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	<title>Arquivos Educação &#8902; Blog da Condessa</title>
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	<description>Com Shirley de Souza O’Campos</description>
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	<title>Arquivos Educação &#8902; Blog da Condessa</title>
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		<title>Tese defendida na UFMT recebe reconhecimento internacional póstumo</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/tese-defendida-na-ufmt-recebe-reconhecimento-internacional-postumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa sobre “O Bem-Amado”, de Iza Godoi Sepúlveda, recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da conferência de 2026 da International Society for Humor Studies Uma tese desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A pesquisa sobre “O Bem-Amado”, de Iza Godoi Sepúlveda, recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da conferência de 2026 da International Society for Humor Studies</em></p>
<p>Uma tese desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da conferência de 2026 da International Society for Humor Studies. A pesquisa, intitulada “O país do absurdo: a teledramaturgia de Dias Gomes como forma de ler o Brasil em O Bem-Amado (1973)”, foi realizada por Iza Godoi Sepúlveda, que faleceu no final de junho.</p>
<p>De acordo com a orientadora do trabalho, professora Thaís Leão Vieira, uma das principais contribuições da tese é a formulação da noção de “ação nas brechas”. O conceito descreve como artistas e intelectuais encontravam, em meio à censura e às pressões da indústria cultural, espaços para a expressão política, com destaque para o papel desempenhado pelo humor.</p>
<p>A pesquisa também evita uma interpretação simplista dos censores da ditadura como despreparados ou incapazes, que, por isso, deixavam as críticas sociais presentes em obras como O Bem-Amado “escaparem”.</p>
<p>De acordo com a autora, “não se trata de falta de expertise dos censores, mas, especificamente, da maneira como eles pensavam a recepção da obra. O riso, o escárnio e o deboche, como formas menos sérias para eles, levariam os espectadores a compreender a pouca seriedade do que seria exibido”.</p>
<p>A tese demonstra, portanto, que os censores permitiam a veiculação de determinadas críticas não porque deixassem de percebê-las, mas porque consideravam que o uso do humor reduziria a seriedade dos argumentos. Essa compreensão estava relacionada à visão da comédia como uma forma artística inferior ao drama, criando uma possibilidade de “ação nas brechas”.</p>
<p>“Essa é uma das formulações mais originais do trabalho: ela mostra que aquilo que a censura tentava rebaixar como ‘comédia’ podia, justamente por sua ambivalência, abrir brechas para a crítica. O cômico aparece, portanto, em dupla condição: de um lado, como registro que a censura buscava domesticar; de outro, como linguagem capaz de produzir deslocamento, estranhamento, paródia e leitura crítica do Brasil”, explica Thais.</p>
<p>Assim, a autora mostra que, ao intervirem sobre O Bem-Amado, os censores não se limitavam a proibir conteúdos. Eles também procuravam orientar os modos de leitura, controlar os efeitos de sentido, regular a circulação da narrativa e enquadrar a obra em determinados registros estéticos e morais.</p>
<p>A tese também se destaca pela atenção dedicada à construção das personagens. Odorico Paraguaçu, por exemplo, é definido pela contradição entre o que diz e o que faz. Ele não possui compromisso com valores que ultrapassem a manutenção do poder. Sua linguagem excessiva, os duplos sentidos e a relação estabelecida com a câmera permitem ao espectador reconhecer seu disfarce e participar da exposição de seu cinismo.</p>
<p>Já Zeca Diabo é anunciado como uma ameaça, mas surge marcado por contradições que despertam a simpatia do público. O desespero dos moradores de Sucupira diante de sua chegada convive com situações que provocam o riso. O absurdo, portanto, não interrompe o drama: é uma das formas pelas quais o drama brasileiro pode ser narrado.</p>
<p><strong>Reconhecimento</strong></p>
<p>De acordo com a orientadora, ao reunir documentos da censura, cenas da novela, entrevistas, revistas especializadas e debates sobre sua recepção, Iza construiu uma análise que articula forma estética e experiência histórica.</p>
<p>“Seu trabalho demonstra que a televisão não apenas representou conflitos existentes na sociedade, mas também participou da produção de sentidos sobre a política, a moralidade e o próprio Brasil. Sua leitura de O Bem-Amado amplia as possibilidades de investigação da teledramaturgia e reafirma o audiovisual como fonte e objeto relevante para a historiografia”.</p>
<p>A importância dessa contribuição foi reconhecida em 2026, durante o congresso da ISHS, realizado em Niterói, quando a tese de Iza recebeu o prêmio de melhor tese de 2025. Para o Programa de Pós-Graduação em História, esse reconhecimento é motivo de orgulho e reafirma a relevância da contribuição intelectual deixada por Iza.</p>
<p>Do ponto de vista científico, social e cultural, a pesquisa contribui para a valorização da telenovela como objeto da investigação histórica. Ao analisar O Bem-Amado, primeira telenovela em cores exibida pela Rede Globo e uma das obras centrais da teledramaturgia brasileira, a tese aborda questões mais amplas relacionadas à cultura política, ao autoritarismo, à moralidade, ao consumo cultural, à formação de públicos e à construção da identidade nacional.</p>
<p>Fonte: <a href="https://ufmt.br/noticias/tese-defendida-na-ufmt-recebe-homenagem-pstuma-1784547558#top_page">UFMT – Universidade Federal de Mato Grosso</a></p>
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		<title>A ‘Arte de Proteger”</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/a-arte-de-proteger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto ‘Arte de Proteger’ vai visitar 55 escolas da rede pública neste segundo semestre para realizar ações educativas e lúdicas com foco no desenvolvimento e na segurança das crianças. Desenvolvida pela Guarda Municipal, o projeto utiliza abordagens lúdicas e interativas para conscientizar os estudantes sobre temas essenciais do cotidiano e da cidadania. Cerca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto ‘Arte de Proteger’ vai visitar 55 escolas da rede pública neste segundo semestre para realizar ações educativas e lúdicas com foco no desenvolvimento e na segurança das crianças. Desenvolvida pela Guarda Municipal, o projeto utiliza abordagens lúdicas e interativas para conscientizar os estudantes sobre temas essenciais do cotidiano e da cidadania. Cerca de 200 alunos serão atendidos com o projeto.</p>
<p>De acordo com a coordenadora de Programa e Projetos, da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Leyce Grecco, as unidades escolares já foram selecionadas e a partir de agosto retomam as visitas. “Definimos juntos com os inspetores da Guarda Municipal as escolas a serem visitadas. A partir de agora eles irão contactar com a direção de cada unidade, para fazer o agendamento de acordo com o cronograma escolar”, explicou.</p>
<p>A coordenadora lembrou ainda que a ‘Arte de Proteger’ utiliza o teatro de fantoches para abordar temas importantes, como a prevenção de doenças, trânsito seguro e combate à violência de forma acessível para crianças e adolescentes. “Neste ano estamos atuando muito na questão do assédio sexual, por isso uma das pautas discutidas é ‘meu corpo não é brinquedo’, onde os fantoches ensinam certos cuidados. A forma lúdica de ensinar contagia as crianças e os adultos também”.</p>
<p>A titular da pasta Maria Fernanda Figueiredo ressalta a importância da parceria com a Guarda Municipal reforçando o papel ativo da escola como espaço seguro de acolhimento, proteção e formação cidadã. “O grande diferencial  desse projeto é o uso de técnicas pedagógicas e teatrais. Os agentes da guarda, durante o espetáculo, prendem a atenção dos alunos e isso facilita a compreensão de determinados temas, e muito deles discutidos em sala de aula. As crianças absorvem as lições lúdicas e reproduzem o aprendizado em casa com seus familiares. Isso expande a cultura de paz para além dos muros da escola”.</p>
<p><strong>Confira a lista de escolas selecionadas para receber o projeto arte de proteger:<br />
</strong>1. EMEB ABDALA JOSÉ DE ALMEIDA<br />
2. EMEB AIR ADDOR<br />
3. EMEB ALINO FERREIRA DE MAGALHÃES<br />
4. EMEB ANA FRANCISCA DE BARROS<br />
5. EMEB ANA ROSA DA SILVA<br />
6. EMEB ÂNGELA JARDIM BOTELHO<br />
7. EMEB ANTÔNIA FELIPA DE CAMPOS MARTINS<br />
8. EMEB ANTÔNIO GOMES DA CRUZ<br />
9. EMEB ANTÔNIO JOAQUIM DE ARRUDA<br />
10.EMEB ARISTIDES POMPEO DE CAMPOS<br />
11.EMEB ARMINDO DE ARRUDA CAMPOS<br />
12.EMEB BENEDITA BERNARDINA CURVO<br />
13.EMEB BIANKA LORENA DA ROCHA CAPILÉ<br />
14.EMEB DAVID MAYER<br />
15.EMEB DR. GABRIEL MULLER<br />
16.EMEB DR. JOÃO PONCE DE ARRUDA<br />
17.EMEB ELIAS DOMINGOS<br />
18.EMEB EMANUEL BENEDITO DE ARRUDA<br />
19.EMEB EUNICE CÉSAR DE MELLO<br />
20.EMEB FAUSTINO ANTÔNIO DA SILVA<br />
21.EMEB GONÇALO DOMINGOS DE CAMPOS – CAIC<br />
22.EMEB HEROCLITO LEÔNCIO MONTEIRO<br />
23.EMEB HONORATO PEDROSO DE BARROS<br />
24.EMEB JAIME VERÍSSIMO DE CAMPOS JÚNIOR &#8211; JAIMINHO<br />
25.EMEB JOAQUIM DA CRUZ COELHO<br />
26.EMEB JOSÉ ESTEJO DE CAMPOS<br />
27.EMEB JÚLIO CORRÊA<br />
28.EMEB JÚLIO DOMINGOS DE CAMPOS<br />
29.EMEB LENINE DE CAMPOS PÓVOAS<br />
30.EMEB LUÍS REVELES PEREIRA<br />
31.EMEB MAMED UNTAR<br />
32.EMEB MANOEL CORRÊA DE ALMEIDA<br />
33.EMEB MARIA DE LOURDES TOLEDO AREIAS<br />
34.EMEB MÁRIO ANTUNES DE ALMEIDA<br />
35.EMEB MERCEDES DE PAULA SÔDA<br />
36.EMEB NAIR DE OLIVEIRA CORRÊA<br />
37.EMEB NAPOLEÃO JOSÉ DA COSTA<br />
38.EMEB PADRE LUIZ MARIA GHISONI<br />
39.EMEB PROFª. EDA BARACAT DA SILVA<br />
40.EMEB PROFª. ELIZA MARIA DA SILVA<br />
41.EMEB PROFª. LÚCIA LEITE RODRIGUES2<br />
42.EMEB PROFª. MARIA BARBOSA MARTINS<br />
43.EMEB PROFª. MARIA DAS GRAÇAS PINTO<br />
44.EMEB PROFª. MARIA JOANA DA SILVA ALMEIDA<br />
45.EMEB PROFª. MARIA PEDROSA DE MIRANDA<br />
46.EMEB PROFª. SALVELINA FERREIRA DA SILVA<br />
47.EMEB PROFº. ANTÔNIO SALÚSTIO AREIAS<br />
48.EMEB PROFº. DEMÉTRIO DE SOUZA<br />
49.EMEB RUTH MARTINS SANTANA<br />
50.EMEB SENHORA DIRCE LEITE DE CAMPOS<br />
51.EMEB TENENTE ABILIO DA SILVA MORAES<br />
52.EMEB VEREADOR ESTEVAN FERREIRA DA CUNHA</p>
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		<item>
		<title>Como falar sobre pobreza e desigualdade com as crianças</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/como-falar-sobre-pobreza-e-desigualdade-com-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Uma caminhada de mil léguas começa com um primeiro passo. Em outras palavras: comece.&#8221; E, assim, Emicida começa. A introdução de dois livros infanto-juvenis assinada pelo cantor paulistano é o primeiro passo para uma pergunta complexa: como falar sobre pobreza e desigualdade com as crianças? A resposta foi elaborada em conjunto com a economista Esther Duflo. A franco-americana é professora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Uma caminhada de mil léguas começa com um primeiro passo. Em outras palavras: comece.&#8221;</p>
<p>E, assim, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150824_entrevista_emicida_jc_rm">Emicida</a> começa. A introdução de dois livros infanto-juvenis assinada pelo cantor paulistano é o primeiro passo para uma pergunta complexa: como falar sobre <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknq2685t?page=1">pobreza</a> e desigualdade com as crianças?</p>
<p>A resposta foi elaborada em conjunto com a <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0845rkz82o">economista Esther Duflo</a>. A franco-americana é professora de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), foi a segunda mulher na história a ganhar o Nobel de Economia, e também a mais jovem, aos 46 anos de idade, em 2019.</p>
<p>Juntos, eles escreveram <em>Volta por cima</em> e <em>Conta Comigo</em>, obras recém-publicadas pela Companhia das Letrinhas. As publicações abordam temas relacionados à <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3w7q81exexo">pobreza global</a> e convidam as crianças a refletirem sobre soluções coletivas para enfrentar <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjdgzzj25nro">esse desafio.</a></p>
<p>Para isso, as obras narram as trajetórias de Imeuni, Tsongai e Bibir, personagens que vivem em lugares fictícios, mas que poderiam estar na África, Ásia ou América do Sul. Por meio deles, as histórias levam a reflexões sobre situações envolvendo pobreza e as soluções para reduzi-la.</p>
<p><em>Volta por cima</em> narra a trajetória de uma jovem que deseja encontrar um trabalho, mas não sabe por onde começar. Ao longo da história, aparecem temas como <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cr50y51n5v8t">empreendedorismo</a>, economia local, inovação e até microcrédito.</p>
<p>&#8220;Esse livro trata da dificuldade (mas também da possibilidade) de encontrar o próprio caminho&#8221;, explica Duflo à BBC News Brasil.</p>
<p>&#8220;A personagem quer muito trabalhar, mas tem poucas oportunidades. Ela tenta, fracassa e tenta novamente até encontrar seu caminho. É uma jovem forte, que pode servir de exemplo tanto para meninos quanto para meninas.&#8221;</p>
<p>Já em <em>Conta comigo</em>, valores como solidariedade, comunidade e empreendedorismo surgem na história, que também trata de problemas como <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cpzd4zxk913t">violência doméstica</a>, etarismo (discriminação devido à idade) e preconceito.</p>
<p>Com essas histórias, a mensagem que a economista quer passar é a de que &#8220;crianças pobres não são perigosas, pais pobres não são preguiçosos e pessoas pobres têm vidas ricas, cheias de amizades e significados&#8221;, como quaisquer outras pessoas.</p>
<p>&#8220;E também que a pobreza causa muitos problemas, mas nós, seres humanos, também podemos encontrar as soluções. É por isso que cada um desses livros gira em torno de um problema e de uma solução — uma solução que, na minha profissão como economista, vi que realmente funciona.&#8221;</p>
<p>As ilustrações são cheias de cores e foram feitas por Cheyenne Olivier, ilustradora francesa especializada em livros infantis.</p>
<p>Ela se inspirou no universo visual dos gráficos de economia, para despertar a curiosidade das crianças pelas histórias, que contam com uma ajuda especial para guiá-las.</p>
<p>Emicida faz o papel de condutor da leitura ao longo das páginas com comentários que convidam à reflexão. Ele aparece colocando as histórias em perspectiva e encontrando conexões com a própria vida, algo que um adulto leitor também pode fazer.</p>
<p>Sua experiência em publicações infantis, com <em>Amoras</em> (2018) e <em>E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas</em> (2020), ambos também pela Companhia das Letrinhas, trazem certa familiaridade do cantor com o tema.</p>
<p>Duflo explica que, embora não conhecesse Emicida pessoalmente antes da produção das obras, ela já sabia quem ele era. &#8220;Minha ilustradora, Cheyenne, cresceu ouvindo as músicas dele, ela era muito fã.&#8221;</p>
<p><strong>&#8216;Nem todas as pessoas pobres sonham em ser Bill Gates&#8217;</strong></p>
<p>Duflo venceu o Nobel, juntamente com os economistas Abhijit Banerjee (seu marido) e Michael Kremer, por introduzirem &#8220;uma nova abordagem para obter respostas confiáveis sobre as melhores maneiras de combater a pobreza global&#8221;, segundo<a href="https://www.nobelprize.org/prizes/economic-sciences/2019/duflo/facts/"> o site do Prêmio Nobel.</a></p>
<p>Na prática, eles levavam para pequenas comunidades a aplicação de um projeto de política pública para melhorar, por exemplo, resultados educacionais ou a saúde infantil.</p>
<p>Se os resultados fossem positivos, implementavam de uma forma mais ampla. Se negativo, tentavam de novo. Essa metodologia, aplicada em países como Índia e Quênia, fez com que Duflo derrubasse alguns &#8220;mitos&#8221; sobre os mais pobres.</p>
<p>&#8220;A primeira coisa que notei quando desembarquei na Índia é que as pessoas mais pobres vivem vidas muito mais normais do que eu esperava&#8221;, disse ela <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0845rkz82o">em entrevista à BBC News Brasil</a> em julho de 2024, sobre o início da carreira há mais de 30 anos.</p>
<p>Em seus experimentos, Duflo mostrou que conceder um empréstimo para que pessoas muito pobres possam iniciar um novo negócio não leva, necessariamente, a uma melhora drástica em seu bem-estar.</p>
<p>&#8220;É claro que não estamos dizendo que não existem empreendedores genuínos entre os pobres — conhecemos muitas pessoas assim. Mas também há muitos deles que dirigem um negócio condenado a permanecer pequeno e não lucrativo&#8221;, escreve em seu livro <em>A Economia dos Pobres </em>(Editora Zahar, 2021).</p>
<p>Sua constatação é replicada nos livros infanto-juvenis de agora. &#8220;Nem todas as pessoas pobres sonham em ser Bill Gates&#8221;, escreve ela, ao final de<em> Volta por cima</em>, em uma seção intitulada &#8220;O que Esther Duflo tem a dizer sobre a pobreza&#8221;.</p>
<p>Nesta seção, ela traz direcionamentos para que os adultos possam orientar a leitura das crianças e responder às suas dúvidas de acordo com a temática de cada um dos livros.</p>
<p>&#8220;Para ajudar os jovens a se encontrar profissionalmente e sair da pobreza, é preciso se desfazer da ilusão de que ter sua própria empresa é necessariamente o melhor caminho. Isso pode até ser verdade para alguns, mas, para muitos, a melhor solução seria ter um emprego de acordo com suas aspirações&#8221;, escreve ela.</p>
<p>Os temas podem parecer complexos para crianças — as obras são indicadas para leitores a partir dos 9 anos —, mas Duflo garante que elas são capazes de compreender.</p>
<p>&#8220;As crianças são capazes de entender e lidar com qualquer assunto, e existem muitos estereótipos sobre a pobreza por aí&#8221;, afirma. Para ela, as obras são como sementes que podem ajudar a moldar adultos melhores para o futuro.</p>
<p>&#8220;A esperança é que elas cresçam e se tornem adultos mais empáticos e otimistas, que contribuam para melhorar o mundo.&#8221; (BBC News Brasil)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Educação financeira pode ser incluída no currículo escolar</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/educacao-financeira-pode-ser-incluida-no-curriculo-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta aprovada no Senado abrange ensinos fundamental e médio A inclusão da educação financeira como tema no currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada na quarta-feira (15), no plenário do Senado Federal. O projeto de lei, aprovado na forma de texto alternativo da senadora Teresa Leitão (PT-PE), estabelece que o tema será ensinado de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Proposta aprovada no Senado abrange ensinos fundamental e médio</em></p>
<p>A inclusão da educação financeira como tema no currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada na quarta-feira (15), no plenário do Senado Federal.</p>
<p>O projeto de lei, aprovado na forma de texto alternativo da senadora Teresa Leitão (PT-PE), estabelece que o tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já existentes, como matemática, história e geografia, ao longo de toda a formação escolar.</p>
<p>Pela proposta, a educação financeira, que já faz parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando a sobrecarga dos alunos.</p>
<p>A relatora ampliou o texto original para incluir também a promoção da educação fiscal, previdenciária e securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos também vão aprender sobre a importância dos impostos para o financiamento de serviços públicos, além de entender o funcionamento da previdência social e dos seguros.</p>
<p>Por ter sido modificado no Senado, o texto agora voltará à Câmara para última análise.</p>
<p>(Fonte: Agência Brasil com<em> informações da Agência Senado)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Educação para prevenir a violência contra a mulher passa a integrar o currículo da Rede Estadual</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/educacao-para-prevenir-a-violencia-contra-a-mulher-passa-a-integrar-o-curriculo-da-rede-estadual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 09:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blogdacondessa.com.br/blog/?p=14383</guid>

					<description><![CDATA[<p>A iniciativa amplia a preparação dos professores para integrar o tema de forma transversal ao currículo da Rede Estadual O Governo de Mato Grosso sancionou, na quarta-feira (1/7), a lei que torna obrigatória a inclusão do combate à violência contra a mulher no currículo da rede estadual de ensino e lançou o Portal Mulher, plataforma que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/educacao-para-prevenir-a-violencia-contra-a-mulher-passa-a-integrar-o-curriculo-da-rede-estadual/">Educação para prevenir a violência contra a mulher passa a integrar o currículo da Rede Estadual</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog">Blog da Condessa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A iniciativa amplia a preparação dos professores para integrar o tema de forma transversal ao currículo da Rede Estadual</em></p>
<p>O Governo de Mato Grosso sancionou, na quarta-feira (1/7), a lei que torna obrigatória a inclusão do combate à violência contra a mulher no currículo da rede estadual de ensino e lançou o <a href="https://mulher.mt.gov.br/">Portal Mulher</a>, plataforma que reúne informações, serviços e políticas públicas voltadas à prevenção da violência e ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres no estado.</p>
<p>A medida passa a integrar, de forma permanente, o currículo da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso e foi oficializada com a sanção, que determina que o tema seja trabalhado de forma interdisciplinar em todas as escolas estaduais.</p>
<p>A iniciativa reforça uma ação que a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) já vem desenvolvendo, preparando professores para levar o tema de forma transversal para todas as disciplinas, com formação de professores e material pedagógico específico.</p>
<p>Durante a solenidade, o governador Otaviano Pivetta, destacou que a educação é uma das principais ferramentas para prevenir a violência contra a mulher e promover mudanças culturais duradouras.</p>
<p>&#8220;Nossas escolas precisam ser ambientes mais saudáveis, acolhedores e formadores. As nossas escolas podem e devem preparar as nossas meninas para serem livres, quanto mais cedo possível”, afirmou.</p>
<p>Ainda segundo o governador, enfrentar a violência exige ações preventivas e contínuas, começando pela formação das crianças e dos jovens. Para ele, a escola tem papel estratégico ao promover valores como respeito, cidadania e igualdade desde os primeiros anos da vida escolar.</p>
<p>A proposta prevê que o tema seja incorporado aos diferentes componentes curriculares, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), deixando de ser trabalhado apenas em campanhas ou datas específicas. Na prática, os estudantes abordarão a prevenção à violência em diversas disciplinas, utilizando conteúdos adequados à faixa etária e ao contexto de aprendizagem.</p>
<p>Segundo a secretária de Estado de Educação, Flávia Emanuelle Soares, a iniciativa fortalece o papel da escola na formação cidadã e amplia a capacidade da rede de identificar e acolher situações de violência.</p>
<p>“O estudante vai aprender Matemática entendendo os índices da violência e Língua Portuguesa identificando o que é uma linguagem violenta. Em Geografia, o professor vai falar como e onde ele vai inserir o tema ‘violência contra a mulher’ com dados geográficos. Hoje essa é uma prática dentro das escolas. O estudante aprende a reconhecer essas situações e também a denunciá-las”, disse ela.</p>
<p>A secretária também explicou que os professores começaram a ser preparados ainda em janeiro, durante a Semana Pedagógica, por meio de oficinas e orientações sobre como inserir a temática nas sequências didáticas de cada disciplina.</p>
<p>Além da abordagem em sala de aula, os profissionais também receberam formação para identificar possíveis situações de violência e realizar o acolhimento adequado, em parceria com a rede de proteção.</p>
<p><strong>Abordagem nas escolas</strong></p>
<p>Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (4º e 5º anos), o foco em sala de aula está na prevenção, no respeito ao próprio corpo e ao outro, na autonomia e na desconstrução de estereótipos de gênero, por meio de atividades lúdicas. Já nos Anos Finais (6º ao 9º ano), os estudantes passam a identificar os diferentes tipos de violência, analisar dados e conhecer a rede de proteção.</p>
<p>No Ensino Médio, as atividades promovem discussões sobre machismo estrutural, feminicídio, direitos humanos e o papel das instituições, incentivando o protagonismo juvenil na construção de uma cultura de respeito.</p>
<p>A sanção da lei consolida a escola como um espaço permanente de prevenção, acolhimento e conscientização. A expectativa é que, ao longo da formação escolar, os estudantes desenvolvam empatia, senso crítico e conhecimento sobre os mecanismos de proteção, tornando-se agentes de transformação em suas famílias e comunidades.</p>
<p>O post <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/educacao-para-prevenir-a-violencia-contra-a-mulher-passa-a-integrar-o-curriculo-da-rede-estadual/">Educação para prevenir a violência contra a mulher passa a integrar o currículo da Rede Estadual</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog">Blog da Condessa</a>.</p>
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		<title>“Decolando” oferece oportunidades capazes de transformar trajetórias</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/decolando-oferece-oportunidades-capazes-de-transformar-trajetorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sonho de pilotar avião começa a virar caminho profissional para estudantes da Rede Estadual. Iniciativa reúne jovens de Cuiabá e Várzea Grande de diferentes realidades Para 20 estudantes da Rede Estadual de Mato Grosso, a aviação civil deixou de ser um sonho distante e passou a ser um projeto de vida. Eles participaram, nesta segunda-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sonho de pilotar avião começa a virar caminho profissional para estudantes da Rede Estadual. Iniciativa reúne jovens de Cuiabá e Várzea Grande de diferentes realidades</em></p>
<p>Para 20 estudantes da Rede Estadual de Mato Grosso, a aviação civil deixou de ser um sonho distante e passou a ser um projeto de vida. Eles participaram, nesta segunda-feira (22.6), da aula inaugural do Programa Estadual de Formação de Pilotos Civis – Decolando, iniciativa que oferece formação gratuita e completa a jovens selecionados da rede pública estadual.</p>
<p>Desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso, o programa oferece formação gratuita em aviação civil a estudantes da rede pública, abrindo portas para uma carreira tradicionalmente associada a altos custos de formação. A iniciativa reúne jovens de Cuiabá e Várzea Grande de diferentes realidades, mas com algo em comum: o sonho de pilotar.</p>
<p>Com duração estimada de até 24 meses, o curso inclui formação teórica, avaliações de desempenho, exames médicos e treinamento prático de voo. Ao longo do percurso, os estudantes poderão obter as licenças de Piloto Privado (PP) e de Piloto Comercial (PC), além de habilitações para voo por instrumentos (IFR), para voo multimotor e de capacitação em inglês aeronáutico.</p>
<p>Para a família, a aprovação dos jovens é motivo de orgulho e esperança. Além do acesso a uma formação de excelência, o programa representa uma oportunidade de crescimento profissional e pessoal para jovens que agora iniciam uma trajetória inédita rumo à aviação.</p>
<p><strong>Sonho de infância</strong></p>
<p>A estudante Thalita Gabriela Santos Ribeiro, da Escola Estadual Victorino Monteiro da Silva, está entre os participantes da primeira turma do Decolando. A aprovação foi a oportunidade de tornar realidade um sonho que surgiu ainda na infância.</p>
<p>“Eu não acreditava que tinha sido selecionada. Quando saiu o resultado, fiquei pensando se era real. Sempre gostei da aviação e sonhava em pilotar desde criança. Agora tenho a oportunidade de realizar esse desejo que parecia tão distante. Estou nervosa, mas muito feliz e animada para começar”, contou.</p>
<p>A conquista de Thalita também emocionou a mãe, Andrea dos Santos Pereira, que acompanha o sonho da filha há anos.</p>
<p>“Ela sempre gostou dessa área e sonhava em pilotar. Quando soubemos da seleção, fiquei muito feliz porque é uma oportunidade que dificilmente conseguiríamos proporcionar por conta própria. É algo grandioso para o futuro dela. Eu apoio esse sonho 100% e vou estar ao lado dela em cada etapa dessa caminhada”, afirmou.</p>
<p><strong>Um sonho compartilhado entre gerações</strong></p>
<p>A história de Heitor Sebastião Magalhães Froes, estudante da Escola Estadual Militar Tiradentes, de Cuiabá, também reflete o impacto do programa na vida das famílias. O jovem conta que conheceu a oportunidade por meio de um amigo e que, desde então, passou a enxergar novos horizontes para o próprio futuro.</p>
<p>“Quando recebi a notícia, nem acreditei. Fui pesquisar mais sobre a profissão e fui ficando cada vez mais animado. É uma oportunidade que nunca fez parte da minha realidade, mas que agora pode mudar a minha vida. Me sinto privilegiado por estar aqui e quero aproveitar ao máximo tudo o que vou aprender durante a formação”, disse.</p>
<p>Para o pai de Heitor, Rogério Froés, a aprovação do filho representa a realização de um sonho antigo. “Quando eu era jovem, sonhava em seguir essa carreira, mas não tive a oportunidade. Hoje, ver meu filho participando de um programa como esse é emocionante. A formação de piloto ainda é algo muito distante para grande parte da população. Por isso, essa iniciativa tem um valor enorme. Acaba realizando um sonho que um dia foi meu e que agora também se tornou dele”, destacou.</p>
<p><strong>Empolgação dos estudantes</strong></p>
<p>Para João Marcos de Farias, estudante do 3º ano da E.E. Maria de Macedo Rodrigues, a aprovação no programa representa um passo importante para a construção de seu futuro profissional. Ele afirma que o interesse pela carreira surgiu após conhecer melhor a formação oferecida pelo Decolando.</p>
<p>“Quando me inscrevi, ainda não sonhava em ser piloto. Ao conhecer melhor a profissão e o curso, comecei a me interessar cada vez mais. Hoje vejo essa oportunidade como um grande passo para a minha vida. Quero aprender o máximo possível durante a formação e me dedicar para conquistar essa oportunidade”, destacou.</p>
<p>Para o estudante da E.E. Raimundo Pinheiro da Silva, Lucas Cardoso, de 17 anos, ter sido selecionado para o projeto representa uma oportunidade de acesso a uma profissão que, historicamente, esteve restrita a poucas pessoas. Segundo ele, a iniciativa tem potencial para abrir caminhos para outros jovens da rede estadual.</p>
<p>“A formação de piloto costuma ser muito cara e distante da realidade de muitos estudantes. Por isso, vejo esse programa como uma oportunidade única. Quero aproveitar ao máximo essa chance e espero que a nossa turma ajude a abrir portas para que outros jovens também possam realizar esse sonho no futuro”, afirmou.</p>
<p>O estudante Rafael Fabiano de Araújo, de 17 anos, da E.E. Jayme Veríssimo de Campos Júnior, também destacou a importância da iniciativa para ampliar o acesso à aviação. Ele conta que não tinha o sonho de ser piloto antes de conhecer o programa, mas passou a enxergar novas possibilidades para o futuro após ser selecionado.</p>
<p>“Quando fui aprovado, minha família ficou muito feliz e começou a acreditar nesse sonho junto comigo. A aviação é uma área de difícil e, esse programa mostra que estudantes da escola pública também podem chegar lá. Agora, minha expectativa é aprender muito e seguir nessa trajetória ao lado dos meus colegas”, disse.</p>
<p>Segundo a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, o Decolando reforça o compromisso de oferecer oportunidades capazes de transformar trajetórias e mostrar aos jovens que seus sonhos podem ser alcançados por meio da educação.</p>
<p>“Ver nossos jovens ingressarem em uma formação tão qualificada é a prova de que a escola pública pode ser um instrumento real de mobilidade social. O Decolando existe com o propósito de criar oportunidades concretas para que nossos estudantes sonhem mais alto e tenham condições de construir um futuro promissor por meio do conhecimento e da dedicação”, afirmou a secretária.</p>
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		<title>Esporte e acolhimento transformam trajetórias de estudantes da Rede Estadual de MT</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/esporte-e-acolhimento-transformam-trajetorias-de-estudantes-da-rede-estadual-de-mt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 09:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Histórias de David, Bernardo e Daviela mostram como a escola pública amplia oportunidades, fortalece vínculos e ajuda a construir projetos de vida Aos 15 anos, David Henrique Oliveira Gomes divide os dias entre aulas, treinos e planos que já vão além dos muros da escola. Aluno da Escola Estadual de Tempo Integral Governador José Fragelli, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Histórias de David, Bernardo e Daviela mostram como a escola pública amplia oportunidades, fortalece vínculos e ajuda a construir projetos de vida</em></p>
<p>Aos 15 anos, David Henrique Oliveira Gomes divide os dias entre aulas, treinos e planos que já vão além dos muros da escola. Aluno da Escola Estadual de Tempo Integral Governador José Fragelli, conhecida como Arena da Educação, em Cuiabá, ele encontrou no judô mais do que uma modalidade esportiva: disciplina, rotina e um caminho para o futuro.</p>
<p>O esporte entrou cedo na vida de David. Aos três anos, incentivado pelo pai, que também é seu sensei, ele começou a dar os primeiros passos no judô. Com o tempo, a prática virou paixão e passou a fazer parte do projeto de vida do estudante.</p>
<p>Na unidade, vocacionada ao esporte, ele encontrou uma rotina que o ajudou a conciliar os estudos com os treinos. “A escola contribui muito para o meu desenvolvimento no judô, porque tem horários específicos para a prática esportiva”, afirma.</p>
<p>A mudança para a escola de tempo integral também teve reflexos fora do tatame. David recorda que passou a organizar melhor o próprio tempo e a levar os estudos com mais responsabilidade.</p>
<p>“Antes da Arena, eu estudava em uma escola de meio período e era mais relaxado. Quando mudei para cá, comecei a focar mais nos estudos, no esporte e na minha rotina. Foi nesse momento que percebi uma mudança nos meus hábitos”, relata.</p>
<p>Entre as lembranças mais marcantes está a participação no Sul-Americano Escolar de 2025. Ao retornar da competição, David recebeu reconhecimento da comunidade escolar e uma moção de aplausos, momento que guarda como prova de que o esforço começava a gerar resultados.</p>
<p>David sonha em se tornar atleta olímpico e servir à Marinha por meio do Programa de Atletas de Alto Rendimento (PAAR). Também considera seguir carreira como oficial da polícia. Para ele, os dois caminhos passam pela escola.</p>
<p>A experiência de David não é isolada. Na mesma unidade, Bernardo Mendes, de 17 anos, aluno do 3º ano do Ensino Médio, também encontrou no esporte uma forma de reorganizar a rotina e ampliar suas perspectivas.</p>
<p>Atleta de badminton, Bernardo conheceu a modalidade na própria escola, durante um rodízio de práticas esportivas. A experiência despertou interesse e, depois, compromisso.</p>
<p>“Tudo mudou, inclusive a forma como eu vivia, porque passei a me organizar melhor e a ter mais foco nos estudos e na prática esportiva”, afirma.</p>
<p>O estudante lembra a conquista do primeiro campeonato como um dos momentos mais importantes de sua trajetória. Segundo ele, foi quando percebeu que não caminhava sozinho.</p>
<p>“Foi nesse momento que percebi que tinha o apoio não apenas dos meus familiares, mas também dos professores e da escola. Todo esse reconhecimento reforçou o valor do ambiente escolar no meu desenvolvimento”, diz.</p>
<p>Segundo a coordenadora da unidade, Ailaidée Santos, o esporte amplia as oportunidades de aprendizagem e contribui para a formação integral dos estudantes. No dia a dia, ela observa mudanças que nem sempre aparecem em rankings, gráficos ou avaliações externas.</p>
<p>Para a coordenadora, os indicadores ajudam a acompanhar a rede, mas não traduzem toda a dimensão do que acontece na escola. “Os números são importantes, mas não conseguem expressar as mudanças de comportamento, o desenvolvimento de valores e o crescimento emocional e social dos estudantes”, afirma.</p>
<p><strong>Acolhimento e oportunidades</strong></p>
<p>Se para David e Bernardo a escola ajudou a transformar o esporte em projeto de vida, para Daviela Valéria Bermudez, ela representou a possibilidade de um recomeço.</p>
<p>Natural da Venezuela, a estudante chegou a Cuiabá durante a pandemia da Covid-19. Matriculada na Escola Estadual Cívico-Militar Leovegildo de Melo, ela encontrou acolhimento logo nos primeiros dias de adaptação.</p>
<p>“Fui bem recebida. Todo o corpo da escola e os meus colegas me trataram bem e me incluíram em todas as atividades”, relembra.</p>
<p>O aprendizado do português veio aos poucos, junto com a adaptação à rotina escolar. Hoje, aos 17 anos e cursando o 3º ano do Ensino Médio, Daviela busca aproveitar as oportunidades que surgem.</p>
<p>O interesse pelos estudos também despertou a vontade de aprender outros idiomas. Além do português, ela estuda inglês e aprende turco e francês.</p>
<p>Os idiomas se conectam aos planos que ela tem para o futuro. Ela pretende cursar Relações Internacionais ou seguir carreira em comércio exterior. Mas há um sonho que carrega um sentido ainda mais pessoal.</p>
<p>“Eu quero contribuir para melhorar o país, inclusive o meu, e também realizar o sonho do meu irmão, que é conhecer o mundo em sua cadeira de rodas”, conta.</p>
<p>Para o professor de Língua Portuguesa Diego Silva, da EECM Leovegildo Melo, uma das maiores conquistas de um educador acontece quando o estudante volta a acreditar que é capaz de aprender.</p>
<p>Ao longo da carreira, ele percebeu que ensinar exige mais do que cumprir o planejamento. É preciso conhecer a realidade dos alunos, suas dificuldades, seus ritmos e as diferentes formas de aprender.</p>
<p>Segundo o professor, alguns avanços aparecem silenciosamente: quando um estudante perde o medo de participar, faz uma pergunta pela primeira vez ou consegue concluir uma atividade que antes parecia impossível.</p>
<p>Diego afirma que continua acreditando na educação pública porque também foi transformado por ela.</p>
<p>“Sou fruto da escola pública. Há 15 anos, eu era estudante no mesmo prédio onde hoje leciono. Foi por meio da educação que alcancei espaços que sempre sonhei em conhecer e conheci realidades muito diferentes da minha”, conta.</p>
<p>“Por trás de cada número há uma história, uma dificuldade, uma superação. Os números não mostram o estudante que trabalha, que ajuda a família ou que está aprendendo uma nova língua enquanto cursa as disciplinas. A escola também é feita de histórias, vínculos, resistências e pequenas conquistas que nem sempre cabem nas estatísticas”, finaliza Diego Silva.</p>
<p>Na avaliação do governador Otaviano Pivetta, educação e esporte têm que andar juntos, porque desde jovem o aluno precisa aprender a ter qualidade de vida e a se cuidar. “Por isso, nós fizemos grandes investimentos na infraestrutura das escolas. Em Mato Grosso, já são 48 quadras entregues e já entregamos 7 CEIs nesse novo padrão, com quadra, piscina e espaços de recreação. A escola precisa ser uma extensão da casa, um lugar de convivência e desenvolvimento das nossas crianças”, disse o governador.</p>
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		<title>MEC entrega Bloco de Agronomia do IFMT em Diamantino</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/mec-entrega-bloco-de-agronomia-do-ifmt-em-diamantino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 09:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) realizou, no sábado, 16 de maio, a entrega do Bloco de Agronomia do Campus Diamantino do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), em Diamantino (MT). A agenda contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, que visitou e realizou a entrega da nova estrutura. O bloco de salas de aula e laboratórios do curso de agronomia e áreas correlatas do campus teve investimento total [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) realizou, no sábado, 16 de maio, a entrega do Bloco de Agronomia do Campus Diamantino do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), em Diamantino (MT). A agenda contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, que visitou e realizou a entrega da nova estrutura. O bloco de salas de aula e laboratórios do curso de agronomia e áreas correlatas do campus teve investimento total de R$ 6,5 milhões do MEC.</p>
<p>“Viemos inaugurar um prédio do Instituto Federal de Diamantino, onde funcionará o curso de agronomia, o mais novo curso do IFMT. A partir do segundo semestre, já teremos a ocupação total do prédio. Vamos colocar o mobiliário e todos os laboratórios vão ser montados para que, a partir de agosto, as aulas já estejam funcionando aqui”, informou o ministro.</p>
<p>Durante a cerimônia, Barchini anunciou também a criação do curso de gastronomia no campus, a ser ofertado na Casa dos Sabores, espaço dedicado à valorização da culinária mato-grossense e instalado em edifício histórico da cidade. O ministro determinou ainda a construção de um restaurante estudantil na unidade de Diamantino do IFMT.</p>
<p><strong>Desenvolvimento local – </strong>Criado em 2014, o Campus Diamantino foi implantado com o objetivo de ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica (EPT) no município e em cidades do entorno. Atualmente, a unidade oferece cursos técnicos integrados ao ensino médio em administração e agricultura, além de licenciatura em ciências biológicas e graduação tecnológica em gestão do agronegócio. Com 590 alunos, o campus desenvolve projetos de ensino, pesquisa, extensão e inovação voltados ao desenvolvimento local e regional.</p>
<p>“Essa nova graduação está chegando para os estudantes que já estão fazendo o ensino médio integrado no IF. Eles são os candidatos em potencial para fazer essa graduação em agronomia e conseguir trabalho nas empresas que aqui se instalaram – esta é a garantia de que eles vão ficar aqui: mão de obra qualificada”, afirmou Barchini.</p>
<p>Em 2024, uma portaria do MEC transformou 18 campi avançados de institutos federais em campi plenos, entre eles o de Diamantino. Com a nova tipologia institucional, a unidade passou a ter capacidade projetada para até 800 estudantes, quando o quadro de servidores estiver completo.</p>
<p>O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, explicou que o campus tinha 20 professores e, agora, o quadro aumentou para 40. “A gente dobrou a capacidade de oferta. Essa é uma grande ação que temos que destacar: a mudança da tipologia da unidade, e isso se deu porque o governo do presidente Lula tem priorizado a consolidação dos institutos federais”, defendeu.</p>
<p><strong>Expansão e consolidação – </strong>O governo federal tem ampliado os investimentos na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). O programa prevê a expansão dos institutos federais com <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/100-novos-ifs">mais de 100 novas unidades</a> em todo o país, que deverão gerar mais de 155 mil novas vagas em educação profissional e tecnológica, principalmente em <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mec-n-357-de-29-de-abril-de-2026-702421985">cursos técnicos integrados ao ensino médio</a>.</p>
<p>No caso do IFMT, estão previstos R$ 75 milhões para a construção e a aquisição de equipamentos de três novos campi nos municípios de Água Boa, Colniza e Canarana. Cada nova unidade tem investimento estimado de cerca de R$ 25 milhões, incluindo infraestrutura, equipamentos e mobiliário. Em 2024, a unidade de Campo Verde, que era um centro de referência, foi transformada em campus, totalizando quatro novos campi do IFMT criados durante esta gestão.</p>
<p>O Novo PAC também contempla recursos para a consolidação da infraestrutura das unidades já existentes da Rede Federal. Para o IFMT, estão previstos R$ 42,5 milhões para a ampliação e a melhoria de estruturas acadêmicas. Entre 2023 e 2025, já foram repassados R$ 30,9 milhões, com previsão de outros R$ 12,8 milhões para investimentos em obras como bibliotecas, restaurantes estudantis, blocos de salas de aula, laboratórios e quadras poliesportivas.</p>
<p>O IFMT conta atualmente com 20 campi e uma unidade Embrapii, oferta 281 cursos e registra 29.579 matrículas, incluindo cursos de qualificação profissional. A instituição reúne 842 técnicos administrativos e 1.279 professores, contribuindo para a interiorização da EPT.</p>
<p><strong>Agenda –</strong> Mais cedo neste sábado, já no Mato Grosso, o ministro Leonardo Barchini participou da inauguração da Biblioteca Parque Diamantino, durante a feira literária da cidade. O equipamento foi implantado em um edifício revitalizado, de forma a promover uma ocupação qualificada do Centro Histórico do município. A biblioteca-parque foi inspirada no conceito de bibliotecas contemporâneas avançadas e terá programação contínua de oficinas, rodas de leitura e de conversa, atividades de mediação literária, inclusão digital, robótica, games e jogos de tabuleiro.</p>
<p>Na cerimônia, Barchini apresentou os programas conduzidos pelo MEC para promoção da alfabetização e da leitura, como o <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada">Compromisso Nacional Criança Alfabetizada</a>; os Cantinhos da Leitura, espaços com literatura infantil em creches e pré-escolas; o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) Literário, que, nesta gestão, já distribuiu 100 milhões de livros a mais que no governo anterior; e o <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-livros">MEC Livros</a>, biblioteca digital, recém-lançada, que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/mec-entrega-bloco-de-agronomia-do-ifmt-em-diamantino/">MEC entrega Bloco de Agronomia do IFMT em Diamantino</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog">Blog da Condessa</a>.</p>
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		<title>Quintal Cuiabano promove vivências práticas da cultura cuiabana</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/quintal-cuiabano-promove-vivencias-praticas-da-cultura-cuiabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 09:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quarta edição do projeto Quintal Cuiabano teve como destaque a participação de crianças do CMEI Paulo Ronan, que apresentaram danças tradicionais como siriri e cururu, além de atividades culturais envolvendo música, artes e gastronomia típica de Cuiabá. A ação integra a política de valorização da cultura regional nas unidades da rede municipal e amplia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A quarta edição do projeto Quintal Cuiabano teve como destaque a participação de crianças do CMEI Paulo Ronan, que apresentaram danças tradicionais como siriri e cururu, além de atividades culturais envolvendo música, artes e gastronomia típica de Cuiabá.</p>
<p>A ação integra a política de valorização da cultura regional nas unidades da rede municipal e amplia o alcance do projeto para diferentes faixas etárias. A proposta é promover vivências práticas da cultura cuiabana dentro do ambiente educacional, envolvendo alunos, professores e famílias.</p>
<p>Realizada em Cuiabá, a iniciativa reuniu a comunidade escolar em uma programação que incluiu coral, exposições de pintura e a produção do “francisquito”, biscoito amanteigado tradicional da capital mato-grossense.</p>
<p>A secretária adjunta de Direitos Humanos, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Vilmara Vidica, destacou o envolvimento da comunidade escolar e o impacto da ação no processo educativo.</p>
<p>“A escola se transforma com o projeto. As famílias participam e as crianças vivenciam a cultura de forma real. Isso fortalece a identidade e mostra que a nossa tradição continua viva”, disse.</p>
<p>Já a secretária municipal da pasta de Assistência Social, Hélida Vilela, reforçou que a iniciativa atende a uma diretriz da gestão municipal de valorização das tradições locais.</p>
<p>“Muitas vezes, as novas gerações não conhecem a cultura regional. O projeto aproxima passado e presente, garantindo que esse conhecimento seja preservado”, afirmou.</p>
<p>Na unidade, a preparação das crianças incluiu atividades pedagógicas iniciadas ainda no período do aniversário de Cuiabá, com foco nas manifestações culturais e na culinária típica. A diretora do CMEI Paulo Ronan, Maria do Carmo, ressaltou o impacto da ação no desenvolvimento dos alunos.</p>
<p>“As crianças participaram de ensaios, atividades culturais e da produção do francisquito. Foi um processo de aprendizado que envolveu toda a equipe e trouxe a cultura para o cotidiano delas”, explicou.</p>
<p>Com edições previstas ao longo do ano, a expectativa da gestão é ampliar o alcance do Quintal Cuiabano, consolidando a iniciativa como ferramenta de educação cultural e integração comunitária.</p>
<p>Confira abaixo onde devem ocorrer as próximas edições do projeto:</p>
<p>05/05: CEIC Maria Ligia Borges Garcia</p>
<p>13/05: CEIC Professora Luciene Ferreira de Oliveira</p>
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		<title>Governo de Mato Grosso inaugura nova escola indígena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 09:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Mato Grosso inaugura, nesta segunda-feira (30.3), a Escola Estadual Indígena Kisedje, localizada na Aldeia Khikatxi, na Terra Indígena Wawi, no município de Querência. Com investimento de R$ 2,5 milhões, a nova estrutura conta com oito salas de aula, refeitório e dependências administrativas, ampliando as condições de atendimento aos estudantes da comunidade. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Mato Grosso inaugura, nesta segunda-feira (30.3), a Escola Estadual Indígena Kisedje, localizada na Aldeia Khikatxi, na Terra Indígena Wawi, no município de Querência.</p>
<p>Com investimento de R$ 2,5 milhões, a nova estrutura conta com oito salas de aula, refeitório e dependências administrativas, ampliando as condições de atendimento aos estudantes da comunidade.</p>
<p>A escola tem capacidade para receber até 200 alunos por turno e, atualmente, atende 174 estudantes distribuídos em 14 turmas.</p>
<p>A Aldeia Khikatxi é formada pelo povo Kisêdjê, no Parque Indígena do Xingu, reconhecido por iniciativas ligadas à colheita tradicional e ao manejo da floresta.</p>
<p>Serviço | Inauguração da Escola Estadual Indígena Kisedje</p>
<p>Data: Segunda-feira, 30 de março</p>
<p>Local: Aldeia Khikatxi – Terra Indígena Wawi, em Querência</p>
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