi ganhou destaque pela valorização da biodiversidade amazônica, com o uso de ingredientes como tambaqui, banana pacovã e farinha de Uarini.</p>
<p>A iniciativa amplia o olhar do concurso para além da premiação, valorizando soluções adotadas pelos restaurantes que podem contribuir para a redução de desperdícios, o aproveitamento integral dos alimentos e a valorização da biodiversidade brasileira.</p>
<p>“Celebrar os 10 anos do concurso com pratos espetaculares, é reconhecer a criatividade e a força da gastronomia a quilo no Brasil. Celebramos a paixão de quem transforma a rotina do trabalhador brasileiro, e temos orgulho de ver o setor cada vez mais engajado na sustentabilidade e no combate ao desperdício. Para a Pluxee, é uma honra caminhar lado a lado com esses empreendedores, valorizando iniciativas que fazem a diferença dentro e fora da cozinha”, afirma Antônio Alberto Aguiar (Tombé), diretor-executivo de Estabelecimentos da Pluxee.</p>
<p>Para o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, a competição mostra como um modelo tão presente no cotidiano dos brasileiros também pode ser espaço para criatividade, identidade regional, valorização dos profissionais da gastronomia e adoção de práticas mais sustentáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Quilo é Nosso chega aos dez anos mostrando a força de um modelo que faz parte da rotina dos brasileiros e que, ao mesmo tempo, permite uma enorme diversidade de sabores, ingredientes e histórias. Cada restaurante que chega à final representa uma parte dessa riqueza. Mais do que escolher um vencedor, o concurso celebra os empreendedores, cozinheiros e equipes que ajudam a construir a gastronomia brasileira todos os dias, valorizando também iniciativas que geram impacto positivo dentro e fora da cozinha”, afirma.</p>
<p><strong>Confira a receita do prato vencedor do concurso O Quilo é Nosso 2026:</strong></p>
<p><em>*Chambari com Mocotó*</em></p>
<p>Ingredientes:</p>
<p>* 3 kg de chambari (ossobuco bovino)</p>
<p>* 2 kg de mocotó bovino cortado</p>
<p>* 3 unidades de cebolas grandes picadas</p>
<p>* 10 unidades de dentes de alho amassados</p>
<p>* 2 unidades de tomates maduros picados</p>
<p>* 2 unidades de pimentões picados</p>
<p>* 3 unidades de folhas de louro</p>
<p>* 2 colheres (sopa) de colorau</p>
<p>* Pimenta-do-reino a gosto</p>
<p>* Pimenta-de-cheiro a gosto</p>
<p>* Sal a gosto</p>
<p>* Cheiro-verde picado a gosto</p>
<p>* 3 colheres (sopa) de banha de porco</p>
<p>* Água suficiente para o cozimento</p>
<p><em>Modo de preparo</em></p>
<ol>
<li>Lave bem o chambari e o mocotó.</li>
<li>Na panela de pressão, aqueça a banha de porco e doure o alho e a cebola.</li>
<li>Acrescente o colorau, os tomates e os pimentões, refogando até formar uma base de sabor.</li>
<li>Adicione o chambari e sele bem todos os lados da carne.</li>
<li>Junte o mocotó, cubra com água e cozinhe por aproximadamente 1h30 a 2 horas, ou até que a carne e o mocotó estejam bem macios.</li>
<li>Ajuste o sal, acrescente a pimenta-de-cheiro e finalize com bastante cheiroverde fresco.</li>
</ol>
<p><em>*Arroz Branco na Banha de Porco*</em></p>
<p>Ingredientes</p>
<p>* 6 xícaras de arroz branco</p>
<p>* 2 colheres (sopa) de banha de porco</p>
<p>* 3 dentes de alho picados</p>
<p>* Sal a gosto</p>
<p>* Água quente (aproximadamente 12 xícaras, ou conforme a necessidade do arroz)</p>
<p><em>Modo de preparo</em></p>
<ol>
<li>Aqueça a banha de porco em uma panela.</li>
<li>Doure o alho até ficar levemente dourado e aromático.</li>
<li>Acrescente o arroz e refogue por alguns minutos, envolvendo todos os grãos na banha.</li>
<li>Adicione a água quente e o sal a gosto.</li>
<li>Cozinhe em fogo baixo, com a panela sem tampada, até que a água seque completamente e os grãos fiquem macios e soltinhos.</li>
<li>Desligue o fogo, tampe a panela por 5 minutos e solte o arroz com um garfo antes de servir.</li>
</ol>
<p><em>*Vinagrete de Banana-da-Terra*</em></p>
<p>Ingredientes</p>
<p>* 2 bananas-da-terra madura, porém firmes, cortadas em cubos pequenos</p>
<p>* 3 tomates maduros, sem sementes, cortados em cubos</p>
<p>* 2 cebolas roxas pequenas picadas</p>
<p>* Cheiro-verde picado a gosto</p>
<p>* Suco de 2 limões</p>
<p>* 150 ml de azeite de oliva</p>
<p>* Sal a gosto</p>
<p>* Pimenta-do-reino a gosto</p>
<p><em>Modo de preparo</em></p>
<ol>
<li>Corte as bananas-da-terra e os tomates em cubos pequenos.</li>
<li>Misture delicadamente com a cebola roxa e o cheiro-verde.</li>
<li>Tempere com o suco de limão, o azeite, o sal e a pimenta-do-reino.</li>
<li>Deixe descansar por cerca de 20 minutos para que os sabores se integrem antes de servir.</li>
</ol>
<p><em>*Farofa de carne de sol*</em></p>
<p>Ingredientes</p>
<p>* 500 g de carne de sol</p>
<p>* 700 g de farinha de mandioca puba</p>
<p>* 2 cebolas grandes picadas</p>
<p>* 4 dentes de alho amassados</p>
<p>* 150 g de banha de porco caipira</p>
<p>* Cheiro-verde picado a gosto</p>
<p>* 2 pimentas-de-cheiro picadas (opcional)</p>
<p>Modo de preparo</p>
<ol>
<li>Dessalgue a carne de sol, se necessário.</li>
<li>Cozinhe a carne na pressão por cerca de 30 minutos ou até ficar macia.</li>
<li>Escorra, desfie e reserve.</li>
<li>Em uma panela grande, aqueça a banha de porco.</li>
<li>Doure a cebola até ficar bem douradinha.</li>
<li>Acrescente o alho e refogue por mais 1 minuto.</li>
<li>Junte a carne desfiada e deixe fritar levemente na própria gordura por cerca de 5 minutos.</li>
<li>Adicione a farinha de puba aos poucos, mexendo sempre para incorporar todos os sabores.</li>
<li>Acrescente o cheiro-verde e a pimenta-de-cheiro.</li>
<li>Se desejar uma textura mais fina, passe a mistura no processador ou pilão.</li>
</ol>
<p>Bom apetite!</p>
<p>*Serviço:*</p>
<p>Final nacional do O Quilo é Nosso 2026</p>
<p>Data: 14 e 15 de setembro de 2026</p>
<p>Local: Universidade Anhembi Morumbi (14) e Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera (15)</p>
<p>Realização: Abrasel</p>
<p>Patrocínio Ouro: Coca-Cola Brasil, Pluxee e Rational</p>
<p>Parceria: Mundo Mesa</p>
<p>Apoio: Glasart</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Japão ultrapassa pela primeira vez 100 mil pessoas com 100 anos ou mais: o que há por trás dessa longevidade</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/mundo/japao-ultrapassa-pela-primeira-vez-100-mil-pessoas-com-100-anos-ou-mais-o-que-ha-por-tras-dessa-longevidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de pessoas com 100 anos de idade ou mais no Japão superou os 100 mil pela primeira vez, segundo o Ministério da Saúde do país. Os registros mostram que o Japão, atualmente, abriga 107.677 centenários, o número mais alto do mundo. Destes, 88% são mulheres. A mulher mais idosa é Kishimoto Fuyo, de 114 anos, originária de Kyoto. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de pessoas com <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2v597vxx0o">100 anos de idade</a> ou mais no <a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-56340592">Japão</a> superou os 100 mil pela primeira vez, segundo o Ministério da Saúde do país.</p>
<p>Os registros mostram que o Japão, atualmente, abriga 107.677 centenários, o número mais alto do mundo. Destes, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yg9m2mgpyo">88% são mulheres</a>.</p>
<p>A mulher mais idosa é Kishimoto Fuyo, de 114 anos, originária de Kyoto. E o homem mais velho é Kato Hikaru, de 112 anos, da cidade de Kumamoto.</p>
<p>O ministro da Saúde, Kenichiro Ueno, declarou ficar &#8220;encantado ao ver tantas pessoas <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4xd1kqgezo">vivendo por tanto tempo</a>, saudáveis e ativas&#8221;. Ele menciona os avanços da medicina e da tecnologia.</p>
<p>Mas o ministro também alerta sobre o <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqlwlzey2dgo">desafio enfrentado pelo país</a> para manter a sustentabilidade do seu sistema de previdência social.</p>
<p>Os especialistas atribuem a longevidade dos japoneses a diversos fatores, como sua dieta saudável e seu estilo de vida ativo.</p>
<p>A cozinha do país asiático consiste principalmente de peixes, verduras e arroz. E seus pratos contêm menos gorduras saturadas do que muitas dietas ocidentais.</p>
<p>Os idosos também caminham, usam transporte público, andam de bicicleta e fazem exercícios regularmente.</p>
<p><strong>O envelhecimento da população</strong></p>
<p>O Japão vivencia há anos um processo de envelhecimento da sua população. A venda de fraldas geriátricas no país, por exemplo, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4zjvj10lyo">superou a de fraldas para bebês</a> há mais de uma década.</p>
<p>As empresas também desenvolveram novos produtos para a população de idade avançada, como um exoesqueleto motorizado para ajudar a mover diversas partes do corpo e óculos que ajustam seu foco automaticamente.</p>
<p>Para repor sua população, cada mulher precisa dar à luz, em média, 2,1 filhos. Mas, no ano passado, a taxa de fecundidade total do Japão atingiu o mínimo histórico de 1,14.</p>
<p>Pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdência Social do país indica que a população total do Japão <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c04rdx3qqzpo">cairá</a> para 87 milhões de habitantes até 2070. O número representa uma queda de 30% em relação ao pico de 128 milhões de pessoas, atingido em 2008.</p>
<p>Atualmente, os cidadãos com 65 anos ou mais representam cerca de 30% da população. Espera-se que eles atinjam quase 40% até 2070.</p>
<p><strong>&#8216;Emergência silenciosa&#8217;</strong></p>
<p>As autoridades japonesas chamam esta tendência de &#8220;crise existencial&#8221;. E a primeira-ministra do Japão, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg9jlzp157o">Sanae Takichi</a>, descreveu a queda da população como uma &#8220;emergência silenciosa&#8221;.</p>
<p>Em 2025, a população japonesa diminuiu em 45 das 47 províncias do país. E o ritmo de redução vem se acelerando.</p>
<p>Os diversos programas e subsídios governamentais para incentivar os jovens a terem mais filhos não parecem estar impulsionando as taxas de natalidade.</p>
<p>Especialistas afirmam que os motivos da queda populacional são complexos. Eles incluem desde o menor número de casamentos até a maior incorporação das mulheres ao mercado de trabalho e o aumento dos custos da criação de filhos.</p>
<p>A imigração aumentou no Japão nos últimos anos, mas os estrangeiros representam apenas cerca de 3% da opulação japonesa. E a oposição à entrada de novos imigrantes vem aumentando.</p>
<p>O Japão iniciou seu censo de centenários em 1963. Havia na época 153 pessoas com 100 anos de idade ou mais.</p>
<p>Este número cresceu para 1 mil em 1981, chegou a 10 mil pessoas em 1998 e continuou aumentando, até atingir os 107.677 do último levantamento.</p>
<p>Os números mais recentes foram publicados antes do feriado público anual de &#8220;Respeito aos idosos&#8221;, comemorado no Japão. Nele, o governo homenageia os cidadãos que completam 100 anos de idade com uma carta pessoal e um copo de saquê tradicional.</p>
<p>Estudos anteriores colocaram em dúvida a exatidão dos números totais de centenários do país. Eles sugerem que erros nos dados, registros públicos pouco confiáveis e falta de certidões de nascimento podem explicar esses altos números.</p>
<p>Em uma auditoria governamental dos registros familiares no Japão, realizada em 2010, mais de 230 mil pessoas registradas como tendo 100 anos de idade ou mais não puderam ser localizadas. Algumas delas haviam morrido há décadas.</p>
<p>O erro da contagem foi atribuído a falhas na manutenção dos registros e suspeitas de que algumas famílias possam ter tentado ocultar a morte de parentes idosos, para receber suas aposentadorias. (BBC News)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pioneiros da Cuiabá-Santarém</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/artigos/pioneiros-da-cuiaba-santarem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 09:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 2 de setembro os pioneiros que construíram a rodovia Cuiabá-Santarém na década de 1970, inaugurada em 1976, reuniram-se para comemorar os 50 anos da rodovia. Recebi o convite do pioneiro Walmor Faé e do tenente Antonio Carlos, mas lamentei não poder ir. Tenho profunda admiração por essa rodovia. Especialmente pelo motivo de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 2 de setembro os pioneiros que construíram a rodovia Cuiabá-Santarém na década de 1970, inaugurada em 1976, reuniram-se para comemorar os 50 anos da rodovia. Recebi o convite do pioneiro Walmor Faé e do tenente Antonio Carlos, mas lamentei não poder ir. Tenho profunda admiração por essa rodovia. Especialmente pelo motivo de sua construção e pelo pioneirismo da aventura na floresta desconhecida de Mato Grosso com os meios que se tinha na época.</p>
<p>O encontro dos pioneiros foi na região de São Cristóvão, 40 quilômetros antes de Lucas do Rio Verde.  Comemorou-se com uma placa os 50 anos do marco inicial do começo da obra. Depois teve uma homenagem da prefeitura de Lucas do Rio Verde. Visto assim, 50 anos depois, não parece que aquele pioneirismo seja reconhecido aos olhos dos atuais mato-grossenses com o valor estratégico que teve.</p>
<p>A rodovia nasceu da necessidade de se integrar a Amazônia até o porto fluvial de Santarém, dentro do propósito estratégico nacional de ocupar a Amazônia a partir de Cuiabá. O objetivo estava no lema “integrar pra não entregar”.  Movimento internacional defendia a tese de que a Amazônia não era só brasileira. O governo militar da época, General Garrastazu Médici, decidiu pela integração da Amazônia.</p>
<p>A obra ficou a cargo do 9º. Batalhão de Engenharia de Construção, oriundo do 3º. Batalhão Ferroviário, de Carazinho-RS. O 9º. BEC levaria a obra até Cachimbo, em Mato Grosso, 793 km. Já o 8º. Batalhão de Engenharia e Construção, sediado em Santarém, no Pará, desceria com a obra do Norte para o Sul e se encontrariam em Cachimbo. Ali foi a inauguração.</p>
<p>Vieram militares do Rio Grande do Sul e uma grande frota de máquinas em cima dos recém-comprados caminhões FNM até Cuiabá.  Nas condições inóspitas da obra, morreram 21 pessoas, entre militares e trabalhadores civis. Vi trecho em construção na região da atual Nova Mutum. Era a mais pura aventura.</p>
<p>Ao longo da BR-163 nasceram os municípios de Sinop, Alta Floresta Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Marcelândia, Sorriso, Novo Progresso e Trairão. Esses dois últimos no Pará.</p>
<p>O propósito da integração da Amazônia, acabou mesmo acontecendo. Hoje metade da produção de Mato Grosso escoa-se pelos portos de Miritituba e de Santarém, no Pará, desafogando as rodovias para portos do Sul e Sudeste.</p>
<p>Nos anos de 1970 a Amazônia foi tema europeu e se pretendia abrir uma discussão mundial liderada pela França pela ocupação internacional da Amazônia. Hoje o tema mudou de discurso, mas ainda não morreu. Caso venha a ser levado adiante, serão outros os argumentos e outras as ações internacionais.</p>
<p>Lá atrás um grupo de pioneiros garantiu a abertura da floresta com as máquinas disponíveis e deu à região a soberania que naquele momento corria risco.</p>
<p>Hoje, todos pioneiros de cabelos brancos. Muitos já partiram. Ficou uma história de vidas e de pioneirismo</p>
<p><strong><em>*Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso</em></strong></p>
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