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	<title>Arquivos Educação &#8902; Blog da Condessa</title>
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	<description>Com Shirley de Souza O’Campos</description>
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	<title>Arquivos Educação &#8902; Blog da Condessa</title>
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		<title>Final do SuperChef da Educação reúne 13 merendeiros em Cuiabá e premia vencedores e escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 09:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Competição será realizada em 5 de novembro, em Cuiabá; escolas dos três primeiros colocados receberão R$ 20 mil cada para equipar as cozinhas Treze merendeiras e merendeiros vão preparar suas receitas ao vivo na final da quarta edição do SuperChef da Educação, em 5 de novembro, em Cuiabá. Os três primeiros colocados receberão R$ 9 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Competição será realizada em 5 de novembro, em Cuiabá; escolas dos três primeiros colocados receberão R$ 20 mil cada para equipar as cozinhas</em></p>
<p><em><br />
</em>Treze merendeiras e merendeiros vão preparar suas receitas ao vivo na final da quarta edição do SuperChef da Educação, em 5 de novembro, em Cuiabá. Os três primeiros colocados receberão R$ 9 mil, R$ 7 mil e R$ 5 mil, respectivamente.</p>
<p>As escolas dos vencedores também ganharão R$ 20 mil cada. Os recursos serão destinados à compra de máquinas, equipamentos e utensílios escolhidos para suas cozinhas.</p>
<p>Os finalistas foram selecionados entre 373 receitas inscritas nesta edição. Nutricionistas da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) fizeram a avaliação inicial. As preparações classificadas seguiram para votação da comunidade escolar e, em julho, disputaram as semifinais presenciais nas etapas regionais.</p>
<p>Na final, os participantes terão de reproduzir os pratos diante de uma banca com quatro jurados. Bruno Kimura avaliará organização, higiene e tempo de preparo. Ariani Malouf, Miguel Ângelo e Hélia Belmiro, merendeira da rede municipal de Colniza, julgarão criatividade, sabor, apresentação, aroma e textura.</p>
<p>As receitas precisam ser salgadas, inéditas no cardápio da alimentação escolar e incluir proteína de origem animal. Também devem priorizar alimentos in natura ou minimamente processados e valorizar produtos da agricultura familiar. A competição não permite ingredientes ultraprocessados nem determinados produtos, como maionese e temperos com glutamato monossódico.</p>
<p>A expectativa para o evento é grande, segundo a coordenadora de Alimentação Escolar da Seduc, Luana Leão. “Quero que nossos competidores tenham um dia maravilhoso, que possam mostrar todo o seu talento e, acima de tudo, se sintam valorizados e reconhecidos”, afirmou.</p>
<p>Para ela, o SuperChef é uma oportunidade de celebrar profissionais que, com dedicação e carinho, contribuem diariamente para a alimentação e o bem-estar dos estudantes. Os três grêmios estudantis com maior engajamento nas etapas de inscrição e votação receberão kits de mídia durante a cerimônia final.</p>
<p>“Quando os alunos se envolvem, ajudam a valorizar as receitas e a alimentação escolar. Esse contato também aproxima a comunidade da cozinha e mostra que os estudantes têm espaço para contribuir com a rotina da escola”, conclui Luana Leão.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Experiência une conhecimento, descoberta e diversão</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/experiencia-une-conhecimento-descoberta-e-diversao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 16:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquário Municipal recebe 90 alunos em aula de campo sobre biodiversidade e cultura cuiabana Estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Antônia Tita Maciel de Campos participaram de uma experiência que uniu conhecimento, descoberta e diversão, durante aula de campo no Complexo Biocultural do Porto, localizado às margens do Rio Cuiabá, onde estão situados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aquário Municipal recebe 90 alunos em aula de campo sobre biodiversidade e cultura cuiabana</em></p>
<p>Estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Antônia Tita Maciel de Campos participaram de uma experiência que uniu conhecimento, descoberta e diversão, durante aula de campo no Complexo Biocultural do Porto, localizado às margens do Rio Cuiabá, onde estão situados o Aquário Municipal e Museu do Rio. Na oportunidade, conheceram diferentes espécies de peixes que compõem os Biomas de Mato Grosso e ampliaram os conhecimentos sobre a história e cultura regional, religiosidade e a vida dos povos ribeirinhos de Cuiabá.</p>
<p>A iniciativa é uma realização da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, visando transformar o espaço do antigo Mercado do Peixe e do Aquário Municipal em um centro educativo, cultural e ambiental, oferecendo atividades pedagógicas voltadas à compreensão da história da cidade, da cultura ribeirinha e da biodiversidade regional.</p>
<p>O projeto integra educação, cultura, patrimônio histórico e conservação ambiental, utilizando metodologias de aprendizagem em espaço não formal, especialmente por meio de visitas pedagógicas guiadas e oficinas educativas voltadas ao público escolar.</p>
<p>Ao todo, 90 estudantes participaram, sendo 45 no período matutino e 45 no vespertino. Desse total, 11 são pessoas com deficiência (PCD). A iniciativa proporcionou aos alunos um aprendizado mais dinâmico e significativo, considerando que as imagens marcam na memória.</p>
<p>Para a estudante Lara Martins, de 9 anos, foi uma oportunidade especial de aprender e se divertir. “Estou feliz e agradeço por terem nos liberado para essa aula de campo, gostei muito. Foi divertido e aprendemos muito”, declarou.</p>
<p>A coordenadora pedagógica da Emeb Antônia Tita Maciel de Campos, Sidnayra Gadelha explicou que a experiência foi marcada pela curiosidade e pela alegria das crianças. “Elas puderam vivenciar, fora da sala de aula, conteúdos que contribuem para a construção do conhecimento e a curiosidade estava explícita nos olhares, foi muito proveitoso. Gratidão a equipe do Aquário Municipal pela acolhida e atenção dedicadas aos estudantes”, frisou.</p>
<p>As visitações de escolas públicas ao Aquário Municipal, por meio das aulas de campo, seguem até o início de dezembro. A programação prevê a participação de outras 10 unidades educacionais com a perspectiva de ampliar o acesso dos estudantes a experiências educativas que integram conhecimento, cultura e preservação ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Educação antirracista avança nas escolas nos últimos dois anos</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/educacao-antirracista-avanca-nas-escolas-nos-ultimos-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 09:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os indicadores de equidade racial avançaram no Brasil nos últimos dois anos. É o que aponta o Diagnóstico Equidade 2026 divulgado este mês pelo Ministério da Educação (MEC). O relatório mediu dados relacionados à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), como financiamento, formação de profissionais e materiais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os indicadores de equidade racial avançaram no Brasil nos últimos dois anos. É o que aponta o Diagnóstico Equidade 2026 divulgado este mês pelo Ministério da Educação (MEC). O relatório mediu dados relacionados à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), como financiamento, formação de profissionais e materiais didáticos, protocolos de combate ao racismo, gestão, avaliação e monitoramento.</p>
<p>Segundo o documento, entre 2024 e 2026, o percentual de redes de ensino com áreas específicas para coordenar ações de equidade racial saltou de 15% para 42% entre os municípios e alcançou 100% entre as redes estaduais.</p>
<p>A secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Zara Figueredo, diz que o avanço mostra uma maturidade da gestão para a equidade.</p>
<p>“Isso é fundamental para conseguirmos reduzir as desigualdades raciais de aprendizagem, garantindo ação planejada e acompanhada de perto para ampliar as oportunidades educacionais dos estudantes negros. Vale lembrar que, entre 2005 e 2023, a desigualdade de aprendizagem entre estudantes negros e brancos só cresceu. Temos a necessidade de inverter esta tendência e isso passa pelas práticas de gestão e práticas pedagógicas transformadas pelo prisma da equidade”, diz.</p>
<p><strong>Declaração racial</strong></p>
<p>As redes de ensino também aumentaram as campanhas para declaração racial. O percentual de redes de ensino com esse tipo de iniciativa cresceu de 66% para 86% nas redes municipais e de 63% para 93% nas redes estaduais.</p>
<p>A cofundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) e doutora em psicologia educacional, Cida Bento, explica que a declaração racial é importante para que as redes de ensino saibam as diferenças de desempenho, evasão escolar e abandono entre estudantes negros e estudantes brancos. Mas ela diz que há outro elemento na declaração racial: a identidade.  “Quando a pessoa tem que se perguntar: “eu sou pardo, eu sou preto, eu sou branco”, esse é um momento de conscientização que eu acho muito importante”, diz.</p>
<p><strong>Formação e combate ao racismo</strong></p>
<p>Outro fator importante para a promoção da educação antirracista é a formação de professores e profissionais da educação. Segundo dados do MEC, o número de redes municipais que ofereceram formações, seminários, oficinas e palestras sobre equidade racial aumentou de 48% em 2024 para 69% em 2026.</p>
<p>As escolas também passaram a adotar de forma mais sistemática os protocolos para casos de racismo e injúria racial. O crescimento desse tipo de conduta foi 59% para 93% nas redes estaduais de ensino. Já nas redes municipais o crescimento foi menor: de 36% para 53% em dois anos.</p>
<p>Apesar dos avanços, há ainda muitos desafios para universalizar Pneerq. Um deles é avançar nas práticas de gestão das redes de ensino em relação a suas escolas, o que incluiu que os profissionais conheçam e apliquem os eixos da política.</p>
<p>“Um ponto de atenção para o próximo ciclo, por exemplo, está na consideração de conhecimentos sobre educação para as relações étnico-raciais nos processos seletivos de professores e diretores escolares, sobretudo entre municípios. Isso permitirá a sustentação do movimento crescente de promoção de equidade racial”, afirma Zara Figueiredo.</p>
<p><strong>Pneerq</strong></p>
<p>Desde 2003, a Lei nº 10.639/2003 obriga as escolas a ensinarem, nos ensinos fundamentais e médio, história e cultura afro-brasileira e história da África e dos povos africanos. Isso inclui a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional e a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política do Brasil.</p>
<p>A implementação da lei, porém, só virou realidade nas escolas 21 anos depois, com a criação, em 2024, da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). Até aquele ano somente 30% das secretarias de educação do País tinham algum programa voltado para o cumprimento da lei.</p>
<p>Cida Bento conta que quando começou a estudar as políticas de igualdade racial nas escolas a situação era muito mais grave. Por isso ela comemora os avanços e diz que eles ajudam na democracia brasileira. “Quando a escola sinaliza para o aluno negro que está cuidando dele, que ele é parte, que os livros escolares tratam do grupo dele, tratam a história negra, que ele tem o mesmo tratamento e oportunidade, eu acho isso um elemento tão democrático, sabe? É o pilar da democracia esse sentimento de pertencimento, de identidade”.  (Fonte: Agência Brasil)</p>
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		<item>
		<title>Guia do Enem reúne orientações e métodos de estudo para provas</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/guia-do-enem-reune-orientacoes-e-metodos-de-estudo-para-provas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 09:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa ajuda o participante a se preparar melhor para o exame A 46 dias para aplicação das provas do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, em 8 de novembro, os inscritos podem conferir orientações oficiais sobre as provas, tutoriais de preparação para o exame e cronogramas de todo o processo em um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa ajuda o participante a se preparar melhor para o exame</em></p>
<p>A 46 dias para aplicação das provas do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, em 8 de novembro, os inscritos podem conferir orientações oficiais sobre as provas, tutoriais de preparação para o exame e cronogramas de todo o processo em um único site &#8211; o<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/enem"> Guia do Enem</a> &#8211; lançado pelo Ministério da Educação (MEC) na segunda-feira (21).</p>
<p>Na ferramenta, o material pedagógico produzido pelo MEC estão no formato de textos e de vídeos.</p>
<p>A iniciativa tem o objetivo de ajudar o participante a se preparar melhor para as provas e a compreender melhor o Enem, com vídeos sobre funcionamento do exame e suas etapas, desde a solicitação da isenção da taxa de inscrição, passando pela consulta dos resultados pós-prova, até o passo final que é o acesso à educação superior.</p>
<p><strong>Tudo em um só lugar</strong></p>
<p>Com o conteúdo organizado, os estudantes podem acessar no Guia do Enem o material de apoio que contribui para sua rotina de estudos, conforme as necessidades individuais.</p>
<p>De acordo com o MEC, os destaques da nova página são as dicas de professores, orientações sobre métodos de estudo e vídeos com orientações sobre os procedimentos e a aplicação das provas.</p>
<p><strong>Aplicativos gratuitos</strong></p>
<p>Há também uma área de acesso gratuitos a aplicativos da pasta para dispositivos móveis, a partir do cadastro no portal Gov.br. São eles:</p>
<ul>
<li><a href="http://https/www.gov.br/mec/pt-br/mec-enem">MEC Enem</a> &#8211; aplicativo de estudos com simulados de questões alternativas, correção automatizada de redação, materiais de reforço e assistente virtual, com inteligência artificial;</li>
<li><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-idiomas">MEC Idiomas</a> &#8211; aplicativo de aprendizagem bilíngue autoinstrucional, que oferece ensino autoinstrucional de inglês e espanhol. A plataforma conta com cerca de 800 aulas distribuídas do nível básico ao avançado, divididas em módulos com 10 a 15 aulas cada;</li>
<li><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-livros">MEC Livros</a> &#8211; a biblioteca digital reúne mais de 25 mil obras literárias em domínio público e títulos com direitos autorais licenciados em português, inglês e espanhol.</li>
</ul>
<p>O catálogo digital está estruturado em 26 temas, voltados a democratizar o acesso à leitura.</p>
<p><strong>Gente que faz Enem</strong></p>
<p>Além das dicas de professores, o novo documento ainda abre espaço para os chamados <em>enemzeiros</em>, que são os participantes do exame de diversas partes do país que compartilham a rotina de estudos, desafios, sonhos e expectativas sobre o exame.</p>
<p>Outro espaço é o <em>Alunos Nota Mil</em>, que traz as trajetórias de participantes que alcançaram a nota máxima na prova de redação em edições anteriores do Enem.</p>
<p><strong>As engrenagens</strong></p>
<p>Para entender melhor o funcionamento do concurso e esclarecer dúvidas, o MEC compartilha a série <em>Bastidores do Enem</em>, com episódios sobre a organização e a para o exame nos meses que antecedem as provas.</p>
<p>Entre os temas, estão a elaboração das 180 questões; a produção dos cadernos de prova com o nome do estudante impresso; e a distribuição dos inscritos por local de aplicação das provas.</p>
<p>Além disso, a série também direciona os inscritos para a <a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/">Página do Participante</a>, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia responsável pela realização do Enem.</p>
<p><strong>Notícias oficiais do Enem</strong></p>
<p>Pelo Guia do Enem, os internautas também podem acompanhar as <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/enem/noticias">notícias oficiais</a> do Ministério da Educação (MEC) somente sobre o Enem.</p>
<p>O guia redireciona o participante ao <a href="http://www.gov.br/mec/pt-br/enem/noticias">site</a> para ficar por dentro de novidades, orientações, prazos do exame e demais informações para esclarecer dúvidas.</p>
<p><strong>Para que serve o Enem</strong></p>
<p>O Exame Nacional do Ensino Médio é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>
<p>As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.</p>
<p>Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino de Portugal que têm convênio com o Inep.</p>
<p>Os estudantes que ainda não concluirão o ensino médio neste ano podem fazer as provas na condição de “treineiros” para testar seus conhecimentos e ver como o exame funciona.</p>
<p>Desde a edição de 2025, o Enem também voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos com 18 anos de idade completos que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.</p>
<p>Pela primeira vez, em 2026, o Enem também será adotado como instrumento para avaliar a qualidade do ensino médio brasileiro, o que amplia seu papel no acompanhamento das políticas educacionais.</p>
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		<item>
		<title>IFMT amplia processo de ingresso para 2027 com três novos cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/ifmt-amplia-processo-de-ingresso-para-2027-com-tres-novos-cursos-tecnicos-integrados-ao-ensino-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 09:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) expandiu a oferta de vagas do seu processo de ingresso para cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio do primeiro semestre de 2027. Com a publicação de novos documentos retificadores aos Editais 135/2026 e 136/2026, a instituição adicionou três novos cursos à seleção, elevando o total de vagas disponíveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) expandiu a oferta de vagas do seu processo de ingresso para cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio do primeiro semestre de 2027. Com a publicação de novos documentos retificadores aos Editais 135/2026 e 136/2026, a instituição adicionou três novos cursos à seleção, elevando o total de vagas disponíveis em todo o estado.</p>
<p>Na modalidade de seleção por prova objetiva, regida pelo Edital 135/2026, a novidade fica por conta do Campus Cuiabá – Octayde Jorge da Silva, que passa a ofertar o curso técnico em Mecatrônica. A formação conta com 70 vagas em período integral e duração de três anos. Para concorrer nessa modalidade, os candidatos pagam uma taxa de R$ 50,00, e a avaliação presencial será realizada no dia 18 de outubro.</p>
<p>Já a seleção por histórico escolar, regida pelo Edital 136/2026 e com inscrição totalmente gratuita, o Campus Alta Floresta incluiu em sua grade o curso técnico em Desenvolvimento de Sistemas, com 35 vagas no turno matutino. O município de Colniza passou a integrar oficialmente o edital com a criação do curso técnico em Agropecuária, que oferece 70 vagas no período vespertino.</p>
<p>Os interessados têm até o dia 31 de agosto para realizar a inscrição exclusivamente pela internet, no endereço <a href="http://seletivo.ifmt.edu.br/">seletivo.ifmt.edu.br</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Atividade imersiva leva estudantes a conhecerem de forma lúdica o caminho da água até as residências</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/atividade-imersiva-leva-estudantes-a-conhecerem-de-forma-ludica-o-caminho-da-agua-ate-as-residencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Agora, toda vez que eu ligar a torneira, vou lembrar como a água é tratada e a importância de termos água limpa.&#8221; A frase do estudante Thomas Manoel da Silva Paixão, de 10 anos, resume o impacto da experiência vivida por dezenas de crianças que participam das aulas de campo do Programa Permanente Interdisciplinar de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/atividade-imersiva-leva-estudantes-a-conhecerem-de-forma-ludica-o-caminho-da-agua-ate-as-residencias/">Atividade imersiva leva estudantes a conhecerem de forma lúdica o caminho da água até as residências</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogdacondessa.com.br/blog">Blog da Condessa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Agora, toda vez que eu ligar a torneira, vou lembrar como a água é tratada e a importância de termos água limpa.&#8221; A frase do estudante Thomas Manoel da Silva Paixão, de 10 anos, resume o impacto da experiência vivida por dezenas de crianças que participam das aulas de campo do Programa Permanente Interdisciplinar de Educação Ambiental, Cultural e Patrimonial do Complexo Biocultural do Porto, da Secretaria de Estado de Educação, que ocorrem no Aquário Municipal, todas as quartas-feiras.</p>
<p>Parte do circuito feito pelas crianças, no Aquário Municipal, o Você no Saneamento Game, desenvolvido pela Águas Cuiabá, empresa do grupo Iguá Saneamento, oferece uma experiência inédita para as crianças no período da manhã. Utilizando óculos de realidade virtual, os alunos percorrem virtualmente todas as etapas do tratamento da água na Estação de Tratamento de Água (ETA Sul), assumindo o papel de operadores e entendendo, de forma lúdica e interativa, como a água chega com qualidade às residências. A atração também está disponível todas as quartas-feiras, durante o período da manhã.</p>
<p>Segundo a coordenadora de Comunicação e Responsabilidade Social da Águas Cuiabá, Ana Cristina D&#8217;Assumpção, o objetivo é despertar a consciência sobre o valor da água e a importância do saneamento. &#8220;O nosso propósito é levar conhecimento e fortalecer a educação ambiental. Queremos que essas crianças entendam o trabalho necessário para que a água chegue com qualidade às casas e que levem esse aprendizado para suas famílias, tornando-se multiplicadoras de boas práticas de preservação e uso consciente.&#8221;</p>
<p>Eloá Gabrielle, também de 10 anos, saiu da atividade com uma nova percepção sobre um recurso presente no cotidiano. &#8220;A experiência foi muito legal. Eu aprendi de onde vem a água que tem na minha casa para mim e minha família. É uma água saudável. Eu tive a experiência de verdade, sabe? &#8220;Foi muito legal&#8221;, relatou.</p>
<p>Ao transformar o Complexo Biocultural do Porto em uma grande sala de aula a céu aberto, a parceria entre a Águas Cuiabá e a Secretaria Municipal de Educação demonstra que ensinar sobre saneamento vai muito além de explicar processos técnicos. “É despertar a curiosidade, formar cidadãos mais conscientes e fazer com que pequenas descobertas, como as de Thomas e Eloá, se transformem em atitudes capazes de preservar um dos recursos mais importantes para a vida: a água”, destaca a coordenadora pedagógica da Seduc, Luana da Cruz Burema.</p>
<p><strong><em>Confira a programação:</em></strong></p>
<p><strong>Agosto</strong></p>
<p>05/08, às 9h e 15h: EMEB Ranulpho Paes de Barros</p>
<p>12/08, às 9h e 15h: EMEB Glaucia Maria Borges</p>
<p>19/08, às 9h e 15h: EMEB Onofre de Oliveira</p>
<p><strong>Setembro</strong></p>
<p>02/09, às 9h e 15h: EMEB Moacyr Gratidiano</p>
<p>09/09, às 9h e 15h: EMEB Nossa Senhora Aparecida</p>
<p>16/09, às 9h e 15h: EMEB José Torquato</p>
<p>23/09, às 9h e 15h: EMEB Osmar Cabral</p>
<p><strong>Outubro</strong></p>
<p>07/10, às 9h e 15h: EMEB Dr. Fábio Firmino</p>
<p>14/10, às 9h e 15h: EMEB Elza Luiza Esteves</p>
<p>21/10, às 9h e 15h: EMEB Dr. Orlando Nigro</p>
<p>28/10, às 9h e 15h: EMEB Antônia Tita Maciel</p>
<p><strong>Novembro</strong></p>
<p>04/11, às 9h e 15h: EMEB Aristotelino Alves Praeiro</p>
<p>11/11, às 9h e 15h: EMEB Firmo José Rodrigues</p>
<p>18/11, às 9h e 15h: EMEB Prof.ª Gracildes de Melo</p>
<p>25/11, às 9h e 15h: EMEB Maria Elazir</p>
<p><strong>Dezembro</strong></p>
<p>02/12, às 9h e 15h: EMEB Octacílio Sebastião da Cruz</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tese defendida na UFMT recebe reconhecimento internacional póstumo</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/tese-defendida-na-ufmt-recebe-reconhecimento-internacional-postumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa sobre “O Bem-Amado”, de Iza Godoi Sepúlveda, recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da conferência de 2026 da International Society for Humor Studies Uma tese desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A pesquisa sobre “O Bem-Amado”, de Iza Godoi Sepúlveda, recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da conferência de 2026 da International Society for Humor Studies</em></p>
<p>Uma tese desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) recebeu o prêmio de melhor tese em língua portuguesa da conferência de 2026 da International Society for Humor Studies. A pesquisa, intitulada “O país do absurdo: a teledramaturgia de Dias Gomes como forma de ler o Brasil em O Bem-Amado (1973)”, foi realizada por Iza Godoi Sepúlveda, que faleceu no final de junho.</p>
<p>De acordo com a orientadora do trabalho, professora Thaís Leão Vieira, uma das principais contribuições da tese é a formulação da noção de “ação nas brechas”. O conceito descreve como artistas e intelectuais encontravam, em meio à censura e às pressões da indústria cultural, espaços para a expressão política, com destaque para o papel desempenhado pelo humor.</p>
<p>A pesquisa também evita uma interpretação simplista dos censores da ditadura como despreparados ou incapazes, que, por isso, deixavam as críticas sociais presentes em obras como O Bem-Amado “escaparem”.</p>
<p>De acordo com a autora, “não se trata de falta de expertise dos censores, mas, especificamente, da maneira como eles pensavam a recepção da obra. O riso, o escárnio e o deboche, como formas menos sérias para eles, levariam os espectadores a compreender a pouca seriedade do que seria exibido”.</p>
<p>A tese demonstra, portanto, que os censores permitiam a veiculação de determinadas críticas não porque deixassem de percebê-las, mas porque consideravam que o uso do humor reduziria a seriedade dos argumentos. Essa compreensão estava relacionada à visão da comédia como uma forma artística inferior ao drama, criando uma possibilidade de “ação nas brechas”.</p>
<p>“Essa é uma das formulações mais originais do trabalho: ela mostra que aquilo que a censura tentava rebaixar como ‘comédia’ podia, justamente por sua ambivalência, abrir brechas para a crítica. O cômico aparece, portanto, em dupla condição: de um lado, como registro que a censura buscava domesticar; de outro, como linguagem capaz de produzir deslocamento, estranhamento, paródia e leitura crítica do Brasil”, explica Thais.</p>
<p>Assim, a autora mostra que, ao intervirem sobre O Bem-Amado, os censores não se limitavam a proibir conteúdos. Eles também procuravam orientar os modos de leitura, controlar os efeitos de sentido, regular a circulação da narrativa e enquadrar a obra em determinados registros estéticos e morais.</p>
<p>A tese também se destaca pela atenção dedicada à construção das personagens. Odorico Paraguaçu, por exemplo, é definido pela contradição entre o que diz e o que faz. Ele não possui compromisso com valores que ultrapassem a manutenção do poder. Sua linguagem excessiva, os duplos sentidos e a relação estabelecida com a câmera permitem ao espectador reconhecer seu disfarce e participar da exposição de seu cinismo.</p>
<p>Já Zeca Diabo é anunciado como uma ameaça, mas surge marcado por contradições que despertam a simpatia do público. O desespero dos moradores de Sucupira diante de sua chegada convive com situações que provocam o riso. O absurdo, portanto, não interrompe o drama: é uma das formas pelas quais o drama brasileiro pode ser narrado.</p>
<p><strong>Reconhecimento</strong></p>
<p>De acordo com a orientadora, ao reunir documentos da censura, cenas da novela, entrevistas, revistas especializadas e debates sobre sua recepção, Iza construiu uma análise que articula forma estética e experiência histórica.</p>
<p>“Seu trabalho demonstra que a televisão não apenas representou conflitos existentes na sociedade, mas também participou da produção de sentidos sobre a política, a moralidade e o próprio Brasil. Sua leitura de O Bem-Amado amplia as possibilidades de investigação da teledramaturgia e reafirma o audiovisual como fonte e objeto relevante para a historiografia”.</p>
<p>A importância dessa contribuição foi reconhecida em 2026, durante o congresso da ISHS, realizado em Niterói, quando a tese de Iza recebeu o prêmio de melhor tese de 2025. Para o Programa de Pós-Graduação em História, esse reconhecimento é motivo de orgulho e reafirma a relevância da contribuição intelectual deixada por Iza.</p>
<p>Do ponto de vista científico, social e cultural, a pesquisa contribui para a valorização da telenovela como objeto da investigação histórica. Ao analisar O Bem-Amado, primeira telenovela em cores exibida pela Rede Globo e uma das obras centrais da teledramaturgia brasileira, a tese aborda questões mais amplas relacionadas à cultura política, ao autoritarismo, à moralidade, ao consumo cultural, à formação de públicos e à construção da identidade nacional.</p>
<p>Fonte: <a href="https://ufmt.br/noticias/tese-defendida-na-ufmt-recebe-homenagem-pstuma-1784547558#top_page">UFMT – Universidade Federal de Mato Grosso</a></p>
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		<title>A ‘Arte de Proteger”</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/a-arte-de-proteger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto ‘Arte de Proteger’ vai visitar 55 escolas da rede pública neste segundo semestre para realizar ações educativas e lúdicas com foco no desenvolvimento e na segurança das crianças. Desenvolvida pela Guarda Municipal, o projeto utiliza abordagens lúdicas e interativas para conscientizar os estudantes sobre temas essenciais do cotidiano e da cidadania. Cerca de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto ‘Arte de Proteger’ vai visitar 55 escolas da rede pública neste segundo semestre para realizar ações educativas e lúdicas com foco no desenvolvimento e na segurança das crianças. Desenvolvida pela Guarda Municipal, o projeto utiliza abordagens lúdicas e interativas para conscientizar os estudantes sobre temas essenciais do cotidiano e da cidadania. Cerca de 200 alunos serão atendidos com o projeto.</p>
<p>De acordo com a coordenadora de Programa e Projetos, da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Leyce Grecco, as unidades escolares já foram selecionadas e a partir de agosto retomam as visitas. “Definimos juntos com os inspetores da Guarda Municipal as escolas a serem visitadas. A partir de agora eles irão contactar com a direção de cada unidade, para fazer o agendamento de acordo com o cronograma escolar”, explicou.</p>
<p>A coordenadora lembrou ainda que a ‘Arte de Proteger’ utiliza o teatro de fantoches para abordar temas importantes, como a prevenção de doenças, trânsito seguro e combate à violência de forma acessível para crianças e adolescentes. “Neste ano estamos atuando muito na questão do assédio sexual, por isso uma das pautas discutidas é ‘meu corpo não é brinquedo’, onde os fantoches ensinam certos cuidados. A forma lúdica de ensinar contagia as crianças e os adultos também”.</p>
<p>A titular da pasta Maria Fernanda Figueiredo ressalta a importância da parceria com a Guarda Municipal reforçando o papel ativo da escola como espaço seguro de acolhimento, proteção e formação cidadã. “O grande diferencial  desse projeto é o uso de técnicas pedagógicas e teatrais. Os agentes da guarda, durante o espetáculo, prendem a atenção dos alunos e isso facilita a compreensão de determinados temas, e muito deles discutidos em sala de aula. As crianças absorvem as lições lúdicas e reproduzem o aprendizado em casa com seus familiares. Isso expande a cultura de paz para além dos muros da escola”.</p>
<p><strong>Confira a lista de escolas selecionadas para receber o projeto arte de proteger:<br />
</strong>1. EMEB ABDALA JOSÉ DE ALMEIDA<br />
2. EMEB AIR ADDOR<br />
3. EMEB ALINO FERREIRA DE MAGALHÃES<br />
4. EMEB ANA FRANCISCA DE BARROS<br />
5. EMEB ANA ROSA DA SILVA<br />
6. EMEB ÂNGELA JARDIM BOTELHO<br />
7. EMEB ANTÔNIA FELIPA DE CAMPOS MARTINS<br />
8. EMEB ANTÔNIO GOMES DA CRUZ<br />
9. EMEB ANTÔNIO JOAQUIM DE ARRUDA<br />
10.EMEB ARISTIDES POMPEO DE CAMPOS<br />
11.EMEB ARMINDO DE ARRUDA CAMPOS<br />
12.EMEB BENEDITA BERNARDINA CURVO<br />
13.EMEB BIANKA LORENA DA ROCHA CAPILÉ<br />
14.EMEB DAVID MAYER<br />
15.EMEB DR. GABRIEL MULLER<br />
16.EMEB DR. JOÃO PONCE DE ARRUDA<br />
17.EMEB ELIAS DOMINGOS<br />
18.EMEB EMANUEL BENEDITO DE ARRUDA<br />
19.EMEB EUNICE CÉSAR DE MELLO<br />
20.EMEB FAUSTINO ANTÔNIO DA SILVA<br />
21.EMEB GONÇALO DOMINGOS DE CAMPOS – CAIC<br />
22.EMEB HEROCLITO LEÔNCIO MONTEIRO<br />
23.EMEB HONORATO PEDROSO DE BARROS<br />
24.EMEB JAIME VERÍSSIMO DE CAMPOS JÚNIOR &#8211; JAIMINHO<br />
25.EMEB JOAQUIM DA CRUZ COELHO<br />
26.EMEB JOSÉ ESTEJO DE CAMPOS<br />
27.EMEB JÚLIO CORRÊA<br />
28.EMEB JÚLIO DOMINGOS DE CAMPOS<br />
29.EMEB LENINE DE CAMPOS PÓVOAS<br />
30.EMEB LUÍS REVELES PEREIRA<br />
31.EMEB MAMED UNTAR<br />
32.EMEB MANOEL CORRÊA DE ALMEIDA<br />
33.EMEB MARIA DE LOURDES TOLEDO AREIAS<br />
34.EMEB MÁRIO ANTUNES DE ALMEIDA<br />
35.EMEB MERCEDES DE PAULA SÔDA<br />
36.EMEB NAIR DE OLIVEIRA CORRÊA<br />
37.EMEB NAPOLEÃO JOSÉ DA COSTA<br />
38.EMEB PADRE LUIZ MARIA GHISONI<br />
39.EMEB PROFª. EDA BARACAT DA SILVA<br />
40.EMEB PROFª. ELIZA MARIA DA SILVA<br />
41.EMEB PROFª. LÚCIA LEITE RODRIGUES2<br />
42.EMEB PROFª. MARIA BARBOSA MARTINS<br />
43.EMEB PROFª. MARIA DAS GRAÇAS PINTO<br />
44.EMEB PROFª. MARIA JOANA DA SILVA ALMEIDA<br />
45.EMEB PROFª. MARIA PEDROSA DE MIRANDA<br />
46.EMEB PROFª. SALVELINA FERREIRA DA SILVA<br />
47.EMEB PROFº. ANTÔNIO SALÚSTIO AREIAS<br />
48.EMEB PROFº. DEMÉTRIO DE SOUZA<br />
49.EMEB RUTH MARTINS SANTANA<br />
50.EMEB SENHORA DIRCE LEITE DE CAMPOS<br />
51.EMEB TENENTE ABILIO DA SILVA MORAES<br />
52.EMEB VEREADOR ESTEVAN FERREIRA DA CUNHA</p>
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		<title>Como falar sobre pobreza e desigualdade com as crianças</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/como-falar-sobre-pobreza-e-desigualdade-com-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Uma caminhada de mil léguas começa com um primeiro passo. Em outras palavras: comece.&#8221; E, assim, Emicida começa. A introdução de dois livros infanto-juvenis assinada pelo cantor paulistano é o primeiro passo para uma pergunta complexa: como falar sobre pobreza e desigualdade com as crianças? A resposta foi elaborada em conjunto com a economista Esther Duflo. A franco-americana é professora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Uma caminhada de mil léguas começa com um primeiro passo. Em outras palavras: comece.&#8221;</p>
<p>E, assim, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150824_entrevista_emicida_jc_rm">Emicida</a> começa. A introdução de dois livros infanto-juvenis assinada pelo cantor paulistano é o primeiro passo para uma pergunta complexa: como falar sobre <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknq2685t?page=1">pobreza</a> e desigualdade com as crianças?</p>
<p>A resposta foi elaborada em conjunto com a <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0845rkz82o">economista Esther Duflo</a>. A franco-americana é professora de economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), foi a segunda mulher na história a ganhar o Nobel de Economia, e também a mais jovem, aos 46 anos de idade, em 2019.</p>
<p>Juntos, eles escreveram <em>Volta por cima</em> e <em>Conta Comigo</em>, obras recém-publicadas pela Companhia das Letrinhas. As publicações abordam temas relacionados à <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3w7q81exexo">pobreza global</a> e convidam as crianças a refletirem sobre soluções coletivas para enfrentar <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjdgzzj25nro">esse desafio.</a></p>
<p>Para isso, as obras narram as trajetórias de Imeuni, Tsongai e Bibir, personagens que vivem em lugares fictícios, mas que poderiam estar na África, Ásia ou América do Sul. Por meio deles, as histórias levam a reflexões sobre situações envolvendo pobreza e as soluções para reduzi-la.</p>
<p><em>Volta por cima</em> narra a trajetória de uma jovem que deseja encontrar um trabalho, mas não sabe por onde começar. Ao longo da história, aparecem temas como <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cr50y51n5v8t">empreendedorismo</a>, economia local, inovação e até microcrédito.</p>
<p>&#8220;Esse livro trata da dificuldade (mas também da possibilidade) de encontrar o próprio caminho&#8221;, explica Duflo à BBC News Brasil.</p>
<p>&#8220;A personagem quer muito trabalhar, mas tem poucas oportunidades. Ela tenta, fracassa e tenta novamente até encontrar seu caminho. É uma jovem forte, que pode servir de exemplo tanto para meninos quanto para meninas.&#8221;</p>
<p>Já em <em>Conta comigo</em>, valores como solidariedade, comunidade e empreendedorismo surgem na história, que também trata de problemas como <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cpzd4zxk913t">violência doméstica</a>, etarismo (discriminação devido à idade) e preconceito.</p>
<p>Com essas histórias, a mensagem que a economista quer passar é a de que &#8220;crianças pobres não são perigosas, pais pobres não são preguiçosos e pessoas pobres têm vidas ricas, cheias de amizades e significados&#8221;, como quaisquer outras pessoas.</p>
<p>&#8220;E também que a pobreza causa muitos problemas, mas nós, seres humanos, também podemos encontrar as soluções. É por isso que cada um desses livros gira em torno de um problema e de uma solução — uma solução que, na minha profissão como economista, vi que realmente funciona.&#8221;</p>
<p>As ilustrações são cheias de cores e foram feitas por Cheyenne Olivier, ilustradora francesa especializada em livros infantis.</p>
<p>Ela se inspirou no universo visual dos gráficos de economia, para despertar a curiosidade das crianças pelas histórias, que contam com uma ajuda especial para guiá-las.</p>
<p>Emicida faz o papel de condutor da leitura ao longo das páginas com comentários que convidam à reflexão. Ele aparece colocando as histórias em perspectiva e encontrando conexões com a própria vida, algo que um adulto leitor também pode fazer.</p>
<p>Sua experiência em publicações infantis, com <em>Amoras</em> (2018) e <em>E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas</em> (2020), ambos também pela Companhia das Letrinhas, trazem certa familiaridade do cantor com o tema.</p>
<p>Duflo explica que, embora não conhecesse Emicida pessoalmente antes da produção das obras, ela já sabia quem ele era. &#8220;Minha ilustradora, Cheyenne, cresceu ouvindo as músicas dele, ela era muito fã.&#8221;</p>
<p><strong>&#8216;Nem todas as pessoas pobres sonham em ser Bill Gates&#8217;</strong></p>
<p>Duflo venceu o Nobel, juntamente com os economistas Abhijit Banerjee (seu marido) e Michael Kremer, por introduzirem &#8220;uma nova abordagem para obter respostas confiáveis sobre as melhores maneiras de combater a pobreza global&#8221;, segundo<a href="https://www.nobelprize.org/prizes/economic-sciences/2019/duflo/facts/"> o site do Prêmio Nobel.</a></p>
<p>Na prática, eles levavam para pequenas comunidades a aplicação de um projeto de política pública para melhorar, por exemplo, resultados educacionais ou a saúde infantil.</p>
<p>Se os resultados fossem positivos, implementavam de uma forma mais ampla. Se negativo, tentavam de novo. Essa metodologia, aplicada em países como Índia e Quênia, fez com que Duflo derrubasse alguns &#8220;mitos&#8221; sobre os mais pobres.</p>
<p>&#8220;A primeira coisa que notei quando desembarquei na Índia é que as pessoas mais pobres vivem vidas muito mais normais do que eu esperava&#8221;, disse ela <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0845rkz82o">em entrevista à BBC News Brasil</a> em julho de 2024, sobre o início da carreira há mais de 30 anos.</p>
<p>Em seus experimentos, Duflo mostrou que conceder um empréstimo para que pessoas muito pobres possam iniciar um novo negócio não leva, necessariamente, a uma melhora drástica em seu bem-estar.</p>
<p>&#8220;É claro que não estamos dizendo que não existem empreendedores genuínos entre os pobres — conhecemos muitas pessoas assim. Mas também há muitos deles que dirigem um negócio condenado a permanecer pequeno e não lucrativo&#8221;, escreve em seu livro <em>A Economia dos Pobres </em>(Editora Zahar, 2021).</p>
<p>Sua constatação é replicada nos livros infanto-juvenis de agora. &#8220;Nem todas as pessoas pobres sonham em ser Bill Gates&#8221;, escreve ela, ao final de<em> Volta por cima</em>, em uma seção intitulada &#8220;O que Esther Duflo tem a dizer sobre a pobreza&#8221;.</p>
<p>Nesta seção, ela traz direcionamentos para que os adultos possam orientar a leitura das crianças e responder às suas dúvidas de acordo com a temática de cada um dos livros.</p>
<p>&#8220;Para ajudar os jovens a se encontrar profissionalmente e sair da pobreza, é preciso se desfazer da ilusão de que ter sua própria empresa é necessariamente o melhor caminho. Isso pode até ser verdade para alguns, mas, para muitos, a melhor solução seria ter um emprego de acordo com suas aspirações&#8221;, escreve ela.</p>
<p>Os temas podem parecer complexos para crianças — as obras são indicadas para leitores a partir dos 9 anos —, mas Duflo garante que elas são capazes de compreender.</p>
<p>&#8220;As crianças são capazes de entender e lidar com qualquer assunto, e existem muitos estereótipos sobre a pobreza por aí&#8221;, afirma. Para ela, as obras são como sementes que podem ajudar a moldar adultos melhores para o futuro.</p>
<p>&#8220;A esperança é que elas cresçam e se tornem adultos mais empáticos e otimistas, que contribuam para melhorar o mundo.&#8221; (BBC News Brasil)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Educação financeira pode ser incluída no currículo escolar</title>
		<link>https://blogdacondessa.com.br/blog/educacao/educacao-financeira-pode-ser-incluida-no-curriculo-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Blog da Condessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta aprovada no Senado abrange ensinos fundamental e médio A inclusão da educação financeira como tema no currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada na quarta-feira (15), no plenário do Senado Federal. O projeto de lei, aprovado na forma de texto alternativo da senadora Teresa Leitão (PT-PE), estabelece que o tema será ensinado de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Proposta aprovada no Senado abrange ensinos fundamental e médio</em></p>
<p>A inclusão da educação financeira como tema no currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada na quarta-feira (15), no plenário do Senado Federal.</p>
<p>O projeto de lei, aprovado na forma de texto alternativo da senadora Teresa Leitão (PT-PE), estabelece que o tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já existentes, como matemática, história e geografia, ao longo de toda a formação escolar.</p>
<p>Pela proposta, a educação financeira, que já faz parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando a sobrecarga dos alunos.</p>
<p>A relatora ampliou o texto original para incluir também a promoção da educação fiscal, previdenciária e securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos também vão aprender sobre a importância dos impostos para o financiamento de serviços públicos, além de entender o funcionamento da previdência social e dos seguros.</p>
<p>Por ter sido modificado no Senado, o texto agora voltará à Câmara para última análise.</p>
<p>(Fonte: Agência Brasil com<em> informações da Agência Senado)</em></p>
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